Todos os posts de admin

Anemia

Por: Oncoguia


O tratamento do câncer tem por finalidade a cura ou alívio dos sintomas da doença. Os tratamentos com medicamentos (quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia), cirúrgicos e radioterápicos podem provocar efeitos colaterais que variam de paciente para paciente dependendo de múltiplos fatores, podendo ser diferentes quanto a intensidade e duração. Alguns pacientes poderão apresentar efeitos colaterais mais severos, outros mais leves ou mesmo não apresentar qualquer efeito colateral. Em caso de você apresentar algum efeito colateral devido ao tratamento que está realizando procure imediatamente seu médico para receber as orientações necessárias para seu caso.

A anemia é caracterizada pelo nível baixo dos glóbulos vermelhos (hemácias). Os glóbulos vermelhos contêm a hemoglobina, proteína que distribui o oxigênio no organismo. Se o nível dos glóbulos vermelhos estiver muito abaixo do limite inferior aceitável, partes do corpo não recebem oxigênio suficiente e passam a não funcionar corretamente. A maioria das pessoas com anemia sente-se cansadas ou fracas. A anemia é um sintoma comum em pacientes em tratamento quimioterápico.

Causas

O hormônio eritropoético produzido nos rins, alerta o corpo quando a medula óssea deve produzir mais hemácias. Desse modo, qualquer dano no rim ou na medula levará à anemia, por exemplo:

  • Alguns quimioterápicos podem causar dano à medula óssea, prejudicando sua capacidade de produzir glóbulos vermelhos.
  • Os cânceres que afetam diretamente a medula óssea ou que provocam metástase óssea podem comprimir as células normais da medula óssea, incluindo os glóbulos vermelhos.
  • O tratamento quimioterápico com cisplatina e carboplatina podem prejudicar os rins, diminuindo a produção do hormônio eritropoético.
  • O tratamento radioterápico em grandes regiões do corpo, como região pélvica, pernas, ou abdome pode causar danos na medula óssea.
  • Náuseas, vômitos e perda de apetite podem levar à falta de nutrientes necessários para produção dos glóbulos vermelhos, como ferro, vitamina B12 e ácido fólico.
  • Sangramento, em consequência da cirurgia, ou um tumor causando hemorragia interna pode levar à anemia se a perda das hemácias for maior que a capacidade de reposição.
  • A resposta do sistema imunológico às células cancerosas pode causar anemia, neste caso, denominada anemia de doença crônica.

Sinais e Sintomas

Pessoas com anemia pode apresentar:

  • Fadiga.
  • Fraqueza muscular.
  • Aumento do batimento cardíaco.
  • Dificuldade em respirar ou falta de ar.
  • Tonturas ou desmaio.
  • Palidez.
  • Dor de cabeça.
  • Dificuldade de concentração.
  • Insônia.
  • Dificuldade em manter-se aquecido.
  • Sangramento.

Diagnóstico e Tratamento

A anemia é diagnosticada pelo exame de sangue. Durante o tratamento quimioterápico é solicitado regularmente a realização de exames de sangue, com o intuito de verificar o nível dos glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Em algumas circunstâncias, pode ser necessária uma transfusão sanguínea.

Além disso, o médico pode receitar medicamentos ou suplementos para uma rápida recuperação. Portanto, siga uma dieta balanceada selecionando alimentos que contenham todas as calorias e proteínas que seu organismo necessita. É importante conversar com o médico, enfermeira ou nutricionista para uma orientação adequada sobre a dieta que possa proporcionar maior benefício.

Dicas

  • Descanse, procure dormir 8 horas por noite e durante o dia veja a possibilidade de deitar e descansar 1 ou 2 vezes pelo menos durante 30 a 60 minutos.
  • Limite suas atividades, procure realizar apenas as atividades realmente importantes.
  • Permita que outras pessoas o ajudem, familiares e amigos podem ajudar cuidando de seus filhos pequenos, fazer compras no supermercado, podem fazer-lhe companhia às consultas agendadas ou podem realizar alguma tarefa que requer esforço.
  • Siga uma dieta balanceada selecionando alimentos que contenham todas as calorias e proteínas que seu organismo necessita. É importante conversar com o médico, enfermeira ou nutricionista para uma orientação adequada sobre  a dieta que possa proporcionar maior benefício.
  • Durante o tratamento quimioterápico será solicitado pelo médico a realização de exames de sangue com o intuito de saber como está o nível dos glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Em algumas circunstâncias, quando a contagem de glóbulos vermelhos está muito baixa, alguns pacientes necessitam fazer transfusão sanguínea. Além disso, o médico pode receitar medicamentos ou suplementos para uma rápida recuperação.

A vitamina D e seus benefícios para a prevenção de doenças

Por: previva.com.br

e grande importância para a absorção de cálcio e fósforo pelo intestino, a vitamina D é reconhecida tradicionalmente pela medicina como uma das substâncias essenciais para o fortalecimento dos ossos e a prevenção de doenças como o raquitismo na infância e a osteoporose.

Mas seus benefícios para a manutenção da saúde vão muito além disso.

Diversos estudos recentes vêm apontando uma forte relação entre a deficiência desta vitamina com a ocorrência de doenças crônicas (como alguns tipos de câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, esclerose múltipla e depressão) e até mesmo doenças infecciosas (como tuberculose e viroses).

Vitamina D

Saúde que vem do sol

A vitamina D é a única vitamina que também é produzida pelo organismo humano. Na verdade, ela é um hormônio sintetizado pela nossa pele quando exposta à radiação ultravioleta do sol.

Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas se exponham à luz solar sem o uso de bloqueadores ou protetores por um período de cinco a 30 minutos, todos os dias.

O tempo de exposição varia de acordo com a cor da pele. Quanto mais escura, maior deve ser o período de exposição.

