Arquivo da tag: alimentação

Embutidos: por que não dá para defendê-los

Por: Veja Saúde

Embora os conceitos de vilão e mocinho estejam ultrapassados na nutrição, vira e mexe salsicha, presunto e afins entram na berlinda

Com coronavírus e recomendações de isolamento social, alimentos prontos, baratos e com grande prazo de validade viram o centro das atenções nos mercados. Não é à toa que os embutidos tendem a lotar os cestos e carrinhos por aí.

Antes que alguém pense que eles são uma invenção moderna, já se vão mais de 4 mil anos que o homem usa métodos como a salga e a secagem para preservar e comer a carne do dia a dia. A inspiração para a receita teria vindo da observação de animais mortos que demoravam a apodrecer nas áreas próximas ao mar — a mistura da salmoura com o calor do sol estancava o crescimento de micro-organismos.

Com o tempo, outros processos e substâncias foram incorporados. “Se antes o presunto era basicamente o pernil do porco temperado com sal, hoje a lista de ingredientes costuma ser extensa”, diz o nutricionista Fábio Gomes, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O acréscimo de tantos aditivos está associado a cada vez mais estudos ligando o consumo das chamadas carnes processadas a problemas de saúde. Após revisar as evidências disponíveis, cientistas da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês) colocaram os embutidos junto do tabaco e do amianto na classificação de agentes cancerígenos.

“O relatório mostra que o consumo diário de 50 gramas de carne processada aumenta o risco de câncer colorretal em 18%”, destaca a nutricionista Bruna Pitasi Arguelhes, do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Achados como esse estão por trás de uma orientação dada por muitos profissionais de saúde: deixar, se possível, linguiça, salsicha, frios, nuggets e hambúrgueres prontos fora da rotina. “Não há recomendação segura para a ingestão”, afirma Bruna. O conselho é saborear só em festas, passeios ou experiências gastronômicas.

Mas e em tempos de confinamento? Para quem não conseguir evitar, a nutricionista Vanderli Marchiori, consultora da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), sugere: “Melhor optar por aqueles que carregam menos gordura e mais proteína. E nada de exagerar”. Tudo isso dentro de um contexto equilibrado: com frutas, verduras, cereais… Não é um pedaço de linguiça no feijão que vai botar tudo a perder.

– Ilustrações: Eduardo Pignata/SAÚDE é Vital

A professora Bernadette de Melo Franco, do Centro de Pesquisa em Alimentos, da Universidade de São Paulo (FoRC-USP), explica que a carne processada é aquela transformada por preparos como cozimento, salga, cura, fermentação, defumação, entre outros. “Os procedimentos resultam em melhoria de textura, sabor ou vida útil”, resume.

Tem tudo a ver com o que se conhece como charcutaria, ou seja, técnicas antigas que permitiam aos viajantes europeus desbravar terras distantes e ter fontes de proteína animal disponíveis por longos períodos. “Engloba produtos que são chamados, genericamente, de embutidos ou frios”, comenta Bernadette.

Entretanto, para tornarem-se um embutido de verdade, as carnes devem ser picadas, moídas, batidas e acondicionadas em uma espécie de tubo comestível — caso de salsicha e linguiça. Pela tradição, os invólucros são feitos com as tripas dos animais. Apesar do surgimento da geladeira, o gosto por esses alimentos milenares prevalece até hoje. Talvez pela presença de gordura e sal, dois elementos que, sem dúvida, seduzem o paladar.

Nitrito de sódio, um ingrediente polêmico

Na receita das carnes processadas, também é comum ocorrer um tal de nitrito de sódio. “Ele tem ação antimicrobiana e é responsável pela cor rosada característica”, esclarece a professora da USP. Acrescenta ainda um leve sabor picante e retarda a oxidação da gordura, impedindo o ranço. O problema é o efeito em nosso organismo. “Nos estudos, o nitrito está relacionado ao aumento no risco de câncer”, aponta a nutricionista Ana Carolina Cantelli Pereira, do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo.

Durante a digestão, quando a substância entra em contato com o suco gástrico, transforma-se em nitrosaminas. Elas, por sua vez, são capazes de favorecer a multiplicação desordenada das células e, por consequência, o surgimento de tumores.

Porém, um estudo recente da Universidade Queen’s, em Belfast, no Reino Unido, questiona se embutidos livres de nitrito também oferecem danos — por isso, sugere que a OMS reavalie suas recomendações. Claro que, quanto menor a quantidade de aditivos, melhor. Ainda assim, não dá para ignorar o impacto negativo do abuso de outros componentes.

“O alto teor de sal da carne processada pode provocar danos ao revestimento do estômago, levando à inflamação, à atrofia e à colonização pela bactéria Helicobacter pylori, em um mecanismo que aumenta a propensão ao câncer de estômago”, exemplifica Bruna.

Não bastasse, quando o alimento é muito salgado, a pressão arterial tende a subir. Pesquisa publicada na revista científica Jama Internal Medicine, com dados de mais de 29 mil participantes, reforça o elo entre o consumo excessivo de carnes — tanto a vermelha quanto as processadas — e os males cardiovasculares.

