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O CÂNCER SE TORNARÁ CURÁVEL NOS PRÓXIMOS 10 ANOS GRAÇAS AOS TRATAMENTOS DARWINIANOS

Por: https://www.greenme.com.br/

Notícias encorajadoras sobre a luta contra o câncer acabam de chegar de Londres, dos cientistas do ICR (Instituto Inglês de Pesquisa do Câncer) que acreditam seriamente que o câncer será “administrável” e “mais curável” até a próxima década, graças aos medicamentos que podem impedir que as células cancerosas se tornem resistentes aos tratamentos.

Trata-se de medicamentos “darwinianos” que seriam capazes de impedir que a doença se adaptasse e evoluísse, melhorando assim a expectativa e a qualidade de vida dos pacientes com câncer. Isso porque, no momento, o maior desafio enfrentado por quem trabalha para vencer tumores é a resistência ao tratamento. A mesma quimioterapia muitas vezes falha porque as células cancerígenas letais seriam capazes de se adaptar e sofrer mutações.

Daí a nova abordagem “evolucionária” do ICR, que lançou o primeiro programa de descoberta de medicamentos “darwinianos” do mundo. Os medicamentos foram projetados especificamente para lidar com a capacidade letal dos tumores de desenvolver resistência, bem como “entender, antecipar e superar” a evolução do câncer.

Para isso, foram investidos 75 milhões de libras em um novo centro de pesquisa em Londres, o qual abrigará mais de 300 cientistas de todo o mundo e de uma variedade de campos para trabalhar juntos e combinar sinergias para desenvolver novas terapias anti-câncer.

Os cientistas estão convencidos de que essa nova abordagem pode fornecer controle a longo prazo e tratamentos eficazes com uma mudança de paradigma e combinações de múltiplas drogas usadas com sucesso mesmo com doenças como HIV e tuberculose. E que dentro de 10 anos fará do câncer uma doença controlável e mais curável:

“Criaremos novos caminhos para enfrentar o desafio da evolução do câncer, bloqueando todo o processo de diversidade evolutiva, usando a inteligência artificial e a matemática para transformar o câncer em formas mais tratáveis ​​e combatendo o câncer com combinações de múltiplas drogas, como aquelas usadas com sucesso contra o HIV e a tuberculose”, disse Paul Workman, diretor administrativo do ICR.

Ele acrescentou:

“Acreditamos firmemente que, com mais pesquisas, podemos encontrar maneiras de tornar o câncer mais fácil e mais tratável, para que os pacientes possam viver mais e com uma melhor qualidade de vida. Mas essa pesquisa precisará de apoio e nosso novo Centro acelerará dramaticamente o progresso que já estamos fazendo”.

No entanto, para terminar o centro e abrir o novo edifício, são necessários 15 milhões de libras adicionais. Já começou uma campanha de arrecadação de fundos e crowdfunding para chegarem ao objetivo.

Este é um grande passo à frente na luta contra o mal mais difundido do século.

Vamos falar sobre Vitamina B17

Por: Jo Toledo – Bioterapeuta

Uma das melhores formas de prevenção do Câncer é ingerir alimentos ricos em Vitamina B17.
Dá a seu Sistema Imunitário um bom impulso.

Os alimentos que contêm essa vitamina são conhecidos como nitrilosides. Antes de conhecer sobre as fontes dessa vitamina, vamos dar uma olhada em como estas vitaminas são benéficas para nós.

A vitamina B17 serve para melhorar a saúde em geral, aumentar os níveis de energia e bem-estar e desintoxicar e limpar o organismo, ISSO EM QUANTIDADE MUITO PEQUENA

Vitamina B17 cura câncer?

A vitamina B17 tem sido muito estudada ao longo das décadas e é utilizada pela medicina complementar ou alternativa para o tratamento de câncer.

Um dos primeiros estudos realizados com a vitamina B17 foi em ratos com câncer e durou cerca de 5 anos. Durante o estudo, foi observado a regressão completa dos tumores, combinando a vitamina B17 com enzimas proteolíticas, como as encontradas no mamão e abacaxi. Porém, esse estudo foi acusado de uma série de fraudes e outros estudos, desse mesmo período, concluíram que a vitamina B17 não atuava contra o desenvolvimento do câncer.

Entretanto, muitos outros estudos sugerem efeito positivo no combate das células cancerígenas. Isso pode ocorrer devido à presença de uma enzima presente apenas nesse tipo de células que metaboliza a vitamina B17,  gerando uma substância tóxica que destrói as células de câncer.