O processo de absorção da energia ultravioleta para a síntese da vitamina D ocorre da mesma forma em todas as partes do corpo e a quantidade do nutriente que será produzida é proporcional a quantidade de pele exposta ao sol.

Caso a exposição diária não seja possível, ela deve ser feita pelo menos duas vezes por semana. Na impossibilidade de expor áreas maiores, deve-se no mínimo tomar sol nas pernas e nos braços.

O papel da alimentação

Apesar de simples, a recomendação de se expor ao sol frequentemente não é seguida por muitas pessoas – principalmente no caso de idosos hospitalizados e com dificuldades de locomoção ou de quem trabalha durante a maior parte do dia em ambientes fechados.

Dessa forma, para evitar a carência da vitamina D recomenda-se incluir na dieta alimentos ricos neste nutriente.

Entre os alimentos considerados boas fontes de vitamina D estão peixes como salmão, atum e sardinha, ovos, queijo cheddar e carne bovina.

Contudo, mesmo para quem consome grandes quantidades destes alimentos, a melhor forma de se evitar a deficiência continua sendo a exposição ao sol, que responde por cerca de 80% a 90% da síntese de vitamina D no ser humano.

A vitamina D na terceira idade

Devido a questões metabólicas relacionadas à idade, os idosos produzem menos vitamina D em resposta à exposição solar.

O volume produzido por uma pessoa de 70 anos é cerca de quatro vezes menor do que ela produzia quando tinha 20 anos. A deficiência deste nutriente é preocupante principalmente no caso de idosos institucionalizados.

Uma pesquisa feita em 2004 na cidade de São Paulo demonstrou que 92% dos idosos institucionalizados avaliados tinham valores insuficientes de vitamina D, enquanto 85% dos que moravam em domicílio apresentaram o problema. Entre os jovens pesquisados como grupo controle a taxa foi de 40%.

Veja o que diz a professora Marise Lazaretti Castro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especializada em endocrinologia e uma das coordenadoras da pesquisa:

“Quando avaliamos a proporção de pessoas com deficiência de vitamina D, que são valores ainda mais abaixo do ideal, o índice foi de 40% entre os idosos institucionalizados, 15% entre idosos em domicílio e 5% entre os jovens”

Ações preventivas relacionadas à vitamina D

Sabendo da importância dessa substância para a prevenção de doenças, as operadoras de saúde podem criar ações de medicina preventiva para esclarecer seus beneficiários sobre os benefícios da vitamina D.

Entre elas estão a promoção de palestras sobre o assunto, a distribuição de material informativo impresso ou digital, a organização de caminhadas e outras atividades ao ar livre, além do incentivo para que as pessoas (principalmente os maiores de 60 anos) meçam o nível da vitamina em seus organismos e comecem a fazer reposição caso seja necessário.

Ações mais específicas podem ser realizadas junto a grupos de beneficiários selecionados de acordo com seus perfis de saúde.

Vitamina D e doenças autoimunes

Como a vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo importante no tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e também na prevenção do câncer.

Vitamina D na gestação

Para as gestantes, o consumo da vitamina D é essencial. A falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. No final da gravidez, a carência do nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta os riscos de ocorrência de autismo.

Vitamina D e obesidade

Já para os grupos que participam de programas de controle da obesidade, a importância da vitamina D pode ser destacada repassando algumas informações aos beneficiários. Além de promover o metabolismo da gordura, a substância inibe o crescimento das células adiposas e aumenta a quantidade de leptina, hormônio que envia sinais de saciedade ao cérebro, auxiliando no controle do apetite. A vitamina D também ativa a força dos músculos, facilitando a redução do excesso de gordura no tecido muscular.

Vitamina D e diabetes

No combate à diabetes tipo 2, deve-se ressaltar que níveis baixos de vitamina D estão relacionados a uma disfunção chamada resistência à insulina, hormônio que faz com que a glicose que está no sangue entre nas células. Quem apresenta resistência à insulina costuma ter acúmulo de glicose na circulação sanguínea, o que caracteriza a doença.

Como podemos ver, a manutenção da vitamina D em níveis adequados é uma grande aliada em diversas ações de medicina preventiva.

De gripe à colesterol: saiba se o alho ajuda mesmo nessas 6 doenças…

Por: Vivabem

Se você é fã de alho, vai ficar feliz em saber que não só ele faz parte da medicina popular como seus benefícios para a saúde já foram comprovados em estudos científicos. “Ele apresenta compostos fitoquímicos sulfurados e não sulfurados, que têm papel no controle do colesterol total, pressão arterial, além de auxiliarem no combate a vírus, bactérias e fungos”, resume a nutricionista Vanderli Marchiori, presidente da Associação Paulista de Fitoterapia

Entre essas substâncias, se destaca a alicina, responsável pelo odor característico do vegetal. Flavonoides e o mineral selênio, com poder antioxidante, também são encontrados nos bulbos. No entanto, nem tudo que nossas avós creditam ao alho foi comprovado pela ciência. Veja a seguir quais benefícios do alho já foram comprovados e quais seguem sendo estudados mais de perto. Vale lembrar que nos casos em que o benefício do alho é embasado pelos experimentos dos cientistas, ele deve sempre entrar como coadjuvante e não deve substituir os tratamentos tradicionais

Benefícios comprovados

Colesterol

O uso diário e constante de alho já mostrou diminuir entre 10 e 15% do colesterol total e/ou LDL, o considerado ruim, em adultos com níveis altos dessa molécula. Os mecanismos por trás desse efeito não estão totalmente compreendidos, mas parece que ele atua tanto na absorção de colesterol no intestino quanto na síntese do colesterol endógeno —aquele que produzimos no fígado, e é responsável pela maior parte do colesterol circulante. Uma revisão sistemática de quase 40 ensaios clínicos randomizados (tipo de estudo robusto, que compara o efeito de um remédio com o de um placebo, sem que os grupos saibam o que estão tomando) envolvendo 2.300 adultos comprovou esse efeito.

