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De gripe à colesterol: saiba se o alho ajuda mesmo nessas 6 doenças…

Por: Vivabem

Se você é fã de alho, vai ficar feliz em saber que não só ele faz parte da medicina popular como seus benefícios para a saúde já foram comprovados em estudos científicos. “Ele apresenta compostos fitoquímicos sulfurados e não sulfurados, que têm papel no controle do colesterol total, pressão arterial, além de auxiliarem no combate a vírus, bactérias e fungos”, resume a nutricionista Vanderli Marchiori, presidente da Associação Paulista de Fitoterapia

Entre essas substâncias, se destaca a alicina, responsável pelo odor característico do vegetal. Flavonoides e o mineral selênio, com poder antioxidante, também são encontrados nos bulbos. No entanto, nem tudo que nossas avós creditam ao alho foi comprovado pela ciência. Veja a seguir quais benefícios do alho já foram comprovados e quais seguem sendo estudados mais de perto. Vale lembrar que nos casos em que o benefício do alho é embasado pelos experimentos dos cientistas, ele deve sempre entrar como coadjuvante e não deve substituir os tratamentos tradicionais

Benefícios comprovados

Colesterol

O uso diário e constante de alho já mostrou diminuir entre 10 e 15% do colesterol total e/ou LDL, o considerado ruim, em adultos com níveis altos dessa molécula. Os mecanismos por trás desse efeito não estão totalmente compreendidos, mas parece que ele atua tanto na absorção de colesterol no intestino quanto na síntese do colesterol endógeno —aquele que produzimos no fígado, e é responsável pela maior parte do colesterol circulante. Uma revisão sistemática de quase 40 ensaios clínicos randomizados (tipo de estudo robusto, que compara o efeito de um remédio com o de um placebo, sem que os grupos saibam o que estão tomando) envolvendo 2.300 adultos comprovou esse efeito.

Diabetes

A relação com o controle do diabetes foi alvo de uma revisão sistemática de 2017, publicada no periódico Food and Nutrition Research por pesquisadores chineses. A investigação envolveu mais de dez estudos que davam uma dose diária entre 0,05 g a 1,5 g (um dente tem cerca de 5 g, para se ter ideia) do suplemento de alho a pacientes diabéticos e os comparava com um placebo. No fim, o alho realmente impactou positivamente os níveis de glicose. Uma diferença de quase 10 mg/dL depois de 12 semanas e depois de mais de 20mgl/dL, na 24ª semana de suplementação. O mecanismo ainda está sendo estudado, mas, aparentemente, a alicina e seus outros compostos melhoram o transporte de de glicose para dentro das células, além de diminuir os produtos finais da glicação avançada, proteínas que levam às complicações do diabetes.

Ainda em estudo

Pressão arterial

O alho é um vasodilatador, ou seja, pode dilatar as artérias criando uma espécie de relaxamento, que beneficia quadros de hipertensão arterial. Nesta doença, os vasos sanguíneos tendem a ficar mais “tensos” em vez de contrair e relaxar, como deveria ser. Esse efeito é estudado há bastante tempo pela ciência. Uma revisão sistemática de 2015, publicada no periódico The Journal of Clinical Hypertension, avaliou 17 pesquisas anteriores e mostrou uma redução média de 3,75 mmHG na pressão sistólica de pessoas hipertensas e 3,39 mmHG na diastólica. A benesse foi observada com a suplementação do vegetal em cápsulas, extrato e pó.

Outra revisão conduzida pela Cochrane, entidade independente que reúne as evidências científicas mais sólidas sobre saúde, aponta que o alho de fato parece reduzir a pressão arterial, mas não há evidências o suficiente para bater o martelo sobre o assunto.

Saúde do coração

Sua ação antioxidante pode contribuir para a saúde do endotélio, a parede das artérias. Isso porque boa parte das doenças cardiovasculares comuns ocorrem quando as partículas de colesterol no sangue se oxidam, um processo chamado de estresse oxidativo, e se depositam no endotélio, formando placas de gorduras que levam a entupimentos. Uma revisão de literatura publicada em 2016 no Journal of Nutrition mostrou que a suplementação de até 960 mg de extrato de alho pode reduzir marcadores de aterosclerose (acúmulo dessas placas nas artérias). Outro fator de proteção contra infartos importante do alho é controlar a agregação plaquetária —nome técnico da formação de coágulos que leva a entupimentos nos vasos sanguíneos. Um outro estudo, conduzido por pesquisadores ingleses, verificou esse efeito em amostras sanguíneas de 14 participantes. Os estudos nessa seara pesam a favor das cápsulas. Nesta segunda pesquisa, disponível também no Journal of Nutrition, o extrato de alho envelhecido foi novamente apontado como mais eficaz.

