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Royal Raymond Rife: O Cientista perseguido pelos laboratórios

Por: ciclofinal.blogspot.com

Republicação: texto revisado.

Conheça Royal Raymond Rife, mais um gênio esquecido e desprezado. Tal como aconteceu com Nikola Tesla, também Rife pagou caro por suas invenções.

Este brilhante cientista (1888-1971), após estudar no Johns Hopkins, desenvolveu uma tecnologia que ainda hoje é usada nos campos da ótica, eletrônica, radio-química, bioquímica, balística e aviação.

Os modernos microscópios eletrônicos matam instantaneamente tudo o que estiver sob ele, vendo apenas os restos mumificados e os detritos. O que o microscópio de Rife podia ver era a atividade de viroses viventes enquanto eles mudavam de forma para se acomodar ás mudanças no ambiente.

Rife, identificou meticulosamente a assinatura espectroscópica individual de cada micróbio. Ele então girou lentamente prismas de blocos de quartzo para focar a luz de comprimento de onda único sobre os micro-organismos que estava examinando. Este comprimento de onda foi selecionado porque ressonava com a frequência da assinatura do espectroscópio do micróbio baseado no fato agora estabelecido de que cada molécula oscila em sua distinta frequência.

Os átomos que se juntam para formar uma molécula são mantidos juntos nessa configuração molecular com uma cadeia de energias covalentes que emite e absorve sua própria frequência eletromagnética específica. Nenhuma entre duas espécies de moléculas tem as mesmas oscilações eletromagnéticas ou assinatura energética. A ressonância amplifica a luz da mesma maneira que duas ondas do oceano intensificam uma a outra quando se juntam.

O resultado de usar um comprimento de onda ressonante é que os micro-organismos que são invisíveis na luz branca repentinamente se tornam visíveis em um brilhante flash de luz quando são expostas à frequência de cor que ressona com a sua própria e distinta assinatura espectroscopia. Rife, viu estes organismos, invisíveis de outra forma, invadindo ativamente culturas de tecidos. A descoberta de Rife possibilitou a ele ver organismos que ninguém mais poderia ver com microscópios comuns.

Mais de 75% dos organismos que Rife podia ver com seu Microscópio Universal são visíveis somente com a luz ultravioleta. Mas a luz ultravioleta está fora do âmbito da visão humana, é invisível para nós. O gênio de Rife permitiu-lhe superar esta limitação pelo heteródino, que basicamente, é uma técnica de combinar dois sinais para obter um terceiro sinal. Ele iluminou o microscópio (geralmente um vírus ou bactéria) com dois comprimentos de ondas da mesma frequência da luz ultravioleta que ressonava com a assinatura do espectro do micróbio. Estes dois comprimentos de ondas produziam interferência onde eles se juntaram.

Esta interferência era, em efeito, uma terceira onda, mais longa que adentrou a porção visível do espectro eletromagnético. Foi assim que Rife tornou visíveis os micróbios invisíveis sem matá-los, um feito notável que os microscópios eletrônicos atuais não podem repetir.

Neste tempo, Rife estava tão à frente dos seus colegas dos anos 1930 que eles não poderiam compreender o que ele estava fazendo, sem ir ao laboratório de Rife em San Diego. Muitos fizeram exatamente isso e viram com seus próprios olhos.

Uma delas foi Virginia Livingston. Ela finalmente se mudou de New Jersey para Point Loma nos arredores de San Diego e se tornou uma frequente visitante do seu laboratório. Hoje, é frequentemente dado a Virginia Livingston o crédito por identificar o organismo que causa o câncer humano, começando pelas pesquisas que ela começou a publicar em 1948.

Na realidade, Royal Raymond Rife tinha identificado o vírus do câncer humano primeiro … nos anos 20! Então, fez mais de 20.000 tentativas sem sucesso para transformar células normais em células tumorais.  Finalmente conseguiu quando irradiou o vírus do câncer, o passou pelo filtro ultrafino de porcelana que retinha células e injetou em animais de laboratório. Não satisfeito em provar que este vírus causava um tumor, Rife então criou 400 tumores em sucessão a partir da mesma cultura.

Documentou tudo em filme, fotografias e registros meticulosos. Deu ao vírus do câncer o nome “Cryptocides Primordiales”. Virginia, em seus papéis, o renomeou “Progenitor Cryptocides”. Royal Rife nunca foi nem mesmo mencionado em seus papéis. De fato, Rife raramente obteve o crédito por suas descobertas monumentais. Ele era um cientista quieto e modesto, dedicado a expandir suas descobertas, mais do que ambições, fama e glória.