Diabetes

A relação com o controle do diabetes foi alvo de uma revisão sistemática de 2017, publicada no periódico Food and Nutrition Research por pesquisadores chineses. A investigação envolveu mais de dez estudos que davam uma dose diária entre 0,05 g a 1,5 g (um dente tem cerca de 5 g, para se ter ideia) do suplemento de alho a pacientes diabéticos e os comparava com um placebo. No fim, o alho realmente impactou positivamente os níveis de glicose. Uma diferença de quase 10 mg/dL depois de 12 semanas e depois de mais de 20mgl/dL, na 24ª semana de suplementação. O mecanismo ainda está sendo estudado, mas, aparentemente, a alicina e seus outros compostos melhoram o transporte de de glicose para dentro das células, além de diminuir os produtos finais da glicação avançada, proteínas que levam às complicações do diabetes.

Ainda em estudo

Pressão arterial

O alho é um vasodilatador, ou seja, pode dilatar as artérias criando uma espécie de relaxamento, que beneficia quadros de hipertensão arterial. Nesta doença, os vasos sanguíneos tendem a ficar mais “tensos” em vez de contrair e relaxar, como deveria ser. Esse efeito é estudado há bastante tempo pela ciência. Uma revisão sistemática de 2015, publicada no periódico The Journal of Clinical Hypertension, avaliou 17 pesquisas anteriores e mostrou uma redução média de 3,75 mmHG na pressão sistólica de pessoas hipertensas e 3,39 mmHG na diastólica. A benesse foi observada com a suplementação do vegetal em cápsulas, extrato e pó.

Outra revisão conduzida pela Cochrane, entidade independente que reúne as evidências científicas mais sólidas sobre saúde, aponta que o alho de fato parece reduzir a pressão arterial, mas não há evidências o suficiente para bater o martelo sobre o assunto.

Saúde do coração

Sua ação antioxidante pode contribuir para a saúde do endotélio, a parede das artérias. Isso porque boa parte das doenças cardiovasculares comuns ocorrem quando as partículas de colesterol no sangue se oxidam, um processo chamado de estresse oxidativo, e se depositam no endotélio, formando placas de gorduras que levam a entupimentos. Uma revisão de literatura publicada em 2016 no Journal of Nutrition mostrou que a suplementação de até 960 mg de extrato de alho pode reduzir marcadores de aterosclerose (acúmulo dessas placas nas artérias). Outro fator de proteção contra infartos importante do alho é controlar a agregação plaquetária —nome técnico da formação de coágulos que leva a entupimentos nos vasos sanguíneos. Um outro estudo, conduzido por pesquisadores ingleses, verificou esse efeito em amostras sanguíneas de 14 participantes. Os estudos nessa seara pesam a favor das cápsulas. Nesta segunda pesquisa, disponível também no Journal of Nutrition, o extrato de alho envelhecido foi novamente apontado como mais eficaz.

Câncer

Essa alegação é bem interessante. Estudos mostram que o alho pode diminuir o risco de câncer de estômago, câncer de pulmão, câncer de mama e até colo de útero. A hipótese aqui é a de que os compostos sulfurados como a alicina protejam o DNA de danos que levam à produção de células cancerígenas. Só vale dizer que a maioria das pesquisas sobre o tema em humanos é observacional —ou seja, avaliam o consumo do alho e a incidência de câncer numa população e relacionam os dois números. Estudos in vitro demonstram atividade dos compostos do alho em combater células cangerígenas, mas o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos ressalta que, apesar de promissores, faltam estudos para compreender melhor questões como o mecanismo de ação, o tamanho da dose e as interações de outros nutrientes.

Ou seja, não dá para cravar que o alho previne câncer, mas pode ser benéfico dentro de uma dieta com frutas, legumes, verduras e grãos in natura. Além da alimentação equilibrada, fazer exercícios regularmente, não fumar e beber com moderação são atitudes que oficialmente diminuem o risco de tumores.

Não comprovados

Tosse e gripe

Alguns estudos até indicam que ele pode melhorar a resposta do sistema imune a infecções, mas o efeito mais conhecido mesmo é antimicrobiano. Uma revisão da Cochrane diz, aliás, que não há evidências de que o alho seja capaz de prevenir ou curar gripes e resfriados. Ou seja, provavelmente o alívio que as pessoas sentem ao tomar um chá com alho para a tosse vem da sua ação discreta anti-inflamatória e contra micro-organismos que podem estar desencadeando uma irritação local na garganta.

Embora os estudos mais bacanas envolvam o suplemento de alho (que facilita o controle da dosagem dos micronutrientes presentes), os especialistas ouvidos pela reportagem concordam que consumir um dente de alho por dia, cerca de 5 g, já é o suficiente para obter ao menos parte desses benefícios. Para que a alicina fique disponível, é preciso amassar, triturar ou picar o alho, e o ideal é que ele seja consumido cru. Picar e acrescentar no fim dos preparos, em saladas ou cremes pode ajudar a disfarçar o sabor forte —uma dica é misturar no molho que você já adicionaria à salada. E é bom consumir junto com as refeições para que o estômago não fique ressentido. O alho pode ser indigesto.

Própolis Verde, para que serve?

Quais são os benefícios do própolis? Para que serve e quais propriedades se destacam? Neste vídeo falaremos sobre o própolis verde, como tomar, quais as contra-indicações, ele ajuda na prevenção do câncer?

própolis é uma substância produzida por abelhas para proteger as colméias. A própolis verde é a colhida de brotos de plantas, como o alecrim do campo. Não contém glúten. Alta quantidade de própolis ativo.

https://www.facebook.com/NTHSuplementosAlimentares/videos/650563312411496/

Fibromialgia e CEM, eles estão conectados?