Câncer

Essa alegação é bem interessante. Estudos mostram que o alho pode diminuir o risco de câncer de estômago, câncer de pulmão, câncer de mama e até colo de útero. A hipótese aqui é a de que os compostos sulfurados como a alicina protejam o DNA de danos que levam à produção de células cancerígenas. Só vale dizer que a maioria das pesquisas sobre o tema em humanos é observacional —ou seja, avaliam o consumo do alho e a incidência de câncer numa população e relacionam os dois números. Estudos in vitro demonstram atividade dos compostos do alho em combater células cangerígenas, mas o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos ressalta que, apesar de promissores, faltam estudos para compreender melhor questões como o mecanismo de ação, o tamanho da dose e as interações de outros nutrientes.

Ou seja, não dá para cravar que o alho previne câncer, mas pode ser benéfico dentro de uma dieta com frutas, legumes, verduras e grãos in natura. Além da alimentação equilibrada, fazer exercícios regularmente, não fumar e beber com moderação são atitudes que oficialmente diminuem o risco de tumores.

Não comprovados

Tosse e gripe

Alguns estudos até indicam que ele pode melhorar a resposta do sistema imune a infecções, mas o efeito mais conhecido mesmo é antimicrobiano. Uma revisão da Cochrane diz, aliás, que não há evidências de que o alho seja capaz de prevenir ou curar gripes e resfriados. Ou seja, provavelmente o alívio que as pessoas sentem ao tomar um chá com alho para a tosse vem da sua ação discreta anti-inflamatória e contra micro-organismos que podem estar desencadeando uma irritação local na garganta.

Embora os estudos mais bacanas envolvam o suplemento de alho (que facilita o controle da dosagem dos micronutrientes presentes), os especialistas ouvidos pela reportagem concordam que consumir um dente de alho por dia, cerca de 5 g, já é o suficiente para obter ao menos parte desses benefícios. Para que a alicina fique disponível, é preciso amassar, triturar ou picar o alho, e o ideal é que ele seja consumido cru. Picar e acrescentar no fim dos preparos, em saladas ou cremes pode ajudar a disfarçar o sabor forte —uma dica é misturar no molho que você já adicionaria à salada. E é bom consumir junto com as refeições para que o estômago não fique ressentido. O alho pode ser indigesto.

Rife, gênio esquecido da Medicina

Por: eurooscar.com

 

 

O dispositivo inovador de Rife contra o câncer

Mais de 20 anos da vida de Royal Raymond Rife foram dedicados à pesquisa e aperfeiçoamento de uma invenção dele, eletrônica e bastante simples, mas de um alcance extraordinário, pois daria à humanidade a solução definitiva contra qualquer afecção virótica ou bacteriológica.

Royal R. Rife nasceu em 1888, em Elkhorn, Nebraska, e faleceu em 1971, também nos EUA. Estudou na escola John Hopkins. Em 1913, aos 25 anos de idade, chegou a San Diego. Durante 7 anos ele viajou à Europa para investigar laboratórios estrangeiros, a mando do governo do seu país. Uma delas era a Zeiss, uma das principais companhias ópticas alemãs, e lá Rife aprendeu a arte de construir microscópios, tendo sido treinado pessoalmente por Carl Zeiss.

 

Manchete: “Terríveis micróbios de doenças destruídos por raios, alegação de cientista de Dakota do Sul.” Abaixo, à direita: “O flagelo do câncer compreendido por Rife após 18 anos de trabalho árduo.”
(Do site http://www.rifenovice.com)
Durante esse período ele aprendeu as necessárias habilidades mecânicas para confeccionar instrumentos. A bacteriologia e os microscópios o fascinaram. De fato ele nunca se envolveu com engenharia eletrônica. Os microscópios de Rife são bem conhecidos e se popularizaram graças às suas características de ampliação. Todavia pouco se sabe a respeito de suas máquinas de rádio-frequência.

Em 1920 ele construiu o seu primeiro microscópio e cuidou de concluir também a sua primeira máquina de frequência, a qual era em verdade um dispositivo eletroterapêutico “Thompson-Plaster”, do tipo D’Arsonval, equipado com tubos de vidro Oudin, à vácuo. Essa informação foi confidenciada pelo seu assistente J. Crane e mais tarde confirmada por outro assistente de Rife, J. Flores. Os resultados listados por Rife foram cura de câncer extinção de micro-organismos e de vírus.