A cardiologista Maria Cristina de Oliveira Izar, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, observa que, além de sal, geralmente esses itens contêm as gorduras saturadas ou trans. “O consumo excessivo leva a alterações nos níveis de colesterol capazes de desencadear problemas nas artérias”, diz. A médica enfatiza que é preciso ensinar desde a infância sobre a importância do equilíbrio na alimentação. Logo, salsichas e nuggets, só nas festinhas.

Na conta dos embutidos há ainda a desconfiança, vinda de um trabalho da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, de que a ingestão em grande quantidade contribua para transtornos mentais. “Trata-se de um estudo de associação, portanto não determina as causas”, analisa a nutricionista Lara Natacci, da Dietnet, na capital paulista.

No entanto, ela explica que exagerar nas carnes processadas pode prejudicar a microbiota intestinal, fator que interfere em todo o organismo, incluindo o humor. Para não acabar com a saúde capenga e de mal com a vida, reserve esses alimentos para ocasiões especiais. Já que o prazo de validade é longo, ninguém precisa devorar correndo.

Artesanal X Industrializado

Há que se considerar que a indústria tem trabalhado para balancear as receitas e reduzir o número de aditivos das carnes processadas, mas é um desafio garantir tempo de prateleira sem esses componentes. Opções artesanais são bacanas nesse sentido, mas vale ter atenção com a qualidade sanitária.

E o modo de preparo pode pôr tudo a perder. Ao deixar tostar em temperaturas altas demais, por exemplo, surgem compostos acusados de aumentar o risco de câncer. Com as famílias reclusas, que tal chamar a criançada e apostar em receitas caseiras de nuggets e hambúrgueres?

Com que farinha eu vou? Prós e contras das de linhaça, aveia e outras…

Por: Vivabem

Basta uma rápida olhada nas gôndolas do supermercado para notafr que a oferta de farinhas é bem variada e que elas são feitas com diversos tipos de matérias-primas. É tanta opção que fica difícil escolher qual levar para casa. Cada farinha de tem características diferentes, por serem feitas com produtos diferentes. Por isso a escolha depende do seu objetivo. Mas, de modo geral, o ideal é preferir as que são ricas em fibras, como a de linhaça, centeio e as feitas com frutas. Para você entender as vantagens de cada uma, fizemos um apanhado das mais conhecidas e contamos o que cada uma delas tem de bom e como pode ser utilizada, para que você possa decidir qual é a mais indicada para o seu caso.

Ah! E na hora de comparar as tabelas nutricionais, não se assuste com a quantidade de gordura de algumas delas, pois, na maioria dos casos, trata-se do tipo dessa substância que traz benefícios ao organismo. Outra ressalva importante: cuidado com as quantidades. Essas farinhas são saudáveis, mas podem pesar na balança.

Farinha de linhaça Uma boa fonte de fibras. Além disso, oferece ômega 3, um tipo de gordura do bem com ação anti-inflamatória que ajuda a proteger a saúde do coração. Nas gôndolas costumamos encontrar o produto feito com o tipo dourado e o marrom do grão. A grande diferença é que a quantidade de nutrientes tende a ser ligeiramente maior na mais clara e ela costuma ter um preço mais alto, pois sua matéria-prima na maioria das vezes é importada. Ela pode ser usada no preparo de receitas, em panquecas, bolos e tortas, por exemplo, ou polvilhada sobre iogurtes, saladas, salgada ou de frutas, sucos, entre outros.

Farinha de amêndoas Tem poderosa ação antioxidante, pois é rica em vitamina E, uma arma potente contra os radicais livres. Além disso, oferece gordura poli-insaturada, substância que participa do controle do colesterol, da fabricação de hormônios sexuais e do transporte de vitaminas. Com uma boa quantidade de fibras, vai bem no preparo de biscoitos e bolos, pois tem um sabor adocicado, mas pode substituir a de rosca na hora de empanar alimentos.

Farinha de aveia Versatilidade é com ela mesma. Pode ser utilizada em todos os tipos de receita e é uma excelente escolha, pois tem na sua composição um tipo de fibra solúvel, a beta-glucana, que retém água, formando uma espécie de gel no sistema digestivo que proporciona bastante saciedade. E os benefícios não param por aí: essa substância ainda está associada à redução do colesterol no sangue.

Farinha de arroz Ganhou popularidade entre as pessoas que fazem restrição de glúten, pois é livre dessa substância, tem preço bem acessível e é facilmente encontrada no mercado. Oferece uma boa porção de fibras e ainda possui vitaminas do complexo B, minerais, como fósforo e magnésio, e tem baixo índice glicêmico, o que significa que é absorvida mais lentamente pelo organismo, controlando a glicemia e aumentando a saciedade. Prefira a versão integral e a utilize no preparo de pães, bolos, pudins e vitaminas, entre outros.

Farinha de centeio Trata-se de outra opção com baixo índice glicêmico, fazendo com que a pessoa se sinta satisfeita por mais tempo e proporcionando energia em longo prazo. Pelo fato de não ser refinada, também conta com fibras, o que afasta ainda mais a fome e melhora o funcionamento do intestino. Pode entrar em cena em receitas de pães, bolos e tortas, entre outras massas, e para engrossar caldos e sopas. Quem não está acostumado a utilizá-la deve começar substituindo 1/3 da farinha de trigo pela de centeio e ir aumentando essa proporção aos poucos.