Rife também trabalhou com cientistas e doutores renomados do seu tempo, que também confirmaram ou endossaram várias áreas do seu trabalho. Aumentando a intensidade de uma frequência que ressonava naturalmente com estes micróbios, Rife aumentou suas oscilações naturais até que distorcessem e se desintegrassem. Rife chamou esta frequência de “taxa oscilatória mortal (TOM), e não causou danos nenhum aos tecidos vizinhos.

Os instrumentos de Rife atuais usam certas frequências selecionadas e seus harmônicos para executar o trabalho. Estes princípios podem ser ilustrados pelo uso de uma intensa nota musical para quebrar uma taça de vidro: as moléculas do vidro já estão oscilando em algum harmônico (múltiplos) dessa nota musical. Nada além do vidro é destruído. Há literalmente centenas de trilhões de frequências de ressonâncias diferentes.

Rife levou muitos anos até descobrir as frequências que destruíam especificamente herpes, pólio, meningite espinhal, tétano, influenza e um número imenso de outros organismos causadores de doenças perigosas.

Em 1934, a Universidade da Califórnia do Sul formou um comitê especial de pesquisa médica para trazer pacientes de câncer terminal do Hospital de Pasadena County para o laboratório e clinica de Rife em San Diego para tratamento. A equipe incluía doutores e patologistas reconhecidos para examinar os pacientes – se ainda vivos – em 90 dias.

Após os 90 dias de tratamento, o comitê concluiu que 86,5% dos pacientes tinham sido completamente curados. O tratamento foi então ajustado e os restantes 13,5% também reagiram nas 4 semanas seguintes. O índice de recuperação total usando a tecnologia de Rife foi de 100%.

Em 20 de novembro, 44 das mais respeitadas autoridades médicas do país honraram Rife com um banquete anunciando “o fim de todas as doenças” sob os cuidados do Dr. Milbank Johnson em Pasadena. Mas em 1939, quase todos estes distintos doutores e cientistas negaram o encontro. O que aconteceu para fazer com que tantos homens brilhantes tivessem esse completo lapso de memória? Parece que a notícia do milagre de Rife com pacientes terminais tinha chegado a outros ouvidos.

Em primeiro lugar, uma tentativa foi feita para “comprar” Rife. Morris Fishbein, que tinha adquirido todo o estoque da Associação Médica Americana em 1934, enviou um advogado/procurador a Rife com um oferta que foi recusada. Nunca soubemos os termos exatos desta oferta. Mas sabemos os termos da oferta que Fishbein fez para Harry Hoxsey para controlar o seu remédio herbal contra câncer. Os associados de Fishbein receberiam todos os lucros por nove anos e Hoxsey não receberia nada. Depois, se eles estivessem contentes com o desempenho do produto, Hoxsey passaria a receber 10% dos lucros. Hoxsey decidiu continuar o negócio sozinho.

Quando Hoxsey recusou a proposta de Fishbein, este valeu-se das suas conexões políticas imensamente poderosas para prender Hoxsey 125 vezes em 16 meses. As acusações (baseadas em prática sem licença) foram sempre removidas no tribunal, mas o tormento levou Hoxsey à loucura.

Mas Fishbein deve ter concluído que a sua estratégia não funcionaria com Rife. Primeiro, Rife não poderia ser preso por prática sem licença como Hoxsey. Uma acusação falsa significaria que as testemunhas de defesa de Rife seriam apresentadas por proeminentes autoridades médicas que trabalhavam com ele. E a defesa teria a oportunidade de apresentar evidência como o estudo médico de 1934 feito com o comitê americano.

A última coisa no mundo que a indústria farmacêutica queria era uma audiência pública sobre a terapia sem dor que curou 100% dos pacientes terminais de câncer e não custa nada além de um pouco de eletricidade.

E finalmente, Rife tinha gasto décadas acumulando meticulosa evidência de seu trabalho, incluindo filmes e fotografias de imagens congeladas.  O primeiro incidente foi o gradual roubo de componentes, fotografias, filmes e registros escritos do laboratório de Rife. O ladrão nunca foi pego. Então, enquanto Rife se esforçava para reproduzir seus dados perdidos , alguém vandalizou seus preciosos microscópios de vírus. Peças do seu microscópio de 5682 partes foram roubadas.