A causa da fibromialgia é atualmente desconhecida, isso é facilmente descoberto através de uma pequena pesquisa no Google. Isso geralmente aponta para um culpado que é negligenciado principalmente. Embora neste momento deva ficar claro que pode haver outras causas que ainda não foram descobertas. Esta página é sobre uma causa possível para o distúrbio crônico e o que você pode fazer para se ajudar se achar que o medicamento que está recebendo não está funcionando.

Sintomas de fibromialgia ( WebMD )

Os sintomas da fibromialgia incluem (os sintomas em negrito são espelhados pelos sintomas da EHS):

  • Dor muscular crônica, espasmos musculares ou aperto
  • Fadiga moderada ou grave e energia reduzida
  • Insônia ou acordar sentindo-se tão cansado quanto quando você foi dormir
  • Rigidez ao acordar ou depois de permanecer em uma posição por muito tempo
  • Dificuldade de lembrar, concentrar e executar tarefas mentais simples (“névoa fibro”)
  • Dor abdominal, inchaço, náusea e constipação alternados com diarréia (síndrome do intestino irritável)
  • Tensão ou enxaqueca
  • Maxilares e sensibilidade facial
  • Sensibilidade a um ou mais dos seguintes itens: odores, ruído, luzes brilhantes, medicamentos, certos alimentos e frio
  • Sentindo-se ansioso ou deprimido
  • Dormência ou formigamento no rosto, braços, mãos, pernas ou pés
  • Aumento da urgência ou frequência urinária (bexiga irritável)
  • Tolerância reduzida ao exercício e dor muscular após o exercício
  • Sensação de inchaço (sem inchaço real) nas mãos e pés

Os sintomas da fibromialgia podem se intensificar dependendo da hora do dia – manhã, final da tarde e noite tendem a ser os piores momentos. Os sintomas também podem piorar com fadiga, tensão, inatividade, mudanças no clima, condições de frio ou frio, excesso de esforço, flutuações hormonais (como antes do período menstrual ou durante a menopausa), estresse, depressão ou outros fatores emocionais.

Você está sofrendo de fibromialgia ou EHS ou ambos?

Os sintomas da EHS são bastante semelhantes aos da fibromialgia. Os pontos acima mencionados em negrito  são os que se correlacionam com alguns dos sintomas mais comuns para EHS (hipersensibilidade eletrônica).

O EHS é causado pelo eletrosmog (CEMs / HFs), que afeta negativamente o corpo e o sistema imunológico. O Electrosmog abre seu corpo para todos os tipos de doenças e enfermidades, das quais as fontes são oficialmente “desconhecidas” porque os CEM ainda não são reconhecidos adequadamente como uma fonte séria de problemas.

Se você tiver uma dessas doenças misteriosas, é possível que você realmente sofra de EHS, isso é para você decidir.

Um relatório da Dra. Olle Johansson, do Instituto Karolinski em Estocolmo, analisa e resume de maneira bastante eficaz uma série de estudos científicos e afirma que a OMS ignorou grosseiramente muitos estudos pertinentes que são claros em suas descobertas sobre a influência dos CEM nos sistema imunológico.

Como melhorar sua situação

Se CEMs e HFs estivessem saindo e estivessem sendo usados ​​cada vez menos, essa página não existiria. O fato é que todos estamos usando uma quantidade cada vez maior de tecnologia e eletrônica, de modo que o nível de eletrosmog no mundo só se multiplica. As últimas tendências são: tecnologia vestível, medidores inteligentes, residências inteligentes e óculos de realidade virtual, para citar apenas alguns. E não há fim à vista, à medida que mais e mais soluções inovadoras chegam ao mercado para facilitar nossas vidas. O show de exposições da CES em 2017 foi um lembrete muito bom disso.

Existe uma maneira eficaz de obter alívio dos sintomas do Electrosmog, abordando o culpado, CEM e IC. Com os produtos Swiss Harmony, você pode ensinar seu corpo a ignorar a influência negativa dessas frequências prejudiciais e viver em um ambiente mais harmonioso.

Harmonia Suíça: Protege contra Electrosmog prejudicial

Os produtos “Swiss Harmony” para a harmonização de apartamentos e casas garantem que a eletricidade que serve uma casa contenha informações diferentes. Através da lei da ressonância, ele transmite as informações do espectro de luz visível para a eletricidade que passa por ele. Essa eletricidade, por sua vez, fluirá por toda a casa e distribuirá essas informações harmoniosas em todas as últimas fendas do edifício. Qualquer WiFi ou telefone sem fio que você possui em sua casa se tornará um farol de harmonia, porque eles são fornecidos com a eletricidade harmoniosa.

Criar um campo de ressonância harmônica

A Lei da Ressonância afirma que, em um campo de ressonância, quaisquer frequências que não estejam em conformidade com o campo não podem formar uma ressonância e, portanto, não podem existir nele. Em outras palavras, em um campo de ressonância harmônica, nenhuma frequência artificial pode ter efeito. 

NOTA: CEM (Campo Eletro Magnético)

Fontes:  http://www.webmd.com

A hipersensibilidade eletromagnética é uma doença real?

Por: https://gizmodo.uol.com.br/

A National Radio Quiet Zone (NRQZ) é uma área de 33 mil quilômetros quadrados na Virgínia Ocidental, Virgínia e parte de Maryland que restringe fortemente transmissões de rádio e outras radiações eletromagnéticas no mesmo espectro. Desde 1958, a proibição minimiza a interferência com o Observatório Nacional de Astronomia de Rádio, que abriga o maior telescópio de rádio totalmente orientável do mundo.

os últimos anos, no entanto, a NRQZ tem sido um refúgio seguro para pacientes com hipersensibilidade eletromagnética (HE), que atualmente não é reconhecida como um diagnóstico médico, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. As pessoas que afirmam sofrer de HE relatam uma variedade de sintomas, que incluem problemas dermatológicos, como vermelhidão ou sensações de queimação, e outros sintomas, como fadiga, palpitações cardíacas e náuseas.

