A vitamina D e seus benefícios para a prevenção de doenças

Por: previva.com.br

e grande importância para a absorção de cálcio e fósforo pelo intestino, a vitamina D é reconhecida tradicionalmente pela medicina como uma das substâncias essenciais para o fortalecimento dos ossos e a prevenção de doenças como o raquitismo na infância e a osteoporose.

Mas seus benefícios para a manutenção da saúde vão muito além disso.

Diversos estudos recentes vêm apontando uma forte relação entre a deficiência desta vitamina com a ocorrência de doenças crônicas (como alguns tipos de câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, esclerose múltipla e depressão) e até mesmo doenças infecciosas (como tuberculose e viroses).

Vitamina D

Saúde que vem do sol

A vitamina D é a única vitamina que também é produzida pelo organismo humano. Na verdade, ela é um hormônio sintetizado pela nossa pele quando exposta à radiação ultravioleta do sol.

Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas se exponham à luz solar sem o uso de bloqueadores ou protetores por um período de cinco a 30 minutos, todos os dias.

O tempo de exposição varia de acordo com a cor da pele. Quanto mais escura, maior deve ser o período de exposição.

O processo de absorção da energia ultravioleta para a síntese da vitamina D ocorre da mesma forma em todas as partes do corpo e a quantidade do nutriente que será produzida é proporcional a quantidade de pele exposta ao sol.

Caso a exposição diária não seja possível, ela deve ser feita pelo menos duas vezes por semana. Na impossibilidade de expor áreas maiores, deve-se no mínimo tomar sol nas pernas e nos braços.

O papel da alimentação

Apesar de simples, a recomendação de se expor ao sol frequentemente não é seguida por muitas pessoas – principalmente no caso de idosos hospitalizados e com dificuldades de locomoção ou de quem trabalha durante a maior parte do dia em ambientes fechados.

Dessa forma, para evitar a carência da vitamina D recomenda-se incluir na dieta alimentos ricos neste nutriente.

Entre os alimentos considerados boas fontes de vitamina D estão peixes como salmão, atum e sardinha, ovos, queijo cheddar e carne bovina.

Contudo, mesmo para quem consome grandes quantidades destes alimentos, a melhor forma de se evitar a deficiência continua sendo a exposição ao sol, que responde por cerca de 80% a 90% da síntese de vitamina D no ser humano.

A vitamina D na terceira idade

Devido a questões metabólicas relacionadas à idade, os idosos produzem menos vitamina D em resposta à exposição solar.

O volume produzido por uma pessoa de 70 anos é cerca de quatro vezes menor do que ela produzia quando tinha 20 anos. A deficiência deste nutriente é preocupante principalmente no caso de idosos institucionalizados.

Uma pesquisa feita em 2004 na cidade de São Paulo demonstrou que 92% dos idosos institucionalizados avaliados tinham valores insuficientes de vitamina D, enquanto 85% dos que moravam em domicílio apresentaram o problema. Entre os jovens pesquisados como grupo controle a taxa foi de 40%.

Veja o que diz a professora Marise Lazaretti Castro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especializada em endocrinologia e uma das coordenadoras da pesquisa:

“Quando avaliamos a proporção de pessoas com deficiência de vitamina D, que são valores ainda mais abaixo do ideal, o índice foi de 40% entre os idosos institucionalizados, 15% entre idosos em domicílio e 5% entre os jovens”

Ações preventivas relacionadas à vitamina D

Sabendo da importância dessa substância para a prevenção de doenças, as operadoras de saúde podem criar ações de medicina preventiva para esclarecer seus beneficiários sobre os benefícios da vitamina D.

Entre elas estão a promoção de palestras sobre o assunto, a distribuição de material informativo impresso ou digital, a organização de caminhadas e outras atividades ao ar livre, além do incentivo para que as pessoas (principalmente os maiores de 60 anos) meçam o nível da vitamina em seus organismos e comecem a fazer reposição caso seja necessário.

Ações mais específicas podem ser realizadas junto a grupos de beneficiários selecionados de acordo com seus perfis de saúde.

Vitamina D e doenças autoimunes

Como a vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo importante no tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e também na prevenção do câncer.

Vitamina D na gestação

Para as gestantes, o consumo da vitamina D é essencial. A falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. No final da gravidez, a carência do nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta os riscos de ocorrência de autismo.

Vitamina D e obesidade

Já para os grupos que participam de programas de controle da obesidade, a importância da vitamina D pode ser destacada repassando algumas informações aos beneficiários. Além de promover o metabolismo da gordura, a substância inibe o crescimento das células adiposas e aumenta a quantidade de leptina, hormônio que envia sinais de saciedade ao cérebro, auxiliando no controle do apetite. A vitamina D também ativa a força dos músculos, facilitando a redução do excesso de gordura no tecido muscular.

Vitamina D e diabetes

No combate à diabetes tipo 2, deve-se ressaltar que níveis baixos de vitamina D estão relacionados a uma disfunção chamada resistência à insulina, hormônio que faz com que a glicose que está no sangue entre nas células. Quem apresenta resistência à insulina costuma ter acúmulo de glicose na circulação sanguínea, o que caracteriza a doença.

Como podemos ver, a manutenção da vitamina D em níveis adequados é uma grande aliada em diversas ações de medicina preventiva.

De gripe à colesterol: saiba se o alho ajuda mesmo nessas 6 doenças…

Por: Vivabem

Se você é fã de alho, vai ficar feliz em saber que não só ele faz parte da medicina popular como seus benefícios para a saúde já foram comprovados em estudos científicos. “Ele apresenta compostos fitoquímicos sulfurados e não sulfurados, que têm papel no controle do colesterol total, pressão arterial, além de auxiliarem no combate a vírus, bactérias e fungos”, resume a nutricionista Vanderli Marchiori, presidente da Associação Paulista de Fitoterapia

Entre essas substâncias, se destaca a alicina, responsável pelo odor característico do vegetal. Flavonoides e o mineral selênio, com poder antioxidante, também são encontrados nos bulbos. No entanto, nem tudo que nossas avós creditam ao alho foi comprovado pela ciência. Veja a seguir quais benefícios do alho já foram comprovados e quais seguem sendo estudados mais de perto. Vale lembrar que nos casos em que o benefício do alho é embasado pelos experimentos dos cientistas, ele deve sempre entrar como coadjuvante e não deve substituir os tratamentos tradicionais

Benefícios comprovados

Colesterol

O uso diário e constante de alho já mostrou diminuir entre 10 e 15% do colesterol total e/ou LDL, o considerado ruim, em adultos com níveis altos dessa molécula. Os mecanismos por trás desse efeito não estão totalmente compreendidos, mas parece que ele atua tanto na absorção de colesterol no intestino quanto na síntese do colesterol endógeno —aquele que produzimos no fígado, e é responsável pela maior parte do colesterol circulante. Uma revisão sistemática de quase 40 ensaios clínicos randomizados (tipo de estudo robusto, que compara o efeito de um remédio com o de um placebo, sem que os grupos saibam o que estão tomando) envolvendo 2.300 adultos comprovou esse efeito.

Diabetes

A relação com o controle do diabetes foi alvo de uma revisão sistemática de 2017, publicada no periódico Food and Nutrition Research por pesquisadores chineses. A investigação envolveu mais de dez estudos que davam uma dose diária entre 0,05 g a 1,5 g (um dente tem cerca de 5 g, para se ter ideia) do suplemento de alho a pacientes diabéticos e os comparava com um placebo. No fim, o alho realmente impactou positivamente os níveis de glicose. Uma diferença de quase 10 mg/dL depois de 12 semanas e depois de mais de 20mgl/dL, na 24ª semana de suplementação. O mecanismo ainda está sendo estudado, mas, aparentemente, a alicina e seus outros compostos melhoram o transporte de de glicose para dentro das células, além de diminuir os produtos finais da glicação avançada, proteínas que levam às complicações do diabetes.

Ainda em estudo

Pressão arterial

O alho é um vasodilatador, ou seja, pode dilatar as artérias criando uma espécie de relaxamento, que beneficia quadros de hipertensão arterial. Nesta doença, os vasos sanguíneos tendem a ficar mais “tensos” em vez de contrair e relaxar, como deveria ser. Esse efeito é estudado há bastante tempo pela ciência. Uma revisão sistemática de 2015, publicada no periódico The Journal of Clinical Hypertension, avaliou 17 pesquisas anteriores e mostrou uma redução média de 3,75 mmHG na pressão sistólica de pessoas hipertensas e 3,39 mmHG na diastólica. A benesse foi observada com a suplementação do vegetal em cápsulas, extrato e pó.

Outra revisão conduzida pela Cochrane, entidade independente que reúne as evidências científicas mais sólidas sobre saúde, aponta que o alho de fato parece reduzir a pressão arterial, mas não há evidências o suficiente para bater o martelo sobre o assunto.

Saúde do coração

Sua ação antioxidante pode contribuir para a saúde do endotélio, a parede das artérias. Isso porque boa parte das doenças cardiovasculares comuns ocorrem quando as partículas de colesterol no sangue se oxidam, um processo chamado de estresse oxidativo, e se depositam no endotélio, formando placas de gorduras que levam a entupimentos. Uma revisão de literatura publicada em 2016 no Journal of Nutrition mostrou que a suplementação de até 960 mg de extrato de alho pode reduzir marcadores de aterosclerose (acúmulo dessas placas nas artérias). Outro fator de proteção contra infartos importante do alho é controlar a agregação plaquetária —nome técnico da formação de coágulos que leva a entupimentos nos vasos sanguíneos. Um outro estudo, conduzido por pesquisadores ingleses, verificou esse efeito em amostras sanguíneas de 14 participantes. Os estudos nessa seara pesam a favor das cápsulas. Nesta segunda pesquisa, disponível também no Journal of Nutrition, o extrato de alho envelhecido foi novamente apontado como mais eficaz.

Câncer

Essa alegação é bem interessante. Estudos mostram que o alho pode diminuir o risco de câncer de estômago, câncer de pulmão, câncer de mama e até colo de útero. A hipótese aqui é a de que os compostos sulfurados como a alicina protejam o DNA de danos que levam à produção de células cancerígenas. Só vale dizer que a maioria das pesquisas sobre o tema em humanos é observacional —ou seja, avaliam o consumo do alho e a incidência de câncer numa população e relacionam os dois números. Estudos in vitro demonstram atividade dos compostos do alho em combater células cangerígenas, mas o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos ressalta que, apesar de promissores, faltam estudos para compreender melhor questões como o mecanismo de ação, o tamanho da dose e as interações de outros nutrientes.

Ou seja, não dá para cravar que o alho previne câncer, mas pode ser benéfico dentro de uma dieta com frutas, legumes, verduras e grãos in natura. Além da alimentação equilibrada, fazer exercícios regularmente, não fumar e beber com moderação são atitudes que oficialmente diminuem o risco de tumores.

Não comprovados

Tosse e gripe

Alguns estudos até indicam que ele pode melhorar a resposta do sistema imune a infecções, mas o efeito mais conhecido mesmo é antimicrobiano. Uma revisão da Cochrane diz, aliás, que não há evidências de que o alho seja capaz de prevenir ou curar gripes e resfriados. Ou seja, provavelmente o alívio que as pessoas sentem ao tomar um chá com alho para a tosse vem da sua ação discreta anti-inflamatória e contra micro-organismos que podem estar desencadeando uma irritação local na garganta.

Embora os estudos mais bacanas envolvam o suplemento de alho (que facilita o controle da dosagem dos micronutrientes presentes), os especialistas ouvidos pela reportagem concordam que consumir um dente de alho por dia, cerca de 5 g, já é o suficiente para obter ao menos parte desses benefícios. Para que a alicina fique disponível, é preciso amassar, triturar ou picar o alho, e o ideal é que ele seja consumido cru. Picar e acrescentar no fim dos preparos, em saladas ou cremes pode ajudar a disfarçar o sabor forte —uma dica é misturar no molho que você já adicionaria à salada. E é bom consumir junto com as refeições para que o estômago não fique ressentido. O alho pode ser indigesto.

Própolis Verde, para que serve?

Quais são os benefícios do própolis? Para que serve e quais propriedades se destacam? Neste vídeo falaremos sobre o própolis verde, como tomar, quais as contra-indicações, ele ajuda na prevenção do câncer?

própolis é uma substância produzida por abelhas para proteger as colméias. A própolis verde é a colhida de brotos de plantas, como o alecrim do campo. Não contém glúten. Alta quantidade de própolis ativo.

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