Antes, um incêndio provocado tinha destruído o laboratório de Burnett de vários milhões de dólares, justamente quando cientistas estavam se preparando para anunciar a confirmação do trabalho de Rife. Mas o pior aconteceu mais tarde, quando a polícia confiscou ilegalmente o restante dos 50 anos de pesquisas de Rife.

Os jornais médicos, patrocinados quase que inteiramente pelos anúncios das empresas de drogas e controlados pela AMA, recusaram publicar qualquer artigo de qualquer um envolvido com a terapia de Rife. Portanto, uma geração inteira de estudantes de medicina se formaram e começaram a trabalhar sem nunca terem ouvido falar dele.

A conclusão inevitável alcançada por Rife foi que o trabalho feito durante toda a vida e as suas descobertas não só tinham sido ignoradas, mas provavelmente seriam enterradas com ele. Naquele ponto, ele parou de produzir e gastou o último terço da sua vida se afogando no alcoolismo.

Observações CF: atualmente, existem vários aparelhos que tentam repetir os êxitos conseguidos por Rife. Mas, como o seu trabalho foi roubado e destruído, ninguém sabe as reais especificações dos aparelhos nem as frequências exatas que ele usava para eliminar vírus, bactérias, etc.
Portanto, aconselho o máximo de cuidado a quem queira estudar este assunto, evitando assim efeitos indesejáveis.

ABAIXO ALGUMAS FREQUÊNCIAS RIFE:

 

Rife, gênio esquecido da Medicina

Por: eurooscar.com

 

 

O dispositivo inovador de Rife contra o câncer

Mais de 20 anos da vida de Royal Raymond Rife foram dedicados à pesquisa e aperfeiçoamento de uma invenção dele, eletrônica e bastante simples, mas de um alcance extraordinário, pois daria à humanidade a solução definitiva contra qualquer afecção virótica ou bacteriológica.

Royal R. Rife nasceu em 1888, em Elkhorn, Nebraska, e faleceu em 1971, também nos EUA. Estudou na escola John Hopkins. Em 1913, aos 25 anos de idade, chegou a San Diego. Durante 7 anos ele viajou à Europa para investigar laboratórios estrangeiros, a mando do governo do seu país. Uma delas era a Zeiss, uma das principais companhias ópticas alemãs, e lá Rife aprendeu a arte de construir microscópios, tendo sido treinado pessoalmente por Carl Zeiss.

 

Manchete: “Terríveis micróbios de doenças destruídos por raios, alegação de cientista de Dakota do Sul.” Abaixo, à direita: “O flagelo do câncer compreendido por Rife após 18 anos de trabalho árduo.”
(Do site http://www.rifenovice.com)
Durante esse período ele aprendeu as necessárias habilidades mecânicas para confeccionar instrumentos. A bacteriologia e os microscópios o fascinaram. De fato ele nunca se envolveu com engenharia eletrônica. Os microscópios de Rife são bem conhecidos e se popularizaram graças às suas características de ampliação. Todavia pouco se sabe a respeito de suas máquinas de rádio-frequência.

Em 1920 ele construiu o seu primeiro microscópio e cuidou de concluir também a sua primeira máquina de frequência, a qual era em verdade um dispositivo eletroterapêutico “Thompson-Plaster”, do tipo D’Arsonval, equipado com tubos de vidro Oudin, à vácuo. Essa informação foi confidenciada pelo seu assistente J. Crane e mais tarde confirmada por outro assistente de Rife, J. Flores. Os resultados listados por Rife foram cura de câncer extinção de micro-organismos e de vírus.

Em 1912 o grande inventor Lee De Forest descobriu o celebrado triodo em tubo de vácuo, com a capacidade de amplificar e produzir oscilações de ondas contínuas (CW). Contudo, ondas amortecedoras não são apropriadas para transmitir a voz humana, músicas, sons ou informações; agora sabemos que isso é possível com ondas contínuas (CW). Ondas amortecedoras, pela sua própria natureza, carregam os ruídos do som, os quais interferem nocivamente com qualquer outro som ou informação que se possam tentar transmitir mediante as mesmas ondas amortecedoras.

