Quais são os principais tipos de câncer? E os mais letais?

Por: Mundo Estranho

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os mais comuns são os de pulmão, mama, colo-retal, estômago e fígado, que juntos respondem por quase metade dos novos casos de câncer que surgem no mundo a cada ano. Mas o que é essa doença que assusta tanta gente? O câncer pode aparecer em praticamente qualquer […]

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os mais comuns são os de pulmão, mama, colo-retal, estômago e fígado, que juntos respondem por quase metade dos novos casos de câncer que surgem no mundo a cada ano. Mas o que é essa doença que assusta tanta gente? O câncer pode aparecer em praticamente qualquer parte do corpo, quando uma célula sofre mutações e passa a se dividir descontroladamente. Essas células doentes são capazes de induzir a formação de novos vasos sanguíneos para se alimentar e, quando atingem a fase chamada metástase, usam esses caminhos abertos para se espalhar pelo resto do corpo.

A letalidade do câncer, ou seja, sua capacidade de matar, depende de vários fatores. “Primeiro, das características do próprio câncer, como a rapidez com que ele cresce e invade tecidos e órgãos”, diz o biólogo molecular Roger Chammas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Além disso, a letalidade depende da capacidade que cada organismo tem para reagir e combater a doença. Por fim, pesa também a existência de algum tipo de tratamento eficaz. “O câncer de testículo, por exemplo, que já foi letal, hoje apresenta até 95% de chances de cura”, afirma Roger.

Atualmente, os especialistas têm investido em duas grandes áreas em busca de uma cura definitiva para a doença. Uma linha de pesquisa aposta na tentativa de cortar o suprimento de sangue do câncer, matando as células doentes por falta de alimentos. Outra trabalha com a idéia de estimular o sistema imunológico do paciente, ajudando o organismo a reconhecer as células cancerosas para eliminá-las.

Inimigo oculto A doença pode se espalhar por quase todo o corpo e muitas vezes de maneira silenciosa.

PULMÃO – O mais perigoso

Com 1,2 milhão de novos casos a cada ano, esse é o tipo de câncer mais comum e também o que mais mata no mundo. Ele é perigoso porque geralmente surge acompanhado de outras doenças associadas ao cigarro, como o enfisema, que diminui a capacidade pulmonar e pode tornar inviável uma cirurgia, tratamento recomendado em casos de câncer de pulmão não avançado. Os principais sintomas são tosse, escarro com sangue, dor no tórax, falta de ar e inflamação nos brônquios. Noventa por cento dos casos são causados pelo tabagismo, vício que atinge um terço da população mundial adulta.

MAMA – Problema nacional

É o câncer que mais mata mulheres no Brasil. No mundo todo, surgem cerca de 1 milhão de casos anualmente. A incidência aumentou dez vezes nas décadas de 60 e 70, mas a letalidade foi reduzida graças às campanhas de prevenção, que permitiram diagnósticos mais precoces da doença. O auto-exame, os exames clínicos anuais e as mamografias freqüentes podem reduzir a mortalidade das mulheres propensas ao problema, principalmente após os 50 anos. Com exceção do aspecto hereditário, não se conhecem bem os fatores de risco para o câncer de mama, mas é possível que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas seja um deles.

COLO-RETAL – Sintomas tardios

Esse câncer, que atinge a região do intestino grosso e do reto, é o terceiro tipo mais comum no mundo, com 940 mil novos casos por ano. Nos Estados Unidos, é o segundo câncer que mais mata, depois do pulmão. Os principais sintomas são diarréia, prisão de ventre, gases, dor na região do abdômen, náuseas, vômitos e emagrecimento. É causado principalmente por dietas com alto teor de gordura, consumo de carne, obesidade e sedentarismo. Os sintomas geralmente só aparecem em estágios mais avançados, o que torna esse tipo de câncer bastante letal.

ESTÔMAGO – Dieta de risco

Em termos de incidência, é o quarto tipo mais comum no mundo, com 870 mil casos por ano. Mas é o segundo que mais mata. Isso porque seus sintomas não são específicos: perda de peso, fadiga, falta de fome, vômitos, náuseas e desconforto abdominal. O resultado é que muitas vezes a doença passa despercebida, até entrar em estágio avançado, quando a cura é bem mais difícil. A dieta é o maior fator de risco, principalmente a ingestão de alimentos conservados no sal ou defumados, o que torna o câncer de estômago mais freqüente em países pobres, onde o uso desse método de conservação muitas vezes substitui a geladeira.

