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Viver em grupo é protetor contra a recidiva do câncer

Por: http://www.hospitalmoinhos.org.br

Ter uma vida social ativa é uma das formas de manter o corpo saudável e protegê-lo contra a recidiva do câncer de mama. É o que  afirma um estudo realizado pela revista Câncer em dezembro de 2016.

Desenvolvido pela Divisão de Pesquisas da Kaiser Permanente, em Oakland, na Califórnia, a análise verificou os dados de 10 mil pacientes e constatou que mulheres solitárias que haviam passado por um tratamento oncológico mamário tinham risco 40% maior de ter uma recidiva da doença e 60% maior de falecer em decorrência do câncer de mama.

Mas o que caracteriza essa solidão?

 

O oncologista Alexander Daudt, do Centro de Oncologia do Lydia Wong Ling do Hospital Moinhos de Vento, explica que esse comportamento é chamado de isolamento social, ou seja, quando o indivíduo deixa de participar, de modo voluntário ou não, de atividades sociais seja para trabalho ou lazer.

“São pessoas que, mesmo vivendo em uma casa com familiares, vivem isoladas, sem ter um espaço ou momento para compartilhar suas opiniões e ser ouvida”. Em geral, os pacientes chegam ao consultório já dizendo que não querem dar trabalho ou incomodar os familiares, por exemplo”, detalha o médico.Por não contar com esse momento de partilha, muitas vezes, essas pessoas são isoladas ou se isolam de familiares, amigos e colegas. E esse pode ser primeiro sintoma de uma depressão.

“Já sabemos que o estresse é um dos fatores de risco para o desenvolvimento do câncer é uma das formas de aliviá-lo é o desabafo. Mas pessoas em isolamento social tem dificuldade de falar sobre seus angústias e problemas com outros”, explica o Dr. Daudt.

Além disso, pessoas solitárias tendem a praticar menos atividades físicas, a fumar e beber, fatores que elevam o risco de desenvolvimento da doença. São frequentes também os casos de queixas de insônia.

“O sono é reparador e fundamental para o fortalecimento do sistema imune”, alerta o especialista.

Como virar o jogo?

 

Participar de atividades, como grupos de apoio, é uma das alternativas para encorajar esse paciente a voltar ao convívio social. Mas outras atitudes cotidianas também são decisivas, como ter um familiar ou amigo que acompanhe o paciente às consultas e tratamentos. Ter alguém que o ouça e que o auxilie a refazer esses laços de amizade e convívio também é fundamental.

“Laços afetivos são sempre positivos e ter pessoas que te fazem bem por perto é indispensável para a saúde física e mental de qualquer um dia nós. E se estamos passando por um tratamento oncológico, essa rede só fortalece o paciente”, avalia o Dr. Daudt.

O Câncer e a Cura

Por: GISELI SANTOS·TERÇA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2017
Pessoal, vamos falar sobre o câncer e a sua possível cura.
Eu não posso dizer que a CURA não existe, pois durante minha vida vi diversas curas e por “n” fatores; vi curas através da FÉ, curas inexplicáveis em quem não possuía fé nenhuma, mas uma imensa força mental, curas através de mudança total de hábitos e dieta, curas com cirurgias, tratamentos convencionais, substâncias químicas e suplementos diversos, etc.
O que é preciso que TODOS entendam é que NENHUM suplemento, substância, vitamina, medicamento, protocolo, dieta e seja lá o que mais existir voltado a tratar o câncer, irá promover a CURA de todos os tipos de tumores ou mesmo a melhora do estado geral do paciente, sozinho como em um passe de mágica e em tempo recorde.
Câncer não é um resfriado e creio que todos aqui sabem disso. É preciso tratarmos deste assunto com a seriedade que ele nos obriga a tratá-lo.
Antes de olhar para o câncer, devemos olhar para o PACIENTE como um todo. O paciente tem um câncer, mas ele é muito mais que isso. Existem muitos outros fatores que precisam ser enxergados e tratados, desde seu estado psicológico até as suas deficiências nutricionais.
Tudo o que existe para tratar o câncer não o curam, salvo raras exceções… o que eles fazem, cada um com sua síntese, é ajudar a combatê-lo junto a demais fatores, quais sejam:
  • os protocolos existentes, indicados por um terapeuta de sua confiança, caso haja necessidade;
  • interrupção de situações que interferem no tratamento como o consumo de açúcares, gordura ruim, carboidratos, refrigerantes, carne vermelha, fumo, álcool, sedentarismo, stress, negativismo, insônia, etc;
  • dieta adequada à finalidade de reposição de vitaminas e minerais que o paciente tenha deficiência e que sejam essenciais ao correto funcionamento do sistema imunológico e do organismo para que ele mesmo, fortalecido, tenha condições de combater o tumor;
  • o paciente precisa entender que não adianta ter uma lista de alimentos que contém as vitaminas e minerais essenciais para ajudar a combater o seu problema. Tão importante quanto saber isso, é saber a forma correta de prepará-los e ingeri-los para que o organismo tenha condições de absorvê-los, para não correr o risco de uma vitamina ou um mineral serem perdidos no preparo, ou mesmo, uma substância anular a outra e esta última não ser absorvida e acabar sendo excretada pelo corpo;
  • também é muito importante que o paciente faça uma avaliação com seu dentista para descobrir possíveis infecções que ficam “escondidas” e atrapalham o tratamento, bem como, tratar infecções existentes em outras regiões ou órgãos. Anemias são extremamente importantes e devem ser adequadamente tratadas;
  • o lado psicológico não deve ser tratado com menor importância, afinal, o cérebro comanda o corpo e a mente deve estar saudável para enfrentar essa maratona. Da mesma forma, é essencial o apoio da família e dos amigos para o sucesso do tratamento.
Em resumo, queridos: não acredite que irá tomar um medicamento ou suplemento e em um mês estará curado. Isso não existe. Assuma o controle da situação e reveja tudo em sua vida. Comece como se hoje fosse o seu primeiro dia de vida. Livre-se de tudo que não te ajuda, tanto em relação ao câncer, quanto em relação à sua vida como um todo. Incorpore em sua rotina tudo o que venha agregar, somar e te ajudar no combate à essa doença, seja fisicamente, emocionalmente e psicologicamente. Tenha sempre amigos por perto que possam te ajudar nesta mudança, que possam te auxiliar a lidar com informações que você não entenda, que pesquisem, que te ensinem, que realmente TE AJUDEM.
E, NUNCA, JAMAIS, tenha medo ou vergonha de perguntar. Estamos aqui para prestar esse auxílio.
Não tome NADA sem o conhecimento do SEU MÉDICO.
Sucesso em seu tratamento e em sua nova vida!!!