 

Gerador Rife reconstruído pelo Dr. Bare
(Do site http://www.rifenovice.com/Page_3.html)
Em 1920, oito anos mais tarde, houve a primeira transmissão radiofônica com ondas hertzianas, ou seja, ondas contínuas (CW), iniciando uma nova tecnologia para as telecomunicações e o rádio. Sons, músicas e imagens foram finalmente radiodifundidos pelas ondas contínuas (hertzianas). No entanto as ondas contínuas foram desastrosas quando utilizadas em dispositivos eletroterapêuticos. Infelizmente, a nova tecnologia radiofônica e televisiva substituiu também os dispositivos eletroterapêuticos pioneiros e parecia que ninguém se interessava mais pelas oscilações e ondas amortecidas (DW), consideradas como já ultrapassadas. Porém Rife atentou para a importância biológica daquelas ondas “obsoletas”.

Na década de 1930 os colegas de Rife não compreendiam o seu trabalho, que era por demais inovador e avançado para eles. Contudo, a Universidade de Heidelberg lhe concedeu um doutorado honorário pelos seus trabalhos e Rife também angariou 14 dos mais prestigiosos prêmios e condecorações, em razão das contribuições à ciência.

As telecomunicações atuais são baseadas exclusivamente em ondas portadoras contínuas (CW), aparentemente muito bem compreendidas pela maioria dos engenheiros eletrônicos. Rife pareceu seguir a nova tendência e se simpatizar rapidamente com a nova tecnologia radiofônica de tubos. Ele diligenciou para inventar um gerador de ondas contínuas com aquela nova tecnologia de tubos de rádio. Ele também construiu um novo tubo de vácuo de Oudin, que batizou como Tubo Rey de Rife. Entretanto a nova tecnologia, com ondas ininterruptas, produzia excessivo calor nos dispositivos eletroterapêuticos e os resultados médicos não foram animadores. Um novo nome, “diatermia”, foi criado para descrever a característica do novo efeito na forma de “aquecimento profundo” e essa nova modalidade foi substituindo a anterior, não mais aceita como “válida”.

Rife tinha rapidamente percebido que os então recentes geradores de ondas contínuas não surtiam os resultados eficazes que ele obtivera tanto com os dispositivos anteriores (baseados nas ondas amortecedoras) quanto com o seu avançado e inovador microscópio. E ele percebeu que as ondas contínuas eletroterapeuticamente não serviam.

 

Dr. Royal Raymond Rife, uma das mentes
mais versáteis e brilhantes da história da ciência
(Do site http://www.rifenovice.com/Page_3.html)>
A medicina bio-elétrica foi em termos práticos criada e desenvolvida por Rife. A tecnologia que ele criou e aperfeiçoou foi e continua sendo empregada nos âmbitos da óptica, eletrônica, bioquímica, radioquímica, aviação e balística. Ele foi o pioneiro na aplicação médica e biológica dos aparatos eletroterapêuticos fundamentados nas ondas amortecedoras (DW). Todavia, os seus geradores de ondas posteriores eram com ondas contínuas, utilizando moderna tecnologia de tubo, mas com as ondas moduladas (cortadas) por um outro amplificador, em uma frequência de áudio, simulando ondas amortecedoras (DW).

E Rife investigou essas frequências de áudio e proclamou que a elas se deviam os resultados felizes que ele vinha observando, e nunca às ondas contínuas, por si mesmas. Os geradores modulados RF de Rife foram os primeiros dispositivos modernos a simular a função dos velhos aparatos eletroterapêuticos de ondas amortecedoras. A respeito, leia-se o livro “The Cancer Cure That Worked”, de Barry Lines, Marcus Books, Ontario, 1989.

Rife passou 66 anos da sua vida projetando, desenhando e construindo instrumentos médicos, tendo também trabalhado para o governo dos EUA e para diversos benfeitores, entre os quais se ressalta o riquíssimo Henry Timkin, da Timkin Rolamentos.

Rife foi um autodidata, criativo, hábil, intuitivo, com uma percepção interdisciplinar muito abrangente. Compreendeu os fundamentos científicos e tecnológicos das principais áreas do conhecimento e graças a isso pôde trabalhar proveitosamente com equipes de cientistas e de técnicos dos mais diversos setores. Quando uma nova empreitada era impedida por falta de instrumentos ou não havia tecnologia disponível, Rife desbravava o terreno, construía o instrumental necessário e forjava uma nova tecnologia. P. ex., são de sua lavra um microscópio heteródino ultravioleta, com poder de ampliação muito superior aos mais avançados já existentes, um micro-manipulador e um micro-dissecador.