FÍGADO – Evolução assustadora

Quinto colocado em incidência (com 560 mil novos casos anuais), é o terceiro que mais mata. Geralmente está associado ao alcoolismo e à hepatite B e C, mas a doença também pode ser provocada pelo consumo de grãos mal armazenados, nos quais crescem fungos que produzem toxinas cancerígenas. Os principais sintomas são dores e inchaço no abdômen, náusea, falta de apetite e pele amarelada. Esse tipo de câncer se desenvolve muito rápido, podendo duplicar de tamanho em apenas quatro meses. O fígado também é alvo comum de outros cânceres, que entram em metástase e se espalham pelo corpo.

MELANOMA – Raro, mas temido

O melanoma é um câncer pouco incidente. São cerca de 130 mil novos casos por ano, o que corresponde a só 5% de todos os casos de câncer de pele do mundo. Mas, apesar de raro, ele é muito letal. Como a doença surge como uma pinta na pele, ela muitas vezes é ignorada, sendo diagnosticada tarde demais. Outros cânceres menos frequentes e perigosos são o de pâncreas, que não apresenta sintomas evidentes, e o chamado “linfoma de não hodgkin”, que ataca células nos gânglios e pode se espalhar rápido pelo corpo.

100 mil novos casos por ano no mundo

 

O Que é Antioxidante – Alimentos e Suplementos

Por: mundoboaforma.com.br

Sempre ouvimos falar que devemos consumir mais antioxidantes porque eles fazem bem à saúde e previnem doenças, mas será que todos sabem o que é antioxidante? E onde podemos encontrá-los?

Os antioxidantes são substâncias que desempenham diversas funções no organismo, entre elas ajudar a prevenir o envelhecimento precoce e manter a saúde de nossas células. Nosso corpo produz grande parte dos antioxidantes necessários para seu funcionamento, mas às vezes alguns fatores externos exigem uma quantidade maior de antioxidantes, que devem ser obtidos da dieta.

Frutas, verduras e legumes frescos sem resíduos de agrotóxicos são ricos em antioxidantes, e devem fazer parte de uma dieta para minimizar os efeitos dos radicais livres.

Vamos então saber o que é antioxidante e porque devemos acrescentá-lo em nossa alimentação.

Substâncias antioxidantes

O próprio nome já nos ajuda a compreender a função do antioxidante: combater a oxidação que ocorre em nosso corpo. E o que é oxidação? É o processo pelo qual nossas células utilizam oxigênio para converter em energia os nutrientes fornecidos através da alimentação.

Esse processo ocorre naturalmente em nosso corpo a todo instante, mas tem como efeito colateral a liberação de moléculas que são instáveis e que possuem um elétron de carga negativa.

Essas moléculas são os radicais livres, e seu comportamento natural é se ligar imediatamente a outras moléculas ao seu redor, para obter o elétron que está faltando e adquirir estabilidade.

O que acontece então é um efeito cascata, em que uma molécula vai sequestrando um elétron da outra e formando mais radicais livres. Embora esses radicais sejam importantes para nosso corpo, em excesso eles podem danificar nossas células sadias, não só comprometendo suas funções como às vezes também sua estrutura genética.

Felizmente, na maioria das vezes nosso corpo é capaz de produzir os antioxidantes necessários para combater esses radicais livres em excesso e impedir que causem maiores danos. Existem, no entanto, fatores externos que podem causar a formação de um excesso de radicais livres, fazendo com que nosso corpo não consiga dar conta de combatê-los.

Nessas situações, é necessário o consumo de mais antioxidantes através da alimentação ou de suplementos, para evitar os danos dos radicais livres.

Entre os fatores externos que podem causar a formação de um excesso de radicais livres, temos:

  • Cigarro;
  • Excesso de radiação ultravioleta do sol;
  • Álcool;
  • Agrotóxicos;
  • Poluição;
  • Estresse físico e mental;
  • Conservantes e hormônios em alimentos.

E não podemos também nos esquecer de que o próprio processo natural de envelhecimento vai gerando radicais livres ao longo do tempo.

Função dos antioxidantes

Os antioxidantes são responsáveis por estabilizar os radicais livres, impedindo que eles retirem elétrons de outras moléculas e danifiquem as células. Como já dissemos, nosso organismo é capaz de produzir 98% dos antioxidantes de que necessitamos, mas nas situações em que é há um acúmulo de radicais livres, é necessário saber o que é antioxidante diante das fontes externas, alimentares e de suplementos.

Pesquisadores afirmam que o excesso de radicais em nosso corpo está associado ao surgimento de diversas complicações, como inflamações, doenças do coração, Mal de Alzheimer, envelhecimento precoce, artrite, catarata e até mesmo câncer. O papel dos antioxidantes é manter o funcionamento adequando do nosso corpo e evitar que todas essas doenças se instalem como resultado da ação dos radicais livres.