Os fãs da série de televisão Better Call Saul viram a estranha e desesperadora doença por meio da história de Chuck McGill, interpretado por Michael McKean – um advogado duro e ex-estrela de sua profissão que se cobriu com cobertores espaciais, iluminava sua casa com lanternas e fazia seus visitantes deixarem seus celulares do lado de fora da casa.

Até agora, os resultados dos estudos de HE foram inconsistentes. Na verdade, os pacientes experimentaram os sintomas, independentemente de serem ou não expostos a campos eletromagnéticos reais. Experiências duplamente cegas (onde nem o sujeito nem o pesquisador sabem se o sujeito está sendo exposto a campos eletromagnéticos reais ou simulados) não mostraram evidência de HE de sintomas causados por campos eletromagnéticos.

Dr. Jonathan Pham

Médico e pesquisador médico que trabalha no COSMOS (um estudo internacional que investiga se as tecnologias de telefonia móvel e RF-EMF a longo prazo causam resultados adversos para a saúde), Departamento de Epidemiologia e Bioestatística (uma unidade especializada em pesquisa EMF ambiental) no Imperial College de Londres

Na última década, o uso de celulares e outras tecnologias sem fio tornou-se presente em nossas vidas cotidianas, não só em nossas casas, mas também em locais de trabalho e escolas. Essas tecnologias emitem campos eletromagnéticos (EMF) na faixa de radiofrequência.

m pequeno número de indivíduos relatou uma série de sintomas que eles atribuem à exposição aos campos magnéticos MF. Isso foi chamado de hipersensibilidade eletromagnética (HE). Para alguns indivíduos, esses sintomas podem ser leves, e para outros, severamente incapacitantes, impedindo-os de trabalhar ou fazer tarefas diárias simples, como cozinhar ou cuidar de si mesmo.

Infelizmente, muito pouco se sabe sobre os mecanismos fisiológicos pelos quais a HE causa os sintomas. Apesar de seu nome, um número de estudos mostrou não haver correlação entre os sintomas do HE e a exposição RF-EMF.

Dada a falta de evidências que ligam a exposição aos campos eletromagnéticos e a HS, outros gatilhos dessa doença foram propostos. Estes incluem outros fatores ambientais, como o ruído e a iluminação, bem como fatores psicológicos, como estresse e doença mental. Os estudos a esse respeito são, infelizmente, limitados.

Quanto à questão de saber se essa é uma doença real: apesar da relação improvável entre campos eletromagnéticos e sintomas de HS, eu diria que indivíduos que sofrem desse subconjunto de sintomas precisam de cuidados médicos e alívio do desconforto, assim como indivíduos que sofrem de qualquer outra condição. O que torna isso difícil é a nossa atual falta de compreensão dessa condição: seja ela uma condição ou uma coleção, quais são os gatilhos reais e se é de natureza fisiológica, ambiental ou psicológica. Portanto, pesquisas adicionais são necessárias nesse campo, o que será essencial para orientar o atendimento médico de qualidade para esses indivíduos.

Jeffrey Mogil, Ph.D.

Líder do Pain Genetics Lab na McGill University, E.P. Taylor Professor de Estudos da Dor, Canada Research Chair em Genetics of Pain (Tier I), diretor do Alan Edwards Centre for Research on Pain

Não acho que as pessoas consigam criar dor nas suas mentes. Doenças reais produzem dor real, e só porque a HS não possui explicação médica atual não significa que não seja real. Imaginavam que a fibromialgia não era “real”, até que os estudos de imagem mostraram ativação cortical nas mesmas áreas cerebrais que a dor “real”, e agora sabemos que alguma porcentagem razoável de pessoas com fibromialgia realmente possui polineuropatia de fibra pequena, que só é diagnosticável com coloração especializada em biópsia.

Dito isso, está longe de ser credível que a radiação eletromagnética das freqüências e intensidades nos produtos de uso atual possa produzir qualquer patologia real, então permaneço extremamente cético em relação a essa “doença” em particular.

Harriet A. Hall, Médica

Médica de família aposentada e ex-cirurgiã da Força Aérea, colunista da revista Skeptic, editora colaboradora da Skeptic e do Skeptical Inquirer, conselheira médica e autora do Quackwatch

Não é real. Quando os pacientes foram testados, eles não conseguiram saber se os dispositivos eletrônicos estavam ou não ligados. Eles estão realmente sofrendo, e culpar seus sintomas no HS só distrai a busca da causa real de seus sintomas para ajudá-los. Claro que importa se é real ou não: o contato com a realidade é muito mais eficaz do que as crenças imaginárias na resolução de problemas.

David O. Carpenter, Médico

Diretor do Institute for Health and the Environment, um Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde da Universidade de Albany

Diretor do Institute for Health and the Environment, um Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde da Universidade de Albany

A hipersensibilidade eletromagnética é uma doença real. E importa se é real ou não. Claramente, algumas pessoas sofrem de doenças crônicas e gostariam de culpar as ondas eletromagnéticas, quando na verdade não são eletrossensíveis. Provavelmente há mais pessoas eletrossensíveis, mas não identificaram ainda a causa de seus sintomas. A razão pela qual importa se alguém é realmente sensível às ondas eletromagnéticas é que você pode reduzir seus sintomas ao evitar exposição excessiva. Isso é especialmente importante para aqueles que são eletrossensíveis, mas não identificaram a causa. Existem também outras causas de sintomas semelhantes não específicos, tais como exposições químicas, de modo que nem todos os sintomas daqueles que não são eletrossensíveis são devidos a problemas psicológicos, mesmo que alguns sejam.