Em 1912 o grande inventor Lee De Forest descobriu o celebrado triodo em tubo de vácuo, com a capacidade de amplificar e produzir oscilações de ondas contínuas (CW). Contudo, ondas amortecedoras não são apropriadas para transmitir a voz humana, músicas, sons ou informações; agora sabemos que isso é possível com ondas contínuas (CW). Ondas amortecedoras, pela sua própria natureza, carregam os ruídos do som, os quais interferem nocivamente com qualquer outro som ou informação que se possam tentar transmitir mediante as mesmas ondas amortecedoras.

 

Gerador Rife reconstruído pelo Dr. Bare
(Do site http://www.rifenovice.com/Page_3.html)
Em 1920, oito anos mais tarde, houve a primeira transmissão radiofônica com ondas hertzianas, ou seja, ondas contínuas (CW), iniciando uma nova tecnologia para as telecomunicações e o rádio. Sons, músicas e imagens foram finalmente radiodifundidos pelas ondas contínuas (hertzianas). No entanto as ondas contínuas foram desastrosas quando utilizadas em dispositivos eletroterapêuticos. Infelizmente, a nova tecnologia radiofônica e televisiva substituiu também os dispositivos eletroterapêuticos pioneiros e parecia que ninguém se interessava mais pelas oscilações e ondas amortecidas (DW), consideradas como já ultrapassadas. Porém Rife atentou para a importância biológica daquelas ondas “obsoletas”.

Na década de 1930 os colegas de Rife não compreendiam o seu trabalho, que era por demais inovador e avançado para eles. Contudo, a Universidade de Heidelberg lhe concedeu um doutorado honorário pelos seus trabalhos e Rife também angariou 14 dos mais prestigiosos prêmios e condecorações, em razão das contribuições à ciência.

As telecomunicações atuais são baseadas exclusivamente em ondas portadoras contínuas (CW), aparentemente muito bem compreendidas pela maioria dos engenheiros eletrônicos. Rife pareceu seguir a nova tendência e se simpatizar rapidamente com a nova tecnologia radiofônica de tubos. Ele diligenciou para inventar um gerador de ondas contínuas com aquela nova tecnologia de tubos de rádio. Ele também construiu um novo tubo de vácuo de Oudin, que batizou como Tubo Rey de Rife. Entretanto a nova tecnologia, com ondas ininterruptas, produzia excessivo calor nos dispositivos eletroterapêuticos e os resultados médicos não foram animadores. Um novo nome, “diatermia”, foi criado para descrever a característica do novo efeito na forma de “aquecimento profundo” e essa nova modalidade foi substituindo a anterior, não mais aceita como “válida”.

Rife tinha rapidamente percebido que os então recentes geradores de ondas contínuas não surtiam os resultados eficazes que ele obtivera tanto com os dispositivos anteriores (baseados nas ondas amortecedoras) quanto com o seu avançado e inovador microscópio. E ele percebeu que as ondas contínuas eletroterapeuticamente não serviam.

 

Dr. Royal Raymond Rife, uma das mentes
mais versáteis e brilhantes da história da ciência
(Do site http://www.rifenovice.com/Page_3.html)>
A medicina bio-elétrica foi em termos práticos criada e desenvolvida por Rife. A tecnologia que ele criou e aperfeiçoou foi e continua sendo empregada nos âmbitos da óptica, eletrônica, bioquímica, radioquímica, aviação e balística. Ele foi o pioneiro na aplicação médica e biológica dos aparatos eletroterapêuticos fundamentados nas ondas amortecedoras (DW). Todavia, os seus geradores de ondas posteriores eram com ondas contínuas, utilizando moderna tecnologia de tubo, mas com as ondas moduladas (cortadas) por um outro amplificador, em uma frequência de áudio, simulando ondas amortecedoras (DW).

E Rife investigou essas frequências de áudio e proclamou que a elas se deviam os resultados felizes que ele vinha observando, e nunca às ondas contínuas, por si mesmas. Os geradores modulados RF de Rife foram os primeiros dispositivos modernos a simular a função dos velhos aparatos eletroterapêuticos de ondas amortecedoras. A respeito, leia-se o livro “The Cancer Cure That Worked”, de Barry Lines, Marcus Books, Ontario, 1989.

Rife passou 66 anos da sua vida projetando, desenhando e construindo instrumentos médicos, tendo também trabalhado para o governo dos EUA e para diversos benfeitores, entre os quais se ressalta o riquíssimo Henry Timkin, da Timkin Rolamentos.

Rife foi um autodidata, criativo, hábil, intuitivo, com uma percepção interdisciplinar muito abrangente. Compreendeu os fundamentos científicos e tecnológicos das principais áreas do conhecimento e graças a isso pôde trabalhar proveitosamente com equipes de cientistas e de técnicos dos mais diversos setores. Quando uma nova empreitada era impedida por falta de instrumentos ou não havia tecnologia disponível, Rife desbravava o terreno, construía o instrumental necessário e forjava uma nova tecnologia. P. ex., são de sua lavra um microscópio heteródino ultravioleta, com poder de ampliação muito superior aos mais avançados já existentes, um micro-manipulador e um micro-dissecador.