Tipos de Antioxidantes

Agora que já sabemos o que é antioxidante, vamos conhecer alguns nutrientes que têm capacidade de combater os radicais livres e que devem fazer parte de nossa dieta:

– Vitamina C

Essa é uma grande conhecida de nós brasileiros que consumimos muitas frutas cítricas, como a laranja e o limão. Também conhecida como ácido ascórbico, a vitamina C se dissolve em água, o que permite que ela elimine radicais livres em meios aquosos, como por exemplo dentro das células. A vitamina C também trabalha em conjunto com a vitamina E para combater os radicais livres.

A função mais conhecida da vitamina C é fortalecer nosso sistema imunológico, mas ela também atua na produção de colágeno e na absorção de ferro.

– Vitamina E

A vitamina E é lipossolúvel, ou seja, se dissolve em gordura. Essa característica a torna indispensável para proteger as membranas celulares dos radicais livres. Outra função da vitamina E é proteger o LDL (mau colesterol) da oxidação.

– Betacaroteno

Também solúvel em água, o betacaroteno é excelente na remoção de radicais livres em meios com pouca concentração de oxigênio, impedindo que causem danos às células.

Alimentos ricos em betacaroteno podem auxiliar na prevenção de câncer de próstata e do sistema digestivo, além de promover a saúde dos olhos.

– Selênio

O selênio é um caso interessante: trata-se de um mineral que nós devemos consumir em quantidades muito pequenas, mas que sem o qual a vida não seria possível. Esse mineral atua na produção de diversas enzimas antioxidantes, que irão combater os radicais livres.

A quantidade de selênio de que necessitamos é tão pequena que uma única castanha-do-pará já é suficiente para suprir toda a nossa necessidade diária.

– Fitoquímicos

As plantas ficam expostas ao sol o dia todo, e por isso produzem uma grande quantidade de compostos para se protegerem contra os radicais livres que a radiação produz. Esses compostos são conhecidos como fitoquímicos, ou antioxidantes naturais.

Alguns dos principais antioxidantes naturais são os flavonóides, os polifenóis e a isoflavona.

Alimentos ricos em antioxidantes

Alguns alimentos possuem mais antioxidantes que outros, e os tipos de antioxidantes em geral variam com a coloração das frutas e verduras. Para obter todos os benefícios dos antioxidantes, alterne entre os diferentes tipos de alimentos frescos e certifique-se de consumir de 2 a 3 porções desses alimentos todos os dias.

Veja em quais alimentos encontrar alguns dos principais antioxidantes:

– Vitamina C

  • Frutas cítricas: ameixa, acerola, laranja, abacaxi, limão;
  • Morango;
  • Tomate;
  • Brócolis;
  • Batata;
  • Kiwi;
  • Pimentão.

– Vitamina E

  • Azeite;
  • Nozes;
  • Abacate;
  • Azeitonas;
  • Fígado;
  • Espinafre;
  • Tofu;
  • Semente de girassol;
  • Brócolis.

– Betacaroteno (ou carotenóides)

  • Manga;
  • Cenoura;
  • Couve;
  • Abóbora;
  • Batata doce;
  • Damasco;
  • Mamão;
  • Ervilha;
  • Pimentão vermelho e amarelo.

– Selênio

  • Frutos do mar;
  • Arroz integral;
  • Carne vermelha;
  • Pão integral;
  • Frango;
  • Castanha-do-pará;
  • Carne suína.

– Fitoquímicos

  • Isoflavonas: soja, ervilha;
  • Polifenóis: morango, uva, mirtilo (fruta com altíssimo teor de antioxidantes), cereja, amora, cebola, batata, cacau, chá verde, cranberry;
  • Flavonóides: maçã, feijão, frutas cítricas, uva vermelha, chá, tomate

Alimentos que são ricos em outros tipos de fitoquímicos: alho, linhaça, grãos e cúrcuma.

Suplementos 

Para os médicos, o ideal é que os antioxidantes sejam obtidos através de uma alimentação equilibrada e rica em frutas, verduras e legumes. Para eles, nosso organismo pode não absorver adequadamente antioxidantes em grande quantidade, como é o caso dos suplementos.

Para algumas pessoas, no entanto, ter uma alimentação variada pode ser uma tarefa difícil, então pode haver a necessidade de ser fazer uma suplementação com acompanhamento profissional.

Existem diversos suplementos antioxidantes no mercado, sendo alguns à base de goji berry, açaí e cranberry, além dos tradicionais multivitamínicos. Vale lembrar que a maioria não possui comprovação científica de que realmente funcione, então é importante saber realmente o que é antioxidante de verdade no mercado, e estar atento para não pagar caro em um produto duvidoso.

Quantidades recomendadas dos principais antioxidantes:

  • Vitamina E: 100 a 200 UI/ dia;
  • Selênio: 100-200 mcg/dia;
  • Carotenóides: 15.000 UI/ dia;
  • Vitamina C: 250-500 mg/dia.

O selênio pode ser tóxico em quantidades acima de 400 mcg por dia, portanto é importante tomar cuidado com sua suplementação.

Evite os radicais livres

Além de compreender o que é antioxidante, você deve também entender que é importante evitar agentes causadores de radicais livres, como já vimos anteriormente. Algumas dicas são: não se expor ao sol sem filtro solar, não fumar e evitar o consumo de alimentos como frituras e carnes gordurosas, que podem formar radicais livres em nosso corpo.

Beber bastante água, praticar atividades físicas moderadas e manter a mente longe do estresse são algumas atitudes que contribuem para evitar os danos associados aos radicais livres.

Sistema Imunológico: Como Fortalecer Com Alimentação

Por: Dr. Juliano Pimentel

Manter o sistema imunológico saudável é muito importante. E o que você come pode influenciar na imunidade do organismo. Esse cuidado ajuda a prevenir doenças, melhora a disposição e a saúde, além de ajudar no restabelecimento do organismo.

Neste artigo, eu vou listar os alimentos que ajudam a melhorar o sistema imunológico.

Sistema Imunológico

gengibre-beneficios
Sistema Imunológico: Fortaleça Com Gengibre. Imagem: (Divulgação)

Veja quais alimentos cuidam do sistema imunológico.

  1. Alimentos Ricos Em Ferro

ferro é um mineral que desempenha um papel importante na função imunológica.

Uma dieta pobre em ferro pode contribuir para a anemia, e enfraquecer o sistema imunológico (1234).

É por isso que é importante otimizar a ingestão de alimentos ricos em ferro, como carne, aves, peixes, mariscos, leguminosas, nozes, sementes, vegetais crucíferos e frutas secas.

Você também pode melhorar a absorção de ferro ao cozinhar usando panelas de ferro fundido, e evitando tomar chá ou café durante as refeições.

Combine alimentos ricos em ferro com uma fonte de vitamina C, pode ajudar a aumentar ainda mais a sua absorção.

É importante lembrar que os níveis excessivamente altos de ferro no sangue, também podem ser prejudiciais, e suprimir o sistema imunológico (567).

Portanto, é melhor usar suplementos de ferro apenas se você tem uma deficiência desse mineral, e com orientação médica.

  1. Alimentos Ricos Em Probióticos

Os alimentos que são ricos em probióticosajudam a melhorar a função imunológica.

Probióticos são bactérias benéficas que vivem em seu intestino, e estimulam a imunidade.

Eles também ajudam a manter a saúde do revestimento do intestino; prevenindo assim que substâncias indesejadas “escapem” no corpo e provoque uma resposta imune negativa (891011).

De fato, revisões recentes mostram que os probióticos, podem reduzir o risco de desenvolver infecções do trato respiratório superior em até 42%.

Estudos também mostram que quando as pessoas ficam doentes, aqueles que consomem regularmente probióticos são até 33% menos propensos a necessidade de antibióticos.

Em certos casos, os probióticos que consomem regularmente também podem levar a uma recuperação mais rápida da doença (121314).

É possível aumentar a sua ingestão, fazendo dos alimentos probióticos uma parte regular de sua dieta (15).

Grandes fontes de probióticos incluem chucrute, iogurte de kefir, vinagre de maçã, ervilha, entre outros alimentos.

  1. Vitamina C

O seu corpo não produz vitamina C, então você precisa consumir alimentos que contenham essa vitamina.

Frutas como laranjas, tangerina, goiaba, toranja e limão são ricas em vitamina C, um reforço de imunidade bem conhecido.

A vitamina C é reconhecida por suas propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias.

Também ajuda a manter a integridade da pele, que atua como uma barreira protetora contra a infecção (16).

Além disso, ele pode agir como um antioxidante, ajudando a proteger suas células imunes contra compostos nocivos formados em resposta a infecções virais ou bacterianas (1718192021).

Aumentar sua ingestão dessa vitamina durante o resfriado comum pode ajudá-lo a melhorar mais rapidamente (22).

Outros alimentos ricos em vitamina C incluem pimentões, goiaba, folhas verdes escuras, brócolis, tomates e ervilhas.

  1. Gengibre

gengibre é rico em gingerol, uma substância bioativa, que pode ajudar a reduzir o risco de infecções (23).

Na verdade, o gengibre tem propriedades antimicrobianas que podem inibir o crescimento de vários tipos de bactérias, incluindo E. coli, Candida e Salmonella (242526).