Wendell Wallach

Estudioso do Centro Interdisciplinar de Bioética da Universidade de Yale e consultor sênior do The Hastings Center, autor de “A Dangerous Master: How to Keep Technology from Slipping Beyond Our Control”

Deve ser feita uma distinção entre a sensibilidade eletromagnética e os sintomas que a identificam como tal. Os pesquisadores falharam em provar que quem diz sofrer de sensibilidade eletromagnética pode determinar com precisão a presença de um campo eletromagnético forte. No entanto, os sintomas percebidos são reais para o paciente e devem ser tratados como tal, ou até que possa ser demonstrado que eles são psicossomáticos ou possuem alguma outra fonte física. Muitas pessoas que meditam, por exemplo, percebem movimentos de energia em seu corpo e aprendem a trabalhar com eles. Mas uma segunda distinção deve ser feita entre aqueles que trabalham com sucesso com estados psicológicos incomuns e aqueles que os acham debilitantes. Para o segundo, medicamentos ou prática meditativa podem ou não ser úteis. Superar, desativar ou sublimar estados mentais debilitantes nunca é fácil.

6 Tratamentos Naturais para Vitiligo

Por: https://www.positivemed.com/

Alguns tratamentos naturais para o Vitiligo, não são 100% eficazes, mas podem reduzir drasticamente os sinais e manchas na pele. 1. Em um estudo realizado no Departamento de Dermatologia da Universidade do Alabama, verificou-se que o ácido fólico, a vitamina B12 e a vitamina C são eficazes no aumento da pigmentação das células da pele. A suplementação diária com o complexo de vitamina B, que contém aproximadamente 100 gramas de vitamina B e pelo menos 400 microgramas de ácido fólico, pode ser eficaz na redução das manchas de Vitiligo.
2. Alguns médicos especialistas sugerem que evitar a exposição prolongada aos raios nocivos da luz solar pode ajudar a reduzir as manchas brancas do Vitiligo. Use protetor solar e roupas de proteção quando sair ao sol. Evitar a luz solar, a principal fonte de vitamina D, pode levar a uma deficiência. Nesta situação, alimentos como peixes oleosos podem ajudar a compensar essa deficiência.

Ayurveda para Vitiligo

O vitiligo pode ser ajudado com a ajuda de medicamentos e práticas ayurvédicas, mas leva tempo.

1. Uma mistura de óleo de mostarda e açafrão é útil para reduzir manchas na pele. Tome 5 colheres de chá de açafrão em pó e 250 ml de óleo de mostarda. Misture e aplique em manchas brancas duas vezes ao dia. Isso deve ser feito por 12 a 15 meses para observar redução nos adesivos.

2. A água mantida em um vaso de cobre faz parte do tratamento com vitiligo em Ayurveda. Tome água potável e coloque em um recipiente de cobre. Deixe durante a noite e beba a água pela manhã. As propriedades do cobre misturado com a água ajudam na repigmentação da pele. Beber esta água estimula os melanócitos e, eventualmente, aumenta a melanina.

3. A aplicação de extrato de folhas de manjericão misturado com suco de limão é um remédio caseiro eficaz para o vitiligo. A aplicação desta mistura nas manchas brancas por 5-6 meses pode reduzir significativamente as manchas.

4. As sementes de rabanete são eficazes na regeneração da melanina perdida. Tome 2 colheres de chá de vinagre e adicione-o às sementes de rabanete em pó. Misture para fazer uma pasta grossa. Aplique a pasta nas áreas afetadas da pele regularmente por pelo menos 6 meses.

5. A planta mama cadela tem sido usado para tratar o vitiligo desde os tempos antigos. Pegue a raiz desta planta e ferva-a em água doce. Aplique o extrato nas áreas afetadas da pele. Especialistas sugerem que esta erva ajuda na repigmentação da pele. As propriedades naturais que aumentam a imunidade desta erva a tornam eficaz no tratamento de quase todos os distúrbios da pele.

6. Psoralen é uma erva usada em medicamentos para vitiligo, também pode ser usada como remédio caseiro. Mergulhe algumas sementes de tamarindo e psoraleno em água e deixe por 4 dias, seque e faça uma pasta. Aplique a pasta nas manchas brancas da pele por um mês. Você pode continuar usando para obter resultados mais significativos. Juntamente com os remédios acima, é importante manter uma dieta saudável com nutrientes essenciais. Estudos mostram que muitos problemas de pele são causados ​​por nutrição inadequada. Manterá a pele mais saudável e agilizará o processo de cicatrização, fortalecendo o sistema imunológico.

Síndrome de Reiter

Por: infoescola.com

síndrome de Reiter, conhecida também como artrite reativa, é  uma doença reumática com tendência a cronicidade. Normalmente, causada por infecções por Clamidya sp. ou Salmonella sp.

Acomete preferencialmente indivíduos adultos do sexo masculino. Caracteriza-se por causar uma inflamação com aumento das juntas (articulações), especialmente nos membros inferiores (pernas) e que pode estar acompanhada de inflamação ocular (conjuntivite ou uveíte), inflamação da uretra (uretrite) ou da cérvix (cervicite), inflamação intestinal com diarréia aguda e acometimento da pele e mucosas (oral e genital). O paciente que apresenta doença crônica intensa apresenta um envolvimento da coluna vertebral que é indistinguível da espondilite anquilosante.

Nos casos de acometimento cutâneo, as lesões podem apresentar aspecto psoriaseforme e as plantas dos pés são especialmente comprometidas, onde recebem o nome de keratoma blennorhagica. As unhas também podem ser afetadas, com o surgimento de uma hiperceratose sub-ungueal e algumas vezes onicolese, lembrando um quadro de psoríase.

Os quadros de artrite normalmente vão e voltam durante um período de várias semanas a 6 meses. Metade dos pacientes apresenta artrite recorrente, tendinite, fascite e dor lombossacra que pode levar à incapacidade funcional significativa.

Não há um exame específico para a doença. No entanto, a constatação do antígeno HLA-B27 em um homem jovem que apresente alterações psoriasiformes, juntamente com sintomas oculares e articulares, auxilia no estabelecimento do diagnóstico.