Foi um dos mais talentosos e versáteis servidores da ciência que já passaram por este mundo.

O que ocorreu quando a nova tecnologia terapêutica de aparelhagens de ondas contínuas ou de diatermia começou a substituir a tecnologia primitiva de ondas amortecedoras? Obviamente os novos resultados não foram bons. Nessa época o professor Eberhard estava ensinando no Departamento de Eletroterapia do Colégio de Medicina de Chicago. Os hospitais não mais empregaram os modernos dispositivos de ondas contínuas (CW) nas aplicações em que os antecessores de ondas amortecidas (DW) haviam sido utilizados eficazmente. Essa tecnologia de Rife ressurgiu na segunda metade da década de 1980.

As fundações e outros órgãos de pesquisa afeitos aos grandes hospitais, laboratórios e universidades recebem doações de verbas milionárias, destinadas às pesquisas. E surge alguém, subitamente dizendo: “pronto, está resolvido! Eis o que procuravam! Rife, em vez de ser homenageado, honrado, condecorado, premiado por esse fantástico e utilíssimo equipamento, foi boicotado e perseguido pelo corporativismo dos organismos da medicina oficial instituída. Se alguém descobre alguma droga que pode ser sintetizada e comercializada pelos grandes laboratórios, aufere todas as láureas imagináveis, inclusive recompnsas financeiras. Por isso, a maioria dos organismos de pesquisa, a começar pelos próprios laboratórios, embrenha-se por essa vereda, das drágeas, pílulas. E os vínculos da medicina oficial ortodoxa com esses poderosos laboratórios é notório.

E o que dizer dos tratamentos oficiais do câncer? A radioterapia e a quimioterapia controlam tudo, domina totalmente esse panorama. Tratamentos caros, dolorosos, que provocam queimaduras, quedas de cabelo, náuseas, internações atrozes. Voltas, retornos, tudo de novo. E a visão dos médicos de que isso é absolutamente necessário, de que não há outros meios, foi ensinada a eles em universidades e consolidada em congressos, simpósios, cursos de pós-graduação, etc. O interesse monetário desses grandes conglomerados das drogas farmacêuticas, da radioterapia e da quimioterapia tem estado estreitamente ligado a setores dominantes do corporativismo médico e hospitalar. As denúncias nos anos recentes têm saído na imprensa. Mas o que se tem transformado? Muito pouco. Basta você depender de um médico, de um tratamento, uma internação, e você vê que perdura tudo como dantes, no purgatório dos tranquilizantes.

Do mesmo modo que fizeram ao seu engenheiro chefe e sucessor, John Crane, ou, em outros anos e lugares, com a grande pesquisadora de radiônica Ruth Drown e com o genial inventor Wilhelm Reich, todos eles forjadamente condenados e presos, não podendo assim prosseguir suas pesquisas, descobertas e invenções, em prejuízo de toda a humanidade. Alguns dentre outros grandes nomes não referidos aqui, que contribuíram para a evolução da medicina, dos meios de diagnósticos e dos tratamentos, e que como paga foram arruinados, boicotados ou, no mínimo, ridicularizados e ignorados durante anos ou décadas, pelo staff da medicina ortodoxa, foram: o descobridor dos raios-x, Harvey, que formulou a teoria circulatória do sangue; Morton, que difundiu a novidade da anestesia, Antônio Priore, Gaston Naessens, etc.

Nikola Tesla, autor, desde a virada do século 19 para o século 20 de mais de de 600 inventos, alguns tão incríveis que hoje, um século depois estão ainda adiante do nosso tempoinventor da corrente alternada e, que possibilitou a primeira hidrelétrica do mundo, nas quedas do Niágara. Tesla mostrou os caminhos para se conseguir energia gratuita para o mundo todo, do ar, do vácuo. Demonstrou isso. E inventou meios de comunicação instantânea talvez superiores aos atuais. Foi boicotado pelo corporativismo da então nascente indústria petrolífera, que anteviu riscos de perder trilhões de seus futuros lucros, para uma energia limpa, barata, acessível a todos. Tesla inventou o rádio antes do grande cientista Guglielmo Marconi, e a Suprema Corte reconheceu essa verdade, com um “ligeiro” atraso de quase 40 anos, em 1944. As escolas continuam ensinando que o inventor do rádio é Marconi, do mesmo modo que Graham Bell, que se apropriou espertamente do telefone, inventado por outro, antes dele.