Estudos feitos em células humanas apontaram que o gengibre fresco; também pode ajudar a combater o vírus respiratório sincicial humano (HRSV), um vírus responsável por muitas infecções respiratórias (28).

Finalmente, o gengibre também tem efeitos anti-náusea, que podem ajudar a diminuir seus sintomas de náusea quando você tem gripe (29).

  1. Alho

alho também contém compostos ativos que podem ajudar a reduzir o risco de infecção (3031).

A alicina, o principal composto ativo no alho, melhora a capacidade de suas células imunes para combater resfriados e a gripe (3233).

Alho também parece ter propriedades antimicrobianas, e antivirais que podem ajudar a combater infecções bacterianas e virais (34).

Em um estudo, os participantes que receberam um suplemento diário de alicina tiveram resfriados 63% menos frequentemente do que o grupo placebo.

Além disso, quando eles ficaram doentes, os participantes no grupo de alicina recuperaram 3,5 dias mais rápido, em média.

Em outro estudo, os participantes que consumiram um extrato de alho, quando estavam doentes relataram 21% menos sintomas e recuperaram 58% mais rapidamente do que o grupo placebo.

  1. Bagas

Por muitos anos, os nativos americanos usaram bagas para tratar infecções como o resfriado comum (35).

Isso porque as bagas são uma rica fonte de polifenóis, um grupo de compostos de plantas benéficas com propriedades antimicrobianas.

Por exemplo, a quercetina, um polifenol, é particularmente eficaz para reduzir o risco de ficar doente após um exercício intenso.

Estudos também mostram que as bagas e seus polifenóis, têm a capacidade de proteger contra o vírus influenza responsável pela gripe (36).

Eles podem até mesmo oferecer uma defesa contra Staphylococcus, E. coli e Salmonella (37).

As bagas também contêm boas quantidades de vitamina C, o que aumenta suas propriedades imunológicas.

Baga é um termo botânico que define um fruto pequeno, carnoso, com muitas sementes no interior de ovário dilatado e sumarento.

  1. Óleo De Coco

óleo de coco contém triglicerídeos de cadeia média (MCTs), uma categoria de gorduras com propriedades antimicrobianas.

O tipo mais comum de MCT encontrado no óleo de coco é o ácido láurico, que é convertido em uma substância conhecida como monolaurina durante a digestão.

Tanto o ácido láurico quanto a monolaurina têm a capacidade de matar vírus, bactérias e fungos prejudiciais (38).

Por exemplo, os pesquisadores relatam que as gorduras de coco podem ajudar a combater os tipos de bactérias que causam úlceras de estômago, sinusite, cavidades dentárias, intoxicação alimentar e infecções do trato urinário.

Os pesquisadores também acreditam que o óleo de coco, pode ser eficaz contra os vírus responsáveis pela gripe e hepatite C.

Também pode ajudar a combater Candida albicans, uma causa comum de infecções fúngicas em humanos (3940).

Você pode facilmente adicionar óleo de coco à sua dieta, usando-o em vez de manteiga ou óleos vegetais ao cozinhar ou assar.

  1. Alcaçuz

O alcaçuz é uma especiaria usada na medicina herbal tradicional na Ásia, e na Europa há milhares de anos.

Estudos mostram que o alcaçuz tem a capacidade de combater alguns fungos e bactérias, incluindo E. coli, Candida albicans e Staphylococcus aureus (41).

Também pode ser capaz de combater os vírus responsáveis pela gripe, gastroenterite e poliomielite (42).

Alguns produtos que contenham alcaçuz também são podem ser ricos em açúcar. É preciso procurar opções de açúcar mais baixo, como chá de alcaçuz.

Além disso, consumir muito alcaçuz pode ter um número de efeitos adversos, incluindo pressão arterial elevada, ritmo cardíaco anormal e um risco aumentado de nascimento prematuro (43).

  1. Sementes

Nozes e sementes são incrivelmente ricas em nutrientes. Elas são ricas em selênio, cobre, vitamina E e zinco, entre outros nutrientes.

Todos estes desempenham um papel na manutenção de um sistema imunológico saudável (44).

Amêndoas são fontes particularmente boas de cobre e vitamina E, enquanto as sementes de abóbora e caju são ricas em zinco.

Nozes e sementes são também grandes fontes de fibra, antioxidantes e gorduras saudáveis, todos os quais são benéficos para a saúde (45).

  1. Batata Doce

A batata doce é rica em vitamina A.

A falta de alimentos ricos em vitamina A pode enfraquecer o sistema imunológico, e aumentar a sensibilidade às infecções (46).