Também não há um tratamento específico para a síndrome de Reiter. A utilização de antibióticos é controversa. A prática de exercícios e fisioterapia em associação com o uso de antiinflamatórios não-esteróidais são importantes adjuvantes. Lesões mais severas podem ser tratadas com imunossupressores, como por exemplo, metotrexato e ciclosporina.

Fontes:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?394
http://emedix.uol.com.br/doe/reu003_1f_sindromereiter.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Artrite_reativa
http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/000440.htm
http://www.scielo.br/pdf/abd/v78n3/16378.pdf
http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/variedades/sindrome_reiter.htm


BPS e BPF: conheça o perigo das alternativas ao BPA

Por: ecycle.com

Esses tipos de bisfenol estão presentes nas embalagens de plástico, nos enlatados, nas maquiagens e até em fórmulas para bebês

Você já deve ter ouvido falar sobre o BPA ou pelo menos já viu alguma embalagem com o selo “BPA-free” (livre de BPA). Este material, também chamado de bisfenol A, é um produto sintético utilizado em diversos tipos de plásticos, recibos, embalagens de alimentos e outros itens. Depois do surgimento de uma variedade de estudos mostrando seus efeitos prejudiciais aos organismos, principalmente por sua capacidade de desequilibrar o sistema endócrino, seu uso foi regulamentado e o BPA passou a ser proibido em mamadeiras e limitado a determinados níveis em outros materiais. Para substituí-lo, surgiram outros tipos de bisfenol, como o BPS e o BPF.

Substitutos

Após a proibição do BPA, as empresas desenvolveram substitutos semelhantes, o BPS e o BPF, também chamados de bisfenol S e bisfenol F, respectivamente.

BPS é muito empregado como agente de fixação de lavagem em produtos de limpeza industrial, solvente de galvanoplastia e melhorador de cor de recibos de papel (saiba mais em “Perigo à espreita: você sabe o que é BPS?)”. Já o BPF é mais presente em revestimentos epóxi, pisos industriais, lâminas, adesivos, plásticos, canos de água, selantes dentários e embalagens de alimentos.

Apesar da diferença na terminação dos nomes, os três – BPABPS e BPF – são disruptores endócrinos muito semelhantes quimicamente, com capacidade de produzirem efeitos similares para o uso na indústria e também na saúde dos organismos.

Contaminação

A presença desses tipos de bisfenol não se limita a embalagens e a materiais em que eles são utilizados como matéria-prima.

De acordo com estudo publicado pela Environmental Health Perspective, o BPS, o BPF e o BPA também acabam contaminando produtos cotidianos como pastas de dente, produtos para cabelo, maquiagens, loções, bilhetes, passagens, envelopes, carnes, processados de carne, produtos enlatados, vegetais, cereais, ração de gato e cachorro, fórmulas para bebês e estão presentes até na poeira doméstica.

Com a ingestão e o contato com alimentos e produtos contaminados, essas variedades de bisfenol se acumulam no organismo humano. Em contato com a pele através do toque de papéis de recibo e jornais, por exemplo, eles acabam parando na corrente sanguínea. Exames mostraram a presença de bisfenóis inclusive na urina humana.

Se descartados de maneira incorreta, os materiais contendo BPABPF e BPS vão parar no oceano e acabam ficando presos no gelo polar e em rochas, passando a integrar o ambiente e o organismo dos animais, causando sérios prejuízos ambientais.

Efeitos

BPF pode proporcionar efeitos negativos na tireoide, aumento do tamanho do útero e do peso de testículos e glândulas, entre outros efeitos fisiológicos/bioquímicos indesejados.

BPS apresenta comprovadamente potencial de causar câncer, efeitos negativos nos testículos de mamíferos, na glândula pituitária, na reprodução de fêmeas mamíferas e dos peixes.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês), o bisfenol S se torna altamente perigoso à saúde quando utilizado como alternativa à tinta de impressão.

BPA, o mais estudado de todos, pode causar aborto, anomalias e tumores do trato reprodutivo, câncer de mama e de próstata, déficit de atenção, de memória visual e motora, diabetes, diminuição da qualidade e quantidade de esperma em adultos, endometriose, fibromas uterinos, gestação ectópica (fora da cavidade uterina), hiperatividade, infertilidade, modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos, obesidade, precocidade sexual, doenças cardíacas e síndrome dos ovários policísticos. Um estudo publicado pela agência Fapesp mostrou que o bisfenol A pode desregular os hormônios da tireoide mesmo em doses baixas.

Aos animais, os disruptores endócrinos que se acumulam no ambiente causam sérios danos. Eles provocam reduções em populações de golfinhos, baleias, veados e furões, prejudicam o desenvolvimento de ovos de aves, causam deformidades sexuais em répteis e peixes, alterações na metamorfose de anfíbios e muitos outros danos.

Exposição

Depois da polêmica envolvendo o BPA e a sua proibição, as pessoas passaram a se sentir mais seguras com os produtos contendo os rótulos “BPA free“. Entretanto, com o desenvolvendo dos substitutos BPF e BPS que são, assim como o BPA, disruptores endócrinos e capazes de causarem danos semelhantes, não há segurança verificável, pois estes ainda não são regulamentados e as pessoas podem estar expostas a esses materiais indiscriminadamente.

Estima-se que os prejuízos financeiros com os habitantes europeus gerados pelos danos causados pelos disruptores endócrinos geram um custo de 157 a 210 bilhões de euros por ano à União Europeia (dados de 2015).

Prevenção

A melhor maneira de prevenir a exposição aos diferentes tipos de bisfenol é evitar ao máximo consumir produtos industrializados que venham em embalagens de plástico e enlatados.

Quando possível, dê preferência a embalagens e utensílios de vidro e cerâmica.