A vitamina B17 pode ser facilmente encontrada nos caroços da cereja, pêssego, nectarina, ameixa, maçã e, principalmente no damasco. Além disso, também está presente na amêndoa, lentilha, macadâmia, castanha de caju, gergelim e alguns cereais, como o sorgo, painço, cevada, centeio e arroz integral.

COMO TODA SUPLEMENTAÇÃO O USO DE B17 EM CÁPSULAS DEVE SER ACOMPANHADA POR UM PROFISSIONAL

Leia também: Os 10 alimentos ricos em B17

 

GRAVIOLA, seu uso em tratamentos de diversas patologias, inclusive o câncer, os efeitos colaterais que ela provoca, etc…

 

Programa É Seu Direito Saber, É Seu Direito Escolher, vídeo do Dr. Daniel Forjaz, biólogo, com especialização em Fitoterapia Clínica, sobre a GRAVIOLA, seu uso em tratamentos de diversas patologias, inclusive o câncer, os efeitos colaterais que ela provoca, uso em outras áreas, etc. INFORMAÇÕES ÚTEIS, derrubando MITOS e trazendo VERDADES, com responsabilidade e base em estudos científicos de diversos Países.

Publicado por Conexão na Cidade em Quinta-feira, 5 de julho de 2018

 

“Programa É Seu Direito Saber, É Seu Direito Escolher”, vídeo do Dr. Daniel Forjaz, biólogo, com especialização em Fitoterapia Clínica, sobre a GRAVIOLA, seu uso em tratamentos de diversas patologias, inclusive o câncer, os efeitos colaterais que ela provoca, uso em outras áreas, etc. INFORMAÇÕES ÚTEIS, derrubando MITOS e trazendo VERDADES, com responsabilidade e base em estudos científicos de diversos Países.

 

 

Remédio contra diabetes é testado contra câncer

Indivíduos com diabetes que usavam metformina apresentaram risco 46% menor de ter câncer de cabeça e pescoço

Em um estudo feito com mais de 2 mil voluntários em cinco hospitais do Estado de São Paulo, o uso de metformina – um dos medicamentos antidiabéticos mais prescritos no mundo – foi associado a uma redução no risco de câncer de cabeça e pescoço.

A diminuição foi mais acentuada, em torno de 60%, entre os voluntários considerados de alto risco para a doença – aqueles que consumiam mais de 40 gramas de álcool por dia (o equivalente a três latas de cerveja) e mais de 40 maços de cigarro em um ano.

Os dados foram apresentados por Victor Wünsch Filho, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), no congresso “Next Frontiers to Cure Cancer“, organizado pelo A.C. Camargo Cancer Center.

“Estudos anteriores já haviam mostrado uma associação entre diabetes, uso de metformina e uma redução no risco de outros tipos de câncer, como pulmão, cólon e pâncreas. No caso dos tumores de cabeça e pescoço, porém, os dados existentes na literatura científica eram muito contraditórios. Por isso decidimos investigar melhor”, contou Wünsch.

O estudo do tipo caso-controle foi realizado durante o doutorado de Rejane Figueiredo, como parte do projeto Gencapo (Genoma do Câncer de Cabeça e Pescoço), que reúne cientistas de diversas instituições e é apoiado pela FAPESP.

Os resultados foram publicados na revista Oral Oncology.

Foram incluídos, ao todo, 1.021 portadores de câncer de cabeça e pescoço – um conjunto heterogêneo de tumores que afeta locais como a cavidade oral (lábios, língua, assoalho da boca ou palato), os seios da face, a faringe e a laringe – além das glândulas, vasos sanguíneos, músculos e nervos da região.

metformina Metformina: Uso foi associado a uma redução no risco da doença em estudo feito na Faculdade de Saúde Pública da USP com mais de 2 mil participantes (molécula da 1,1-dimetilbiguanida / imagem: Wikimedia)

Metformina: Uso foi associado a uma redução no risco da doença em estudo feito na Faculdade de Saúde Pública da USP com mais de 2 mil participantes (molécula da 1,1-dimetilbiguanida / imagem: Wikimedia) (Reprodução/Wikimedia Commons)

Mais prevalente nos países em desenvolvimento, representa o 9º tipo de câncer mais comum no mundo, com 700 mil novos casos anuais segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Tabaco e álcool são ainda considerados os principais fatores de risco, embora tenha crescido nos últimos anos o número de casos associados à infecção pelo papilomavírus humano (HPV), principalmente entre os pacientes mais jovens.

Na pesquisa, os portadores da doença foram divididos em cinco subgrupos: cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, laringe e orofaringe/hipofaringe não especificado.

Já no grupo-controle, foram incluídos 1.063 participantes sem a doença – selecionado entre pessoas que visitavam pacientes internados no hospital ou que estavam no serviço de saúde para atendimento ambulatorial de problemas não relacionados ao câncer, como doenças de pele, trato urinário, fraturas ou questões oftalmológicas, por exemplo.