Por exemplo, um estudo relata que crianças deficientes em vitamina A tinham 35% mais probabilidade de sofrer de sintomas respiratórios, em comparação com aquelas com níveis normais de vitamina A.

Além de batata doce, outros alimentos que são ricos em vitamina A incluem cenouras, vegetais de folhas verde escuro, abóbora, alface romaine, damascos secos, pimentos vermelhos, peixe e carnes de órgãos.

Sua dieta desempenha um papel importante na força do seu sistema imunológico.

Consumir os alimentos listados acima regularmente pode ajudar a reduzir a frequência com que você fica doente.

É fundamental priorizar uma alimentação de verdade, e manter hábitos saudáveis para aumentar sua imunidade.

 

Cientistas “congelaram” a célula cancerígena para que ela não se movimente

Por: Ciência e Saúde – G1

Uma nova pesquisa publicada na revista “Nature Communications” nesta sexta-feira (22) abre novos caminhos para impedir que o câncer se espalhe para outras áreas do organismo. Em estratégia inédita, cientistas “congelaram” a célula cancerígena para que ela não se movimentasse.

Trata-se de uma mudança de perspectiva na luta contra o câncer, dizem os cientistas. Isso porque, na maior parte das pesquisas em oncologia, os esforços se concentram mais em matar o tumor.

Os testes foram feitos com a molécula KBU2046, composto que inibiu o movimento de células do câncer em quatro diferentes tipos de células do câncer humanas: câncer de mama, próstata, colorretal e pulmão.

“O movimento é a chave. Se as células cancerígenas se espalharem por todo o seu corpo, elas vão tirar sua vida. Podemos tratar, mas esse movimento vai tirar sua vida”, diz em nota Raymond Bergan, professor de oncologia médica no Instituto OHSU Knight Cancer (EUA).

“Estamos estudando uma maneira completamente diferente de tratar o câncer”, conclui Bergan.

O cientista explica que ele e a sua equipe fizeram diversos estudos na química para pensar um composto que só inibiria o movimento de células do câncer — e não tivesse nenhum outro efeito em células saudáveis.

Substância bloqueia proteína associada ao movimento

O Câncer e a Cura

Por: GISELI SANTOS·TERÇA-FEIRA, 18 DE ABRIL DE 2017
Pessoal, vamos falar sobre o câncer e a sua possível cura.
Eu não posso dizer que a CURA não existe, pois durante minha vida vi diversas curas e por “n” fatores; vi curas através da FÉ, curas inexplicáveis em quem não possuía fé nenhuma, mas uma imensa força mental, curas através de mudança total de hábitos e dieta, curas com cirurgias, tratamentos convencionais, substâncias químicas e suplementos diversos, etc.
O que é preciso que TODOS entendam é que NENHUM suplemento, substância, vitamina, medicamento, protocolo, dieta e seja lá o que mais existir voltado a tratar o câncer, irá promover a CURA de todos os tipos de tumores ou mesmo a melhora do estado geral do paciente, sozinho como em um passe de mágica e em tempo recorde.
Câncer não é um resfriado e creio que todos aqui sabem disso. É preciso tratarmos deste assunto com a seriedade que ele nos obriga a tratá-lo.
Antes de olhar para o câncer, devemos olhar para o PACIENTE como um todo. O paciente tem um câncer, mas ele é muito mais que isso. Existem muitos outros fatores que precisam ser enxergados e tratados, desde seu estado psicológico até as suas deficiências nutricionais.
Tudo o que existe para tratar o câncer não o curam, salvo raras exceções… o que eles fazem, cada um com sua síntese, é ajudar a combatê-lo junto a demais fatores, quais sejam:
  • os protocolos existentes, indicados por um terapeuta de sua confiança, caso haja necessidade;
  • interrupção de situações que interferem no tratamento como o consumo de açúcares, gordura ruim, carboidratos, refrigerantes, carne vermelha, fumo, álcool, sedentarismo, stress, negativismo, insônia, etc;
  • dieta adequada à finalidade de reposição de vitaminas e minerais que o paciente tenha deficiência e que sejam essenciais ao correto funcionamento do sistema imunológico e do organismo para que ele mesmo, fortalecido, tenha condições de combater o tumor;
  • o paciente precisa entender que não adianta ter uma lista de alimentos que contém as vitaminas e minerais essenciais para ajudar a combater o seu problema. Tão importante quanto saber isso, é saber a forma correta de prepará-los e ingeri-los para que o organismo tenha condições de absorvê-los, para não correr o risco de uma vitamina ou um mineral serem perdidos no preparo, ou mesmo, uma substância anular a outra e esta última não ser absorvida e acabar sendo excretada pelo corpo;
  • também é muito importante que o paciente faça uma avaliação com seu dentista para descobrir possíveis infecções que ficam “escondidas” e atrapalham o tratamento, bem como, tratar infecções existentes em outras regiões ou órgãos. Anemias são extremamente importantes e devem ser adequadamente tratadas;
  • o lado psicológico não deve ser tratado com menor importância, afinal, o cérebro comanda o corpo e a mente deve estar saudável para enfrentar essa maratona. Da mesma forma, é essencial o apoio da família e dos amigos para o sucesso do tratamento.
Em resumo, queridos: não acredite que irá tomar um medicamento ou suplemento e em um mês estará curado. Isso não existe. Assuma o controle da situação e reveja tudo em sua vida. Comece como se hoje fosse o seu primeiro dia de vida. Livre-se de tudo que não te ajuda, tanto em relação ao câncer, quanto em relação à sua vida como um todo. Incorpore em sua rotina tudo o que venha agregar, somar e te ajudar no combate à essa doença, seja fisicamente, emocionalmente e psicologicamente. Tenha sempre amigos por perto que possam te ajudar nesta mudança, que possam te auxiliar a lidar com informações que você não entenda, que pesquisem, que te ensinem, que realmente TE AJUDEM.
E, NUNCA, JAMAIS, tenha medo ou vergonha de perguntar. Estamos aqui para prestar esse auxílio.
Não tome NADA sem o conhecimento do SEU MÉDICO.
Sucesso em seu tratamento e em sua nova vida!!!