Jamais aqueça ou resfrie recipientes de plástico e descarte aqueles rachados ou quebrados, pois alterações na temperatura e na forma física do recipiente podem liberar bisfenol.

Não imprima recibos e comprovantes de papel, dê preferência às versões digitalizadas.

Prefira os alimentos mais ao natural possível, que fiquem pouco tempo em contato com embalagens.

Descarte

O descarte dos produtos contendo bisfenol é um grande problema. Primeiramente porque se forem descartados incorretamente, além de causar poluição visual, estes materiais começam a liberar bisfenol no ambiente contaminando lençóis freáticos, solos e a atmosfera, podendo vir parar em alimentos, recursos hídricos e prejudicar pessoas e animais das formas mais graves possíveis.

Por outro lado, se o material contendo bisfenol for destinado para a reciclagem, dependendo do tipo de material que ele vir a se transformar pode ter um impacto maior sobre a saúde humana, um exemplo nesse sentido são os papéis higiênicos reciclados a partir de papéis contendo bisfenol. O papel higiênico reciclado contendo bisfenol é uma exposição mais grave, pois entra em contato direto com mucosas mais sensíveis indo parar diretamente na corrente sanguínea.

Além do mais, incentivar a reciclagem de produtos contendo bisfenol é incentivar a permanência desse tipo de substância no cotidiano das pessoas e no meio ambiente.

Sendo assim, a melhor opção, obviamente, é a redução mais radical possível desse tipo de produto, e quando não for possível zerar o consumo, a melhor forma de descartar é a seguinte:

Unir recibos e jornais (ou outro material) que contenham qualquer tipo de bisfenol, embalá-los firmemente em sacolas plásticas não biodegradáveis (para que não vazem) e destiná-los a aterros seguros, pois lá eles não correrão o risco de vazarem para lençóis freáticos ou solos.

O problema é que serão um volume a mais em aterros. Então aliado a essa atitude é preciso pressionar órgãos fiscalizadores e empresas para que deixem de usar substâncias tão nocivas como o bisfenol A e seus substitutos, principalmente, ou pelo menos, em embalagens de alimentos e outros recipientes que são fontes de exposição mais significativa.

Potes de plástico podem trazer danos à saúde

Por: minha saúde Proteste

Uso de recipientes de má qualidade ou reutilizados para fins diferentes dos que foram criados para aquecer ou cozinhar pode causar até infertilidade

Preparo de alimentos em potes de plástico de má qualidade ou a reutilização de uma garrafa pode ser arriscados para a saúde. Seu uso pode permitir que substâncias nocivas passem para o alimento. Isso ocorre porque uma das substâncias presentes no plástico é o Bisfenol A, também chamado de BPA, conhecido por sua capacidade de migração para os alimentos.

De acordo com relatório técnico da PROTESTE, é necessário olhar para os símbolos estampados nas embalagens de origem e nos utensílios e recipientes que usamos em casa.

BPA é uma das substâncias presentes no plástico

O BPA é uma substância química utilizada na produção de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos. Ele é bastante utilizado em garrafas retornáveis ou recipientes reutilizáveis, como potes plásticos, copos e mamadeiras. São resistentes a temperatura e a impactos, além de serem transparentes. Por isso, há um grande interesse da indústria no uso dessa substância.

O BPA pode causar diversos problemas à saúde. Diversos estudos, por exemplo, têm mostrado que o BPA pode se comportar como hormônio sexual quando é migrado para os alimentos. Dessa forma, pode influenciar na ação de algumas glândulas e de alguns hormônios.

As consequências disso podem traduzir-se em baixa qualidade do esperma, endometriose, síndrome do ovário policístico, infertilidade, alteração dos hormônios da tireoide, incidência de câncer de próstata e de mama, entre outros.

No Brasil, o uso de BPA é proibido para fabricação e importação de mamadeiras para a alimentação de crianças menores de um ano (lactentes). Já para a fabricação dos outros produtos, como potes, copos e garrafas, existe um limite de migração de BPA permitido pela Anvisa.

Embora o consumo dessa substância seja considerado seguro à saúde em doses baixas, alguns fabricantes têm se conscientizado dos efeitos do BPA à saúde e não têm utilizado esse composto em seus produtos. Portanto, se você é daqueles que adora um potinho plástico ou quer comprar aquele copo do desenho preferido do seu filho, verifique se o produto não possui BPA em sua composição.

Para isso, procure a expressão “BPA free” (Livre de BPA) estampada na embalagem. Caso a informação não esteja presente, basta consultar o site do fabricante ou verificar o código de reciclagem que deve estar obrigatoriamente na embalagem.


Dicas para uso de alimentos em recipientes com BPA

  1. Alimentos ricos em gordura, muito açucarados ou com molhos podem potencializar a migração ao serem cozidos ou aquecidos em recipientes inadequados.
  2. Cuidado ao combinar alguns alimentos ácidos e o material dos utensílios usados na preparação. Por exemplo, ao cozinhar na panela de alumínio com sinais de corrosão, alguns fragmentos do metal podem ser transferidos para os alimentos, afetando a sua cor e o seu sabor.
  3. Se for aquecer ou cozinhar no micro-ondas, assegure-se de que está usando um recipiente apto para este fim. Em qualquer das situações, mexa algumas vezes os alimentos enquanto os prepara ou aquece. Esse procedimento uniformiza a temperatura e evita que algumas zonas fiquem superaquecidas, o que poderia levar à migração de substâncias nocivas. Se tiver dúvidas sobre o uso de seus potes plásticos, use um recipiente de vidro.
  4. As embalagens para conservar e congelar devem ser específicas para esse fim e impermeáveis ao ar e à água e resistentes a baixas temperaturas. As mais apropriadas são as de plástico ou de vidro. Por isso, lembre-se de conferir sempre a presença dos símbolos e tenha cuidado em usar as específicas para cada finalidade.