Foi um dos mais talentosos e versáteis servidores da ciência que já passaram por este mundo.

O que ocorreu quando a nova tecnologia terapêutica de aparelhagens de ondas contínuas ou de diatermia começou a substituir a tecnologia primitiva de ondas amortecedoras? Obviamente os novos resultados não foram bons. Nessa época o professor Eberhard estava ensinando no Departamento de Eletroterapia do Colégio de Medicina de Chicago. Os hospitais não mais empregaram os modernos dispositivos de ondas contínuas (CW) nas aplicações em que os antecessores de ondas amortecidas (DW) haviam sido utilizados eficazmente. Essa tecnologia de Rife ressurgiu na segunda metade da década de 1980.

As fundações e outros órgãos de pesquisa afeitos aos grandes hospitais, laboratórios e universidades recebem doações de verbas milionárias, destinadas às pesquisas. E surge alguém, subitamente dizendo: “pronto, está resolvido! Eis o que procuravam! Rife, em vez de ser homenageado, honrado, condecorado, premiado por esse fantástico e utilíssimo equipamento, foi boicotado e perseguido pelo corporativismo dos organismos da medicina oficial instituída. Se alguém descobre alguma droga que pode ser sintetizada e comercializada pelos grandes laboratórios, aufere todas as láureas imagináveis, inclusive recompnsas financeiras. Por isso, a maioria dos organismos de pesquisa, a começar pelos próprios laboratórios, embrenha-se por essa vereda, das drágeas, pílulas. E os vínculos da medicina oficial ortodoxa com esses poderosos laboratórios é notório.

E o que dizer dos tratamentos oficiais do câncer? A radioterapia e a quimioterapia controlam tudo, domina totalmente esse panorama. Tratamentos caros, dolorosos, que provocam queimaduras, quedas de cabelo, náuseas, internações atrozes. Voltas, retornos, tudo de novo. E a visão dos médicos de que isso é absolutamente necessário, de que não há outros meios, foi ensinada a eles em universidades e consolidada em congressos, simpósios, cursos de pós-graduação, etc. O interesse monetário desses grandes conglomerados das drogas farmacêuticas, da radioterapia e da quimioterapia tem estado estreitamente ligado a setores dominantes do corporativismo médico e hospitalar. As denúncias nos anos recentes têm saído na imprensa. Mas o que se tem transformado? Muito pouco. Basta você depender de um médico, de um tratamento, uma internação, e você vê que perdura tudo como dantes, no purgatório dos tranquilizantes.

Do mesmo modo que fizeram ao seu engenheiro chefe e sucessor, John Crane, ou, em outros anos e lugares, com a grande pesquisadora de radiônica Ruth Drown e com o genial inventor Wilhelm Reich, todos eles forjadamente condenados e presos, não podendo assim prosseguir suas pesquisas, descobertas e invenções, em prejuízo de toda a humanidade. Alguns dentre outros grandes nomes não referidos aqui, que contribuíram para a evolução da medicina, dos meios de diagnósticos e dos tratamentos, e que como paga foram arruinados, boicotados ou, no mínimo, ridicularizados e ignorados durante anos ou décadas, pelo staff da medicina ortodoxa, foram: o descobridor dos raios-x, Harvey, que formulou a teoria circulatória do sangue; Morton, que difundiu a novidade da anestesia, Antônio Priore, Gaston Naessens, etc.

Nikola Tesla, autor, desde a virada do século 19 para o século 20 de mais de de 600 inventos, alguns tão incríveis que hoje, um século depois estão ainda adiante do nosso tempoinventor da corrente alternada e, que possibilitou a primeira hidrelétrica do mundo, nas quedas do Niágara. Tesla mostrou os caminhos para se conseguir energia gratuita para o mundo todo, do ar, do vácuo. Demonstrou isso. E inventou meios de comunicação instantânea talvez superiores aos atuais. Foi boicotado pelo corporativismo da então nascente indústria petrolífera, que anteviu riscos de perder trilhões de seus futuros lucros, para uma energia limpa, barata, acessível a todos. Tesla inventou o rádio antes do grande cientista Guglielmo Marconi, e a Suprema Corte reconheceu essa verdade, com um “ligeiro” atraso de quase 40 anos, em 1944. As escolas continuam ensinando que o inventor do rádio é Marconi, do mesmo modo que Graham Bell, que se apropriou espertamente do telefone, inventado por outro, antes dele.