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GRAVIOLA, seu uso em tratamentos de diversas patologias, inclusive o câncer, os efeitos colaterais que ela provoca, etc…

 

Programa É Seu Direito Saber, É Seu Direito Escolher, vídeo do Dr. Daniel Forjaz, biólogo, com especialização em Fitoterapia Clínica, sobre a GRAVIOLA, seu uso em tratamentos de diversas patologias, inclusive o câncer, os efeitos colaterais que ela provoca, uso em outras áreas, etc. INFORMAÇÕES ÚTEIS, derrubando MITOS e trazendo VERDADES, com responsabilidade e base em estudos científicos de diversos Países.

Publicado por Conexão na Cidade em Quinta-feira, 5 de julho de 2018

 

“Programa É Seu Direito Saber, É Seu Direito Escolher”, vídeo do Dr. Daniel Forjaz, biólogo, com especialização em Fitoterapia Clínica, sobre a GRAVIOLA, seu uso em tratamentos de diversas patologias, inclusive o câncer, os efeitos colaterais que ela provoca, uso em outras áreas, etc. INFORMAÇÕES ÚTEIS, derrubando MITOS e trazendo VERDADES, com responsabilidade e base em estudos científicos de diversos Países.

 

 

A nova droga que pode fazer o sistema imunológico ‘devorar’ tumores

Por: UOL NOTÍCIAS

Tratamentos que exploram o sistema imunológico para combater o câncer são uma área crescente de pesquisa para cientistas do mundo todo. Agora, uma equipe de pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveu uma droga que ajuda o corpo a “comer” e a destruir células cancerígenas.

O tratamento aumenta a ação dos glóbulos brancos, chamados macrófagos, que o sistema imunológico usa para devorar invasores indesejados.

Testes em camundongos mostraram que a terapia funcionou para tumores agressivos de mama e pele, informou a revista científica Nature Biomedical Engineering (revista de Engenharia Biomédica da Natureza).

A equipe americana que conduziu o estudo espera iniciar testes em humanos dentro de alguns anos. O fato de a droga já ter uma licença, dizem os pesquisadores, deve acelerar o processo de aprovação para uso.

A novidade desenvolvida a partir de moléculas componentes que se encaixam como blocos de tijolo é uma “supramolécula”.

O estudo envolve uma célula imune devoradora ou “fagocitária” chamada macrófago.

Macrófagos ajudam a combater infecções bacterianas e virais porque podem reconhecer e atacar esses “invasores”.

Mas eles não são tão eficazes no combate ao câncer, uma vez que os tumores crescem a partir de nossas próprias células e têm mecanismos inteligentes para se esconder do ataque do sistema imunológico.

A droga que o médico Ashish Kulkarni e seus colegas do Brigham e Hospital da Mulher da Faculdade de Medicina de Harvard usaram no estudo funciona de duas maneiras.

Em primeiro lugar, ela impede as células cancerígenas de se esconderem dos macrófagos. Em segundo lugar, impede que o tumor “diga” aos macrófagos que se tornem dóceis.

Nos camundongos, a terapia supramolecular pareceu impedir que o câncer crescesse e se espalhasse.

Os pesquisadores prevêem que a droga pode ser usada juntamente com outros tratamentos contra o câncer, como os inibidores de pontos de verificação imunológicos da imunoterapia. Esses pontos são moléculas especializadas que conseguem impedir o sistema imunológico de agir, fazendo com que as células de defesa sejam utilizadas apenas quando preciso.

Carl Alexander, do Instituto de Pesquisa do Câncer do Reino Unidos, diz que é “promissor” ver mais uma nova pesquisa. Segundo ele, agora é necessário trabalhar mais nesse estudo para mostrar que a nova droga poderia, de fato, ser usada em tratamentos.

 

Cientistas “congelaram” a célula cancerígena para que ela não se movimente

Por: Ciência e Saúde – G1

Uma nova pesquisa publicada na revista “Nature Communications” nesta sexta-feira (22) abre novos caminhos para impedir que o câncer se espalhe para outras áreas do organismo. Em estratégia inédita, cientistas “congelaram” a célula cancerígena para que ela não se movimentasse.

Trata-se de uma mudança de perspectiva na luta contra o câncer, dizem os cientistas. Isso porque, na maior parte das pesquisas em oncologia, os esforços se concentram mais em matar o tumor.

Os testes foram feitos com a molécula KBU2046, composto que inibiu o movimento de células do câncer em quatro diferentes tipos de células do câncer humanas: câncer de mama, próstata, colorretal e pulmão.

“O movimento é a chave. Se as células cancerígenas se espalharem por todo o seu corpo, elas vão tirar sua vida. Podemos tratar, mas esse movimento vai tirar sua vida”, diz em nota Raymond Bergan, professor de oncologia médica no Instituto OHSU Knight Cancer (EUA).

“Estamos estudando uma maneira completamente diferente de tratar o câncer”, conclui Bergan.

O cientista explica que ele e a sua equipe fizeram diversos estudos na química para pensar um composto que só inibiria o movimento de células do câncer — e não tivesse nenhum outro efeito em células saudáveis.

Substância bloqueia proteína associada ao movimento

Como o Médico diferencia um Tumor Primário do Metastático

Por: Oncoguia

Para determinar se um tumor é primário ou metastático, um patologista, médico especializado na interpretação de exames laboratoriais, análise e avaliação de células, examina uma amostra do tumor. Em geral, as células cancerígenas se parecem com as células do tecido onde o tumor se iniciou. O patologista, por meio de exames de diagnóstico específicos, é capaz de determinar a origem das células cancerígenas. Os marcadores ou os antígenos encontrados nas células cancerígenas podem indicar o local do tumor primário. A técnica mais comum através da qual o patologista identifica a origem das células é a imunohistoquímica. Mais recentemente, análises sofisticadas de determinados genes estão ajudando a identificar o tecido de origem das células malignas.

Os tumores metastáticos podem ser diagnosticados ao mesmo tempo que o tumor primário, ou meses ou até anos mais tarde. Em raros casos, descobre-se a metástase antes mesmo de se identificar um tumor na mama. Quando um novo tumor é encontrado em um paciente já tratado anteriormente para um câncer, muitas vezes é uma metástase do tumor primário que demorou anos para crescer e se manifestar.