Farinha de chia É obtida através da moagem dos pequenos grãos escuros, garantindo praticamente todos os benefícios do alimento, que é bem conhecido dos vegetarianos por substituir os ovos nas receitas, pois proporciona uma consistência similar. E ele tem muitos benefícios: combate a prisão de ventre, favorece o emagrecimento, tem ação anti-inflamatória, previne a anemia e ajuda a controlar o colesterol. A farinha pode ser adicionada a sucos, vitaminas e mingaus ou substituir parte da farinha de trigo em massas de bolos, pães e tortas.

Farinhas de frutas O coco e o maracujá são algumas das utilizadas para a fabricação desse tipo de produto, fornecendo quantidades bem altas de fibra. Outro exemplo é a farinha de banana verde que tem a mesma característica e ainda oferece amido resistente, substância que dá saciedade e ajuda na manutenção das bactérias benéficas do intestino. Todas podem ser acrescentadas na lista de ingredientes de receitas de bolos, tortas e pães, entre outros, ou usadas em vitaminas e granolas.

Fontes: Clarissa Hiwatashi Fujiwara, nutricionista do departamento de nutrição da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e coordenadora de nutrição da Liga de Obesidade Infantil do HC-FMUSP (Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo) e Giovanna Oliveira, nutricionista da Clínica Dra. Maria Fernanda Barca, em São Paulo, e membro do IBNF (Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional)

Mudança de conceitos reforça a importância dos suplementos nutricionais

Comunidade científica passa a ver os suplementos como recursos fundamentais não somente para melhora de desempenho esportivo, como também para promoção de saúde e qualidade de vida

Por: Euatleta

Os suplementos nutricionais têm sido assunto de muitas discussões científicas, como também se constituem em uma fértil área de pesquisa dentro das ciências do esporte. Importantes centros e grupos de pesquisa em todo o mundo têm abordado este assunto em seus projetos nas últimas décadas. Como se trata de uma área que podemos considerar nova, muitas entidades manifestam cautela em preconizar e mesmo estimular sua indicação.

Uma dessas entidades que sempre procurou ser comedida na indicação do uso dos suplementos foi o Comitê Olímpico Internacional (COI). Os pareceres e consensos publicados pelo COI a respeito dos suplementos, até então, foram bastante cautelosos. Cabe lembrar que sempre houve um grande receio do problema da contaminação dos suplementos com substâncias proibidas, o que sem dúvida representava um grande risco para os atletas em decorrência do controle antidopagem, como também um receio de prejuízo para a saúde dos próprios atletas amadores.

Até o Comitê Olímpico passou a reconhecer a importância de suplementar a alimentação — Foto: iStock Getty Images

Até o Comitê Olímpico passou a reconhecer a importância de suplementar a alimentação — Foto: iStock Getty Images

Com o maior e mais rígido controle que passou a existir nas fábricas, e também com o grande número de evidências científicas demonstrando os benefícios dos suplementos, o próprio COI reviu recentemente sua posição. Para este propósito, reuniu em um evento cerca de 25 cientistas pesquisadores da área do mundo todo em Lausanne na Suíça em 2017. Desse evento originou-se um artigo científico publicado em março de 2018 no British Journal of Sports Medicine estabelecendo um consenso sobre os suplementos nutricionais, com a confirmação e mesmo indicação de uso dos principais.

Além disso, o Doutor Ronald Maughan, que pode ser considerado a maior autoridade mundial em nutrição esportiva escreveu um editorial nessa mesma revista, introduzindo a publicação com o título: “IOC Medical and Scientific Commission reviews its position on the use of dietary supplements by elite athletes” (A comissão médica e científica do COI revê sua posição sobre o uso dos suplementos nutricionais para os atletas de elite).

Sem dúvida, estes pareceres reforçam a importância dos suplementos nutricionais, que cada vez mais se mostram recursos fundamentais não somente para melhora de desempenho esportivo, como também para promoção de saúde e qualidade de vida.

*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.

Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM. Membro do conselho científico da Midway Labs, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do E.C. Pinheiros. Membro do American College of Sports Medicine. www.drturibio.com. — Foto: EuAtleta

Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM. Membro do conselho científico da Midway Labs, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do E.C. Pinheiros. Membro do American College of Sports Medicine. www.drturibio.com. — Foto: EuAtleta

Consuma azeite e tenha menos chance de ter Alzheimer

Por: Proteste

Por possuir poucas gorduras saturadas e ser fonte de ômega-3, o azeite é um dos óleos vegetais mais recomendados para o consumo. No entanto, estudos recentes indicam que os benefícios do alimento vão além. De acordo com pesquisa realizada pela Universidade Temple, nos Estados Unidos, o azeite também é capaz de prevenir o Alzheimer e favorecer a memória.

Idoso

O estudo foi publicado no periódico acadêmico Annals of Clinical and Translational Neurology. Para a avaliação, os pesquisadores utilizaram camundoungos, que tiveram a dieta suplementada por azeite de oliva extra virgem. Dessa forma, puderam constatar que as habilidades relacionadas à memória melhoraram durante o período testado. O comparativo foi em relação aos outros que não consumiam a gordura diariamente.