LOSNA: A NOVIDADE PROMISSORA NA LUTA CONTRA O CÂNCER

Por: greenme.com.br

Conhece a losna? Sim, aquela plantinha que nossas avós usavam como tônico para o fígado, amarga que só? Pois é, a losna, do gênero Artemisia annua, é uma das plantas usada pela humanidade em todos os lugares onde se dá. E ela se dá, bem, em vários continentes. É originária das regiões temperadas da Ásia mas se dá bem na Europa, na África e aqui, no Brasil também. Na Ásia é muito usada, e aqui também, a Artemísia absintun, com a qual se faz a bebida Absinto, fortíssima.

Uma de suas espécies, a Artemisia annua, já é usada há mais de 2000 anos pela medicina tradicional chinesa, sendo reconhecida como potente antipirético, contra a febre, e, também, mais recentemente, na cura da malária. Esta planta tem qualidades medicinais inequívocas e estudos recentes comprovaram que seu extrato, rico em uma substância denominada artemisininareduz as células do câncer de pulmão em até 28% mas que, em combinação com ferro, esse percentual atinge até os 98% de células cancerígenas, de forma seletiva. Quer dizer, só mata as células ruins deixando que as normais se fortaleçam. Esta foi a conclusão dos estudos realizados em algumas universidades americanas como Califórnia e Waschington e, segundo estes, a artemisinina combinada com ferro também poderia destruir células cancerígenas de outros vários órgãos como intestino e próstata, por exemplo.

Esses resultados também apontam para o uso da infusão, chá, de artemísia, como uma boa proteção contra este tipo de doença no entanto, supõe-se que o uso do pó seco de artemisinina é muito mais eficaz.

Quem se interessar pode assistir ao video abaixo onde o Dr. Len Saputo classifica a artemisinina como uma “bomba inteligente contra o cancro” e mostra como podem ser desenvolvidos poderosos medicamentos em base a esta plantinha tão corriqueira para nós.

GRAVIOLA CURA CANCER? VERDADE OU MENTIRA?

Por: greenme.com.br

A Graviola é uma fruta tropical muito conhecida no Brasil, apesar das suas origens nas Índias Ocidentais. Popularmente conhecida também como araticum, jaca do Pará, coração de rainha e outros nomes regionais, ela é uma fruta da família dos Annonaceae que pode chegar a pesar dois quilos e meio e se espalhou também por outras partes do mundo.

A fruta tem uma aparência única, sua casca é verde e o interior amarelo, com uma polpa bem macia e saborosa que pode ser consumida diretamente ou usada na preparação de sucosmilk-shakessorvetes e sobremesas.

Além de fazer parte da dieta de muitos nativos, a graviola já é usada há muito tempo por tribos indígenas do norte do país. Segundo os índios, a graviola foi sempre usada para tratar doenças, como gastrite, úlcera, obesidade, prisão de ventre, diabetes, problemas digestivos, doenças no fígado, hipertensão, depressão, insônia, enxaquecas, gripes, vermes, diarreia e reumatismos.

A fruta despertou o interesse de alguns cientistas do Brasil. Algumas pesquisas revelam que a fruta possui um ingrediente ativo chamado annonaceous acetogenins, que é um fitoquímico.

Graviola e o câncer

Não existe evidência definitiva para mostrar que a graviola funciona como a cura total  para o câncer. Entretanto, em alguns estudos de laboratórios, os extratos de graviola foram capazes de eliminar alguns tipos de células de câncer de fígado e câncer de seio que normalmente são resistentes a algumas drogas quimioterápicas específicas. Os estudos mostraram ainda que, ao contrário destas drogas, a graviola atacava as células doentes, mas não danificava as saudáveis.

O Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos publicou um artigo comprovando que o fator quimioterápico da graviola sobre as células cancerígenas havia sido de 10.000 vezes superior ao do composto chamado Adriamicina, que é um dos citotóxicos mais agressivos empregados atualmente na quimioterapia usada para o tratamento do câncer.

Os estudos ainda são recentes para uma comprovação total dos efeitos de cura do câncer com o uso dos ingredientes encontrados na graviola. As pesquisas continuam e, num futuro muito breve, talvez fique comprovada a eficácia científica da cura deste mal terrível que assola a humanidade.

Neste meio tempo, entretanto, assim como em qualquer outra atividade relacionada à saúde física é sempre recomendada cautela. Consulte seu médico antes do uso de qualquer tipo de terapia alternativa contra o câncer.

De modo geral, alguns pacientes em tratamento de câncer usam suplementos de ervas medicinais para aliviar os sintomas do tratamento químico. Os suplementos de ervas, contudo, não são substitutos para o tratamento principal do câncer. O uso de suplementos, enquanto estiver fazendo quimioterapia pode reduzir a eficácia dos agentes quimioterápicos por causa de possíveis interações entre as drogas e os componentes da graviola.

Efeitos colaterais da Graviola

Os mesmos estudos, que identificaram seus benefícios, foram importantes também na aferição dos efeitos nocivos com o uso das substâncias extraídas da graviola.

Um dos principais efeitos colaterais com o uso da graviola é o fato de baixar a pressão arterial, além da presença de um determinado químico na graviola que pode causar mudanças no funcionamento da rede neural e desordem na coordenação dos movimentos quando consumido em grandes quantidades. As mudanças nervosas podem causar sintomas semelhantes ao mal de Parkinson.

Algumas pesquisas de laboratórios descobriram também que algumas substâncias da graviola podem causar danos nervosos e estas substâncias podem ser levadas ao cérebro pelo fluxo sanguíneo.

A graviola não é recomendada para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, pois sua acidez pode provocar dor. As mulheres grávidas também devem evitar o consumo da graviola, pois a fruta pode provocar aborto.

 

TAMOXIFENO, O MEDICAMENTO QUE MAIS SALVOU VIDAS NA ONCOLOGIA

Por: Dr. Felipe Ades

O tamoxifeno foi um dos primeiros bloqueadores hormonais utilizados no tratamento do câncer de mama. Sua função é impedir que a célula cancerígena perceba os hormônios femininos, bloqueando seu crescimento e causando a morte dessa células.

É um medicamento usado desde a década de 1970, sendo extremamente eficaz e seguro. É certamente o medicamento que mais salvou vidas na história da oncologia.

A maioria das pessoas não apresenta efeitos colaterais do seu uso. De cada 10 mulheres, 7 não têm nenhum efeito colateral. Em geral, quando os efeitos colaterais ocorrem, eles são limitados, se resolvendo em semanas a poucos meses. Os efeitos colaterais mais significantes são as ondas de calor, semelhantes às que ocorrem com a menopausa, o aumento do endométrio (que não causa maiores transtornos na vida da mulher), alteração na menstruação e aumento de risco de trombose em pessoas que têm predisposição ou já tiveram trombose antes (também um evento muito raro).

Uma minoria das pessoas pode ter efeitos mais intensos necessitando da troca do tratamento. Isto é extremamente raro.

Não se deve ter medo de usar este tratamento. Como dito anteriormente são extremamente eficazes contra o câncer de mama com receptores hormonais positivos, aumentando de maneira importante a chance de cura. É um medicamento altamente seguro, tem baixíssimo índice de complicações, que na maioria das vezes se resolvem sozinhas em poucas semanas.

Converse sempre com seu médico!

Saiba mais sobre este medicamento assistindo aos vídeos abaixo:

Tamoxifeno e antidepressivos

Efeitos do tamoxifeno no endométrio e útero

Tamoxifeno engorda? Risco de câncer de ovário? Tem risco na gravidez?

Tamoxifeno e anastrozol no tratamento do câncer de mama

Efeitos colaterais do tamoxifeno e anastrozol

Quem está tomando tamoxifeno pode tomar álcool?

Tamoxifeno e menstruação

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