“Excluímos aqueles que tinham doenças associadas ao uso de álcool e tabaco e também os visitantes de pacientes com câncer de cabeça e pescoço, dada a grande probabilidade de eles estarem expostos aos mesmos fatores de risco dos doentes, o que poderia enviesar os resultados”, explicou o pesquisador.

Todos os participantes responderam a um questionário com dados sobre o perfil sociodemográfico, estilo de vida (consumo de cigarro e álcool, entre outros fatores) e condições de saúde (se eram portadores de diabetes, se faziam uso de metformina e se tinham histórico familiar de câncer, entre outros). Também foram coletadas amostras de sangue que, no presente estudo, foram usadas para fazer o teste hemoglobina glicada, um dos mais precisos para diagnosticar o diabetes.

“Cruzamos as informações dos questionários, dos prontuários médicos e dos testes de sangue para fazer as análises estatísticas e esse foi um dos diferenciais do estudo. Se tivéssemos considerado como diabéticos apenas aqueles que se apresentaram como tal o número seria muito menor”, contou Wünsch.

Os participantes com diabetes foram depois subdivididos entre os que faziam ou não uso de metformina. “Consideramos no grupo metformina somente os pacientes em que a informação sobre o uso do fármaco constava do prontuário médico. Ficaram de fora nesse quesito, portanto, os voluntários que estavam no hospital apenas como visitantes”, explicou.

Nas análises que consideraram o uso de metformina, foram incluídos 1.021 casos (pacientes com câncer de cabeça e pescoço) e 587 controles hospitalares.

Diabetes e consumo de álcool

Análises estatísticas mostraram que no grupo dos casos de câncer a porcentagem de fumantes (68,0%) e bebedores (53,6%) foi bem maior que no grupo-controle (16,3% e 43,5% respectivamente). Ao todo, 359 participantes foram confirmados como portadores de diabetes, sendo 150 (14,7%) entre os portadores de câncer e 209 (19,7%) entre os controles.

O diagnóstico de diabetes foi inversamente associado ao câncer de cabeça e pescoço tanto em homens quanto em mulheres e em todos os subtipos da doença considerados no estudo. Contudo, a redução do risco foi estatisticamente significativa apenas no sexo masculino (32% menor) e no câncer de faringe (57% menos risco).

Em geral, indivíduos com diabetes que usavam metformina apresentaram risco 46% menor de ter câncer de cabeça e pescoço quando comparados aos participantes sem diabetes. Entre indivíduos com diabetes que não usavam metformina não foi evidenciada estatisticamente uma diminuição do risco.

Entre os indivíduos com alto consumo de tabaco e álcool, os que eram portadores de diabetes e usavam metformina apresentavam 69% menos probabilidade de ter câncer que os indivíduos sem diabetes.

“Inicialmente pensamos em investigar apenas a associação entre o câncer de cabeça e pescoço e o diabetes. A ideia de incluir a metformina surgiu quando participei de um congresso sobre câncer e metabolismo, no qual pude perceber a importância do medicamento. De forma simples, ele ativa uma enzima chamada AMPK [proteína quinase ativada por AMP], que pode inibir a proliferação celular”, contou Figueiredo.

Os achados, avaliou a pesquisadora, apontam para a necessidade de estudos mais aprofundados sobre a ação da metformina no câncer de cabeça e pescoço.

“É preciso tentar entender melhor o mecanismo de proteção, o tempo de uso e a dosagem da droga por meio de estudos específicos. Somente assim poderemos avaliar se é viável usá-la na quimioprevenção da doença ou para prolongar a sobrevida dos pacientes com câncer”, disse.

Segundo Wünsch, até o momento, só foi possível avaliar o efeito da metformina associado ao diabetes, pois são os portadores dessa doença os principais usuários do medicamento.

“Mas já há evidências de que o fármaco tem um efeito protetor importante por si só, que precisa começar a ser estudado na profilaxia do câncer e também no tratamento. Trata-se de uma droga barata e com poucos efeitos colaterais, então pode ser muito interessante”, disse o pesquisador.

O artigo Diabetes mellitus, metformin and head and neck cancer (doi: https://doi.org/10.1016/j.oraloncology.2016.08.006), de Rejane Augusta de Oliveira Figueiredo, Elisabete Weiderpass, Eloiza Helena Tajara, Peter Ström, André Lopes Carvalho, Marcos Brasilino de Carvalho, Jossi Ledo Kanda, Raquel Ajub Moyses e Victor Wünsch-Filho, pode ser lido aqui.