Azeite remove toxinas que prejudicam a memória

A ligação do azeite com a memória se deve à presença de um ingrediente responsável pela ativação do processo de autofagia, que remove toxinas e outras substâncias degenerativas, que podem levar ao Alzheimer.

Benefícios da alimentação natural para animais de estimação

Geralmente, consideramos a ração como a alternativa ideal para alimentar os nossos animais de estimação. No entanto, precisamos conhecer outras opções que podem ser muito mais convenientes.

 maioria das pessoas está ciente dos benefícios oferecidos pelos alimentos naturais em relação aos alimentos industrializados. Então, o que nos levou a pensar que o mesmo raciocínio não se aplicaria aos animais? A seguir, vamos contar quais são os benefícios da alimentação natural para animais de estimação.

Infelizmente, a principal razão pela qual muitas pessoas decidem alimentar o seu animal de estimação apenas com ração é a influência publicitária das marcas desses produtos.

Ao longo dos anos, elas nos convenceram de que a alimentação natural é ruim e de que a ração é melhor, contendo “todos os nutrientes de que o animal precisa”.

O que há de errado com a ração?

A ração é um alimento altamente industrializado, que perdeu quase todas as propriedades naturais dos ingredientes que a compõem.

Durante o processo de elaboração, elas são submetidas a pressões e altas temperaturas que eliminam toda a água dos ingredientes; tudo isso está bem longe do frescor e da variedade que os comerciais prometem.

Além disso, devemos estar cientes de que a fabricação de ração é feita a partir de subprodutos que não são adequados para consumo humano. Ou seja, são usados componentes das indústrias de alimentos que não são vendidos para as pessoas, depois que eles passam por um processo industrial.

Além disso, a esses ingredientes também são adicionadas gorduras e conservantes que não fazem nada além de acentuar a natureza artificial e pouco nutritiva desses produtos, cuja cadeia de produção termina com controles de qualidade que não são dos mais rigorosos.

Finalmente, há um aspecto que também não devemos ignorar: é extremamente entediante comer a mesma coisa todos os dias. Isso acontece quando alimentamos o animal apenas com ração. A receita se repete dia após dia, o que pode até mesmo causar rejeição na hora de se alimentar.

O que há de errado com a ração para animais?
Fonte: www.zaunk.com

Benefícios da alimentação natural para animais de estimação

Há algo que devemos deixar gravado na nossa mente: cães e gatos consumiram alimentos naturais ao longo de sua história como espécie.

Embora seja verdade que há certos ingredientes que devem ser evitados – por exemplo, ossos cozidos ou não-carnudos, leite e frutas com sementes – a maioria deles não causa problemas.

Diante destas circunstâncias, é melhor procurar outras opções que ofereçam aos cães os nutrientes e enzimas que são perdidos no processo de industrialização da ração.

Quais alternativas existem?

A opção mais natural seria simplesmente cozinhar para o seu animal em casa, assim como você cozinha para a sua família, usando alimentos da mesma qualidade nutricional.

Sabemos que esta alternativa pode ser difícil de colocar em prática, considerando que estamos cada vez mais ocupados no dia a dia, e muitas vezes nem mesmo temos tempo para fazer uma refeição saudável para nós mesmos.

Felizmente, também há empresas que oferecem os benefícios da alimentação natural. Um exemplo seria a alimentação natural desidratada. Entre seus ingredientes, destacam-se a carne, o peixe, a carne de porco, o frango, as frutas, os legumes e os cereais.

Todos eles, além de serem de alta qualidade, também preservam as suas qualidades naturais: aroma, cor, frescor e nutrientes.

As melhores empresas que trabalham com alimentação natural usam ingredientes de grau humano, isto é, alimentos que poderiam muito bem ser destinados ao consumo humano.

Outra de suas vantagens é o fato de que os controles de segurança alimentar são exaustivos, o que garante que você alimentará o seu animal de estimação com uma comida verdadeiramente saudável.

Benefícios da alimentação natural para cães e gatos

Se você começar a dar este tipo de alimento ao seu animal de estimação, você notará as mudanças positivas instantaneamente. Entre as principais vantagens desta dieta natural, vale destacar:

  • Mais energia e vitalidade: Da mesma forma que para os humanos, o alimento também é o combustível para os animais. Os alimentos naturais contêm as proteínas, carboidratos e todos os nutrientes de que os animais precisam para o dia a dia.
  • Vida mais sadia e saudável: Certamente, comer bem significa ter uma imunidade melhor e um metabolismo mais eficiente. Isso tem como resultado menos doenças e, consequentemente, uma vida mais longa e feliz.
  • Evita problemas de saúde: Alergias, problemas de pele e pelagem, obesidade e distúrbios digestivos serão coisas do passado graças aos benefícios da alimentação natural.
  • Dentes mais fortes: O cálcio na alimentação natural será muito bom para os ossos e dentes do cachorro.
  • Coração mais saudável: Se as gorduras e o colesterol forem evitados, o sistema cardiovascular do animal funcionará melhor.

Prevenção do câncer de mama: evite alimentos embutidos

Nova pesquisa relaciona consumo de alimentos embutidos ao câncer de mama; OMS já havia colocado-os na lista de fatores de risco.

Por: PROTESTE

Os alimentos embutidos, como salsicha e bacon, há tempos são mal vistos pelos médicos, principalmente os oncologistas. Há cerca de dois anos, a Organização Mundial da Saúde colocou-os na lista de fatores de risco para o câncerNo entanto, agora os cientistas da Universidade de Glasgow, na Escócia, foram além. E identificaram há que uma relação entre esses alimentos e o câncer de mama. A notícia foi publicada no site Saúde, da editora Abril.

O estudo foi feito com base em informações de mais de 262 mil mulheres, entre 40 e 69 anos. No experimento, o consumo de apenas 9 gramas de embutidos ao dia (cerca de três fatias de salame) aumentou em 21% a probabilidade de câncer de mama.

“É um risco pequeno, bem menor do que o registrado para câncer de intestino“, compara Renato Cagnacci, cirurgião oncológico do Departamento de Mastologia do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo. Porém, vale notar também que a quantidade de embutido considerada perigosa foi baixa.

“O resultado do trabalho sugere que é melhor nem comer esse tipo de alimento”, diz Cagnacci. Se não der para resistir, o médico recomenda deixar apenas para ocasiões especiais.

O que são os embutidos?

De acordo com a nutricionista Thais Manfrinato Miola, do A.C.Camargo, a carne processada é aquela que passa por uma transformação com fermentação ou sal, podendo ser curada ou defumada. Dessa forma, as substâncias usadas no processo são capazes de predispor ao câncer.

Alguns dos alimentos com essas características são:

  • Salsicha
  • Bacon
  • Salame
  • Presunto
  • Linguiça
  • Peito de peru
  • Rosbife
  • Mortadela

Couve pode deixar seu cérebro 11 anos mais jovem

Por: Minha Vida

Além de ter a função anti-inflamatória, o consumo diário da verdura também faz bem para o cérebro.

Os benefícios da couve a tornaram a queridinha das dietas: a verdura tem ação anti-inflamatória, cicatrizante, ajuda na absorção do cálcio e na desintoxicação. Para melhorar, um recente estudo realizado pela Universidade de Rush, nos Estados Unidos, descobriu que a verdura também é excelente para o cérebro.

O estudo mostra que apenas uma porção diária de folhas verdes escuras, como a couve, pode ajudar no rejuvenescimento cerebral. A pesquisa foi realizada com 950 idosos e monitorou a alimentação e a atividade cerebral dos participantes por um período entre dois a dez anos.

Foi descoberto que os voluntários que comiam folhas verdes mais escuras todos os dias tinham uma conservação da saúde mental de até 11 anos em comparação com aqueles que não consumiam estes alimentos. Os resultados não incluíram fatores que poderiam afetar a saúde mental, como o nível de escolaridade, prática de exercícios ou histórico familiar de demência.

Confira algumas receitas saudáveis com couve para incluir no seu cardápio:

– Torta rápida de frango cremosa com massa de couve

– Suco de couve estimulante

– Suco de couve estimulante

– Sopa de abóbora com couve e carne seca

Anvisa proíbe fabricação e venda de produtos com moringa oleifera

A nossa querida ANVISA havia publicado a suspensão da comercialização da MORINGA OLEÍFERA, riquíssima em nutrientes, vitaminas e sais minerais, importantíssimos e que estavam ajudando MUITO às pessoas, principalmente os pacientes oncológicos que passavam por processos de anemia, desnutrição e até caquexia. Não contente com a suspensão, ela PROIBIU DE VEZ a comercialização. Leiam na matéria abaixo que, apesar de saber dos benefícios da planta e que ela é utilizada, inclusive na culinária, a ANVISA está preocupada com a toxicidade da planta e não com a saúde das pessoas. (Giseli SantosGrupo É seu Direito Saber, É seu Direito Escolher)

Por: Marília Notícia

A agência informou que não há avaliação e comprovação de segurança do uso da espécie em alimentos. A medida é válida para todo o território nacional e abrange tanto alimentos que contenham moringa oleifera, como chás e cápsulas, quanto o próprio insumo.

“Produtos denominados e/ou constituídos de Moringa oleifera que vêm sendo irregularmente comercializados e divulgados com diversas alegações terapêuticas não permitidas para alimentos, como por exemplo: cura de câncer, tratamento de diabetes e de doenças cardiovasculares, entre muitas outras”, apontou a resolução.

Sites que vendem o produto pela internet informam que a planta é rica em potássio e vitaminas A e C. Entre os benefícios, citam o combate a processos inflamatórios, controle dos níveis de colesterol e açúcar no sangue, retardo do processo de envelhecimento, redução da fadiga e combate a dores musculares.

O produto pode ser encontrado em cápsulas, em pó, em folhas e em gotas.

O que é moringa oleifera

Também conhecida como acácia-branca, a moringa oleifera é uma planta que pode ser utilizada na culinária e que tem propriedades nutricionais.

“A moringa é usada na Índia e na África em programas de alimentação para combater a desnutrição. As vagens verdes imaturas são preparadas de forma semelhante ao feijão verde, enquanto as sementes são removidas das vagens mais maduras e cozidas como ervilhas ou assadas como nozes. As folhas são cozidas e usadas como espinafre, e também são secas e em pó para uso como condimento. Pesquisas clínicas mostram ação das folhas da moringa principalmente neste campo da desnutrição”, explica Maria Angélica Fiut, nutricionista e presidente da Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit).

Maria Angélica diz que estudos preliminares apontaram ação da planta “no controle dos lipídios do sangue e da glicose, sugerindo mais estudos para validar ação neste campo de pesquisa”.

“A proibição da Anvisa em questão trata do alimento moringa que, descuidadamente, vem sendo atribuído a propriedades medicinais e venda sem controle”, comenta.

Segundo Elaine Frade Costa, presidente da Comissão de Desreguladores Endócrinos da Sociedade Brasileira Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a planta contém componentes que podem trazer benefícios para a saúde, como as vitaminas A e C, minerais, como cálcio e magnésio, e vitamina B1.

“Mas extrapolar para uma ação medicamentosa já é um exagero. A planta in natura tem a sua composição nutricional, mas, quando vira uma cápsula, isso muda. Reduz bastante. Não tem nenhum estudo científico que comprove o seu benefício nas ações que foram colocadas”, afirma.

Elaine destaca que as pessoas devem ficar atentas aos produtos que oferecem “múltiplas ações”.

“Nenhum alimento pode ser usado com indicação terapêutica. Pode-se usar o alimento como coadjuvante, como uma arma a mais no tratamento, mas as pessoas precisam tomar muito cuidado com esses produtos milagrosos. Nem na indústria farmacêutica tem uma substância para colesterol, diabete e outras doenças ao mesmo tempo.”

Uma consulta só não basta

Publicado no Facebook por: Rosane Cincinatus – Nutricionista

🍏Este é um dos grandes desafios que enfrentamos em atendimentos: o imediatismo. As pessoas querem resolver todos os problemas de saúde de uma vez esquecendo que levaram meses ou anos doentes. 
.
🍉É preciso trabalhar a ansiedade de cada paciente para que ele entenda que resultados a longo prazo trazem benefícios duradouros!
.
🤔 Antes de qualquer mudança alimentar é preciso ter uma mudança comportamental e passar pela etapa de refletir as atitudes que estão interferindo em seus problemas de saúde.
.
Crédito texto e imagem: @maniasdenutricionistas

Dieta Gerson: Saiba Como Funciona Essa Terapia

Por: Dr. Juliano Pimentel

 

Dieta Gerson ou Terapia Gerson é baseada em princípios naturais de comer e viver, mas que exige consistência e cuidados.

Por isso, é fundamental procurar um profissional qualificado, que possa executar corretamente o tratamento e tirar as suas dúvidas.

A terapia Gerson é voltada ao consumo de frutas frescas, alimentos orgânicos, legumes e cereais integrais.

O seu princípio consiste em que o corpo é capaz de se curar quando está livre das toxinas, e recebe os nutrientes necessários para o seu funcionamento.

Embora eu também trabalhe para promover uma alimentação natural e verdadeira, faço a ressalva de que dietas muito restritivas podem não funcionar, podendo até mesmo estressar ainda mais seu organismo.

Por isso, é fundamental o acompanhamento médico.

Conheça agora a história e os princípios da dieta Gerson.

Não deixe de ler e compartilhar.

Dieta Gerson

dieta-gerson-dr-juliano-pimentel-2
Dieta Gerson: Alimentos Naturais Para Tratar Doenças. Imagem: (Divulgação)

Há anos atrás, um médico começou a curar seus pacientes usando os alimentos como medicina. O objetivo dele era restaurar o corpo para que ele próprio se cure

O médico Max Gerson sofria com enxaquecas que não melhoravam com tratamentos convencionais. Então, ele procurou a cura na sua dieta.

Durante a pesquisa inicial de curas de enxaqueca, um dos pacientes de Gerson descobriu que, seguindo esta mesma alimentação; ele havia melhorado seu caso de tuberculose cutânea (a tuberculose de pele, ocorrem com maior frequência em países tropicais e com muita umidade).

A infecção, assim como em outros casos, atinge primeiramente o pulmão, e pode acabar se dissipando para outras partes do corpo.

Logo o trabalho de Gerson chamou a atenção de outros profissionais médicos. Ele começou um centro especial do tratamento da tuberculose da pele no hospital da universidade de Munich.

Em um ensaio clínico da dieta Gerson e tuberculose da pele, 446 dos 450 pacientes com a doença se recuperam completamente após adotar a dieta.

Desde que começou a aplicar o seu tratamento, nos anos 20, Gerson tratou centenas de pacientes e continuou a desenvolver e refinar a sua terapia até sua morte, em 1959, com 78 anos.

Ao todo, foram mais de 200 artigos de literatura médica publicados sobre o assunto.

Terapia Gerson

Como já foi dito, a Terapia Gerson busca criar as condições para que o nosso organismo utilize a habilidade de se curar.

Mas como fazer isso? Fornecendo todos os nutrientes necessários ao organismo, evitando todos os elementos tóxicos dos alimentos e do ambiente e, por fim, estimulando o corpo a eliminar todas as toxinasacumuladas.

Através dessas 3 componentes, o organismo se desintoxica e regenera, o metabolismo regressa ao estado saudável e todos os sistemas se reequilibram.

É importante que você entenda que as doenças degenerativas reduzem progressivamente a capacidade do corpo de eliminar resíduos metabólicos adequadamente; podendo provocar insuficiência hepática e renal.

Para reverter isso, a Terapia Gerson usa métodos de desintoxicação que estimulam a eliminação desses resíduos, regenera o fígado, fortalece o sistema imunológico e restauram os elementos essenciais para um metabolismo mais saudável.

Com a ingestão de nutrientes de alta-qualidade e a retirada de elementos agressores para desintoxicação celular e orgânica, todo o metabolismo melhora.

Em vez de tratar só os sintomas de uma doença específica, a Terapia Gerson trata as causas da doença em si.

Terapia Gerson E O Tratamento De Câncer

Gerson passou a tratar muitas doenças comuns com alimentos, agora chamadas de terapia Gerson. Tratou doenças cardíacas, insuficiência renal e até mesmo câncer.

Aliás, o tratamento do câncer tornou-se um de seus principais focos de trabalho.

Em 1938, Gerson se tornou licenciado no Estado de Nova York, e começou a praticar sua terapia para o tratamento do câncer. Naquela época, essa abordagem para tratar a doença era verdadeiramente considerada “radical”.

A Dieta Gerson

dieta-gerson-dr-juliano-pimentel-3
Dieta Gerson: Saiba Como Funciona Essa Terapia. Imagem: (Divulgação)

A dieta Gerson é naturalmente rica em vitaminas, minerais, enzimas e líquidos. É também pobre em sódio e gorduras.

Tipicamente, a alimentação adotada é a seguinte:

– 13 Copos de suco/sumo — de cenoura, cenoura/maçã e de vegetais de folhas verdes – preparados a cada uma hora sempre com alimentos frescos;

– 3 Refeições totalmente vegetarianas, com alimentos frescos, preparadas com vegetais, cereais integrais e frutas.

Em resumo, uma refeição típica da dieta de Gerson inclui: uma salada variada, vegetais cozidos, batata assada, sopa e suco. Importante: tudo sem sal.

Essa terapia procura regenerar a sua saúde, estimulando o metabolismo inundando o corpo diariamente com nutrientes de cerca de 8 quilos de vegetais e frutas, de preferência orgânicos.

Já a comida sólida é consumida nas quantidades desejadas pela pessoa (1).

A dieta corta da alimentação gorduras animais pesadas, excesso de proteínas, excesso de sódio, alimentos processados e todo tipo de toxinas.

Princípios Alimentares

O método de tratamento adotado por Gerson segue alguns princípios básicos, são estes:

Totalidade

A Terapia Gerson abarca o corpo na sua totalidade. Não visa nenhum órgão ou sistema em particular. O que importa é restabelecer o metabolismo de todo o corpo.

Natural

Sempre que viável, os nutrientes devem ser fornecidos em alimentos naturais.

Suplementos

Os suplementos são aceitos somente quando não é conhecida uma forma natural plausível, para fornecer a quantidade necessária de certo nutriente.

Nutrientes

A dieta Gerson trabalha a abundância de vitaminas, minerais, enzimas e oxigênio, todos eles nutrientes imprescindíveis ao metabolismo.

Alimento Fresco

As refeições devem priorizar vegetais recém-colhidos e frescos.

ALIMENTOS CRUS

Alimentos ingeridos crus são a melhor maneira de obter o máximo de nutrientes ainda inalterados. Os alimentos, quando cozinhados, sofrem alterações no nível de suas vitaminas, proteínas e quantidade de oxigênio.

Alimentos Cozidos

Alimentos cozidos têm como função proporcionar um bom funcionamento intestinal. É também a forma mais plausível para comer alguns alimentos, por exemplo, a batata.

Nada De Sal Adicionado

O sal é composto quase exclusivamente por cloreto de sódio (NaCl).

Em quase todos os casos de doenças degenerativas, há excesso de sódio (Na) e deficiência de potássio (K) nas células. O objetivo aqui é que o potássio volte a penetrar nas células e o sódio delas seja expulso.

Sumos

Forma natural de fornecer o máximo de vitaminas, minerais, enzimas e oxigênio com o mínimo de esforço digestivo para o organismo.

Água

A água é essencial, mas, bebida pura, dilui os sucos gástricos (o que não é grave para uma pessoa saudável, mas não é indicado para uma pessoa doente em processo de desintoxicação e regeneração). Toda a sede deve saciada com sumos.

Proteínas

São ingeridas de origem vegetal. A única proteína animal vem do queijo Cottage.

Alcalinidade

Em quase todos os casos de doenças degenerativas há excesso de acidez no corpo, que altera grandemente o metabolismo.

O metabolismo saudável do corpo requer um meio mais alcalino, por isso, os alimentos usados na Terapia Gerson tendem a criar a alcalinidade necessária ao seu metabolismo.

Alimentos Permitidos

  •         Alface romana;
  •         Chicória;
  •         Escarola;
  •         Endívia;
  •         Acelga;
  •         Agrião;
  •         Espinafre;
  •         Beterraba;
  •         Brócolis;
  •         Couve;
  •         Couve-flor;
  •         Alcachofra;
  •         Tomate;
  •         Pimentão verde e vermelho;
  •         Abóbora;
  •         Berinjela;
  •         Alho;
  •         Cebola;
  •         Cenoura;
  •         Nabo;
  •         Rabanete;
  •         Rábano;
  •         Raiz de aipo;
  •         Raiz de salsa;
  •         Raiz forte;
  •         Ruibarbo;
  •         Batata;
  •         Batata doce;
  •         Inhame;
  •         Ervilha;
  •         Feijão verde;
  •         Lentilha.

Usar em poucas quantidades:

  •         Alecrim;
  •         Casca da semente da noz moscada;
  •         Cebolinha;
  •         Coentro;
  •         Cravo;
  •         Erva-doce;
  •         Folha de louro;
  •         Funcho;
  •         Hortelã;
  •         Limão;
  •         Louro;
  •         Salsa;
  •         Tomilho.

Alimentos para o café da manhã e almoço:

  •         Flocos de aveia;
  •         Arroz integral;
  •         Arroz selvagem;
  •         Centeio;
  •         Trigo.

Frutas principais da dieta Gerson são:

  •         Maçã;
  •         Banana;
  •         Ameixa;
  •         Cerejas;
  •         Damascos;
  •         Figos;
  •         Mamão;
  •         Manga;
  •         Pêssego.

Frutos secos-para adoçar (usar pouca quantidade):

  •         Uvas passas;
  •         Figos secos;
  •         Ameixas secas;
  •         Damascos secos.

Alimentos PROIBIDOS Na Terapia Gerson

  •          Alimentos processados;
  •         Alimentos conservados, enlatados, engarrafados;
  •         Alimentos refinados;
  •         Alimentos salgados, defumados ou sulfurados;
  •         Alimentos congelados;
  •         Sal;
  •         Açúcar branco;
  •         Bolos e doces;
  •         Chocolate;
  •         Farinha e todos os alimentos à base de farinha;
  •         Manteiga;
  •         Natas e outros produtos lácteos;
  •         Queijo;
  •         Gorduras animais;
  •         Margarina;
  •         Óleos hidrogenados ou parcialmente hidrogenados;
  •         Óleos e gorduras (isto inclui óleo de milho, azeite, óleo de canola, óleo vegetal, exceto óleo de sementes de linho);
  •         Qualquer fonte de gorduras dietéticas;
  •         Carne;
  •         Peixes e Mariscos;
  •         Ovo;
  •         Proteínas e alimentos ricos em proteínas;
  •         Suplementos de proteínas;
  •         Brotos de alfafa e de outras sementes ou de feijões;
  •         Soja e produtos com soja;
  •         Sementes;
  •         Álcool;
  •         Refrigerante;
  •         Chá;
  •         Chá preto e outros chás não de ervas;
  •         Especiarias (pimenta, páprica, manjericão, orégano);
  •         Mostardas;
  •         Cogumelos;
  •         Espinafre cru;
  •         Pepino;
  •         Leguminosas;
  •         Abacaxi;
  •         Bagas (morangos, amoras, framboesas, etc);
  •         Coco;
  •         Pêra;
  •         Abacate;
  •         Flúor (tudo o que contenha flúor – incluindo pasta de dentes);
  •         Sódio (bicarbonato de sódio e tudo o que contenha sódio).

Desintoxicação

Parte essencial da Terapia Gerson é a desintoxicação do organismo.

Ela é realizada por diversos meios, mas sobretudo através do uso de enemas de café (medicamento líquido introduzido no organismo através do ânus, que serve para limpar o intestino).

Biologicamente, os sistemas enzimáticos do fígado são estimulados e o fluxo de bílis aumenta, levando consigo a maior quantidade de toxinas.

Está comprovado que estes enemas aumentam a capacidade do corpo de eliminar resíduos tóxicos do ambiente, dos tratamentos à base de quimioterapia e de outras fontes.

Duração

A duração do tratamento Gerson vai variar. Depende do estado do paciente, do seu tipo de doença, do seu grau de toxicidade e de como reage à terapia.

Na maior parte dos casos, os primeiros resultados visíveis de melhorias das doenças acontecem no primeiro mês. No entanto, se o paciente abandona a Terapia muito cedo, regride na maior parte das vezes.

Conclusão

A dieta Gerson prioriza a ingestão de alimentos de verdade e da desintoxicação do organismo.

Porém, sua alimentação é muito restritiva e, diferentemente da low carb, corta as proteínas e boas gorduras (como carnes e abacate) e utiliza o excesso de carboidratos (como arroz e trigo).

Isso prejudicaria, por exemplo, o emagrecimento e a vida saudável.

Por isso, caso você queira mesmo seguir com esta dieta, faça sempre com acompanhamento médico.

Destaco também os pontos positivos da dieta gerson, como o corte a alimentos processados e açucarados, assim como a desintoxicação do organismo.

Porém, o excesso de consumo de tubérculos ricos em carboidratos e de arroz, pode aumentar o açúcar no sangue e a gordura no fígado.

glúten presente no trigo e no centeio também trazem malefícios para a saúde.

Então, se você decidir iniciar essa dieta ou terapia, pense em como ela pode influenciar na sua saúde, e sobre a importância para a saúde dos alimentos que são vetados nessa dieta.

E procure a ajuda de um especialista que conheça essa dieta.