6 Tratamentos Naturais para Vitiligo

Por: https://www.positivemed.com/

Alguns tratamentos naturais para o Vitiligo, não são 100% eficazes, mas podem reduzir drasticamente os sinais e manchas na pele. 1. Em um estudo realizado no Departamento de Dermatologia da Universidade do Alabama, verificou-se que o ácido fólico, a vitamina B12 e a vitamina C são eficazes no aumento da pigmentação das células da pele. A suplementação diária com o complexo de vitamina B, que contém aproximadamente 100 gramas de vitamina B e pelo menos 400 microgramas de ácido fólico, pode ser eficaz na redução das manchas de Vitiligo.
2. Alguns médicos especialistas sugerem que evitar a exposição prolongada aos raios nocivos da luz solar pode ajudar a reduzir as manchas brancas do Vitiligo. Use protetor solar e roupas de proteção quando sair ao sol. Evitar a luz solar, a principal fonte de vitamina D, pode levar a uma deficiência. Nesta situação, alimentos como peixes oleosos podem ajudar a compensar essa deficiência.

Ayurveda para Vitiligo

O vitiligo pode ser ajudado com a ajuda de medicamentos e práticas ayurvédicas, mas leva tempo.

1. Uma mistura de óleo de mostarda e açafrão é útil para reduzir manchas na pele. Tome 5 colheres de chá de açafrão em pó e 250 ml de óleo de mostarda. Misture e aplique em manchas brancas duas vezes ao dia. Isso deve ser feito por 12 a 15 meses para observar redução nos adesivos.

2. A água mantida em um vaso de cobre faz parte do tratamento com vitiligo em Ayurveda. Tome água potável e coloque em um recipiente de cobre. Deixe durante a noite e beba a água pela manhã. As propriedades do cobre misturado com a água ajudam na repigmentação da pele. Beber esta água estimula os melanócitos e, eventualmente, aumenta a melanina.

3. A aplicação de extrato de folhas de manjericão misturado com suco de limão é um remédio caseiro eficaz para o vitiligo. A aplicação desta mistura nas manchas brancas por 5-6 meses pode reduzir significativamente as manchas.

4. As sementes de rabanete são eficazes na regeneração da melanina perdida. Tome 2 colheres de chá de vinagre e adicione-o às sementes de rabanete em pó. Misture para fazer uma pasta grossa. Aplique a pasta nas áreas afetadas da pele regularmente por pelo menos 6 meses.

5. A planta mama cadela tem sido usado para tratar o vitiligo desde os tempos antigos. Pegue a raiz desta planta e ferva-a em água doce. Aplique o extrato nas áreas afetadas da pele. Especialistas sugerem que esta erva ajuda na repigmentação da pele. As propriedades naturais que aumentam a imunidade desta erva a tornam eficaz no tratamento de quase todos os distúrbios da pele.

6. Psoralen é uma erva usada em medicamentos para vitiligo, também pode ser usada como remédio caseiro. Mergulhe algumas sementes de tamarindo e psoraleno em água e deixe por 4 dias, seque e faça uma pasta. Aplique a pasta nas manchas brancas da pele por um mês. Você pode continuar usando para obter resultados mais significativos. Juntamente com os remédios acima, é importante manter uma dieta saudável com nutrientes essenciais. Estudos mostram que muitos problemas de pele são causados ​​por nutrição inadequada. Manterá a pele mais saudável e agilizará o processo de cicatrização, fortalecendo o sistema imunológico.

Síndrome de Reiter

Por: infoescola.com

síndrome de Reiter, conhecida também como artrite reativa, é  uma doença reumática com tendência a cronicidade. Normalmente, causada por infecções por Clamidya sp. ou Salmonella sp.

Acomete preferencialmente indivíduos adultos do sexo masculino. Caracteriza-se por causar uma inflamação com aumento das juntas (articulações), especialmente nos membros inferiores (pernas) e que pode estar acompanhada de inflamação ocular (conjuntivite ou uveíte), inflamação da uretra (uretrite) ou da cérvix (cervicite), inflamação intestinal com diarréia aguda e acometimento da pele e mucosas (oral e genital). O paciente que apresenta doença crônica intensa apresenta um envolvimento da coluna vertebral que é indistinguível da espondilite anquilosante.

Nos casos de acometimento cutâneo, as lesões podem apresentar aspecto psoriaseforme e as plantas dos pés são especialmente comprometidas, onde recebem o nome de keratoma blennorhagica. As unhas também podem ser afetadas, com o surgimento de uma hiperceratose sub-ungueal e algumas vezes onicolese, lembrando um quadro de psoríase.

Os quadros de artrite normalmente vão e voltam durante um período de várias semanas a 6 meses. Metade dos pacientes apresenta artrite recorrente, tendinite, fascite e dor lombossacra que pode levar à incapacidade funcional significativa.

Não há um exame específico para a doença. No entanto, a constatação do antígeno HLA-B27 em um homem jovem que apresente alterações psoriasiformes, juntamente com sintomas oculares e articulares, auxilia no estabelecimento do diagnóstico.

Também não há um tratamento específico para a síndrome de Reiter. A utilização de antibióticos é controversa. A prática de exercícios e fisioterapia em associação com o uso de antiinflamatórios não-esteróidais são importantes adjuvantes. Lesões mais severas podem ser tratadas com imunossupressores, como por exemplo, metotrexato e ciclosporina.

Fontes:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?394
http://emedix.uol.com.br/doe/reu003_1f_sindromereiter.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Artrite_reativa
http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/000440.htm
http://www.scielo.br/pdf/abd/v78n3/16378.pdf
http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/variedades/sindrome_reiter.htm


BPS e BPF: conheça o perigo das alternativas ao BPA

Por: ecycle.com

Esses tipos de bisfenol estão presentes nas embalagens de plástico, nos enlatados, nas maquiagens e até em fórmulas para bebês

Você já deve ter ouvido falar sobre o BPA ou pelo menos já viu alguma embalagem com o selo “BPA-free” (livre de BPA). Este material, também chamado de bisfenol A, é um produto sintético utilizado em diversos tipos de plásticos, recibos, embalagens de alimentos e outros itens. Depois do surgimento de uma variedade de estudos mostrando seus efeitos prejudiciais aos organismos, principalmente por sua capacidade de desequilibrar o sistema endócrino, seu uso foi regulamentado e o BPA passou a ser proibido em mamadeiras e limitado a determinados níveis em outros materiais. Para substituí-lo, surgiram outros tipos de bisfenol, como o BPS e o BPF.

Substitutos

Após a proibição do BPA, as empresas desenvolveram substitutos semelhantes, o BPS e o BPF, também chamados de bisfenol S e bisfenol F, respectivamente.

BPS é muito empregado como agente de fixação de lavagem em produtos de limpeza industrial, solvente de galvanoplastia e melhorador de cor de recibos de papel (saiba mais em “Perigo à espreita: você sabe o que é BPS?)”. Já o BPF é mais presente em revestimentos epóxi, pisos industriais, lâminas, adesivos, plásticos, canos de água, selantes dentários e embalagens de alimentos.

Apesar da diferença na terminação dos nomes, os três – BPABPS e BPF – são disruptores endócrinos muito semelhantes quimicamente, com capacidade de produzirem efeitos similares para o uso na indústria e também na saúde dos organismos.

Contaminação

A presença desses tipos de bisfenol não se limita a embalagens e a materiais em que eles são utilizados como matéria-prima.

De acordo com estudo publicado pela Environmental Health Perspective, o BPS, o BPF e o BPA também acabam contaminando produtos cotidianos como pastas de dente, produtos para cabelo, maquiagens, loções, bilhetes, passagens, envelopes, carnes, processados de carne, produtos enlatados, vegetais, cereais, ração de gato e cachorro, fórmulas para bebês e estão presentes até na poeira doméstica.

Com a ingestão e o contato com alimentos e produtos contaminados, essas variedades de bisfenol se acumulam no organismo humano. Em contato com a pele através do toque de papéis de recibo e jornais, por exemplo, eles acabam parando na corrente sanguínea. Exames mostraram a presença de bisfenóis inclusive na urina humana.

Se descartados de maneira incorreta, os materiais contendo BPABPF e BPS vão parar no oceano e acabam ficando presos no gelo polar e em rochas, passando a integrar o ambiente e o organismo dos animais, causando sérios prejuízos ambientais.

Efeitos

BPF pode proporcionar efeitos negativos na tireoide, aumento do tamanho do útero e do peso de testículos e glândulas, entre outros efeitos fisiológicos/bioquímicos indesejados.

BPS apresenta comprovadamente potencial de causar câncer, efeitos negativos nos testículos de mamíferos, na glândula pituitária, na reprodução de fêmeas mamíferas e dos peixes.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês), o bisfenol S se torna altamente perigoso à saúde quando utilizado como alternativa à tinta de impressão.

BPA, o mais estudado de todos, pode causar aborto, anomalias e tumores do trato reprodutivo, câncer de mama e de próstata, déficit de atenção, de memória visual e motora, diabetes, diminuição da qualidade e quantidade de esperma em adultos, endometriose, fibromas uterinos, gestação ectópica (fora da cavidade uterina), hiperatividade, infertilidade, modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos, obesidade, precocidade sexual, doenças cardíacas e síndrome dos ovários policísticos. Um estudo publicado pela agência Fapesp mostrou que o bisfenol A pode desregular os hormônios da tireoide mesmo em doses baixas.

Aos animais, os disruptores endócrinos que se acumulam no ambiente causam sérios danos. Eles provocam reduções em populações de golfinhos, baleias, veados e furões, prejudicam o desenvolvimento de ovos de aves, causam deformidades sexuais em répteis e peixes, alterações na metamorfose de anfíbios e muitos outros danos.

Exposição

Depois da polêmica envolvendo o BPA e a sua proibição, as pessoas passaram a se sentir mais seguras com os produtos contendo os rótulos “BPA free“. Entretanto, com o desenvolvendo dos substitutos BPF e BPS que são, assim como o BPA, disruptores endócrinos e capazes de causarem danos semelhantes, não há segurança verificável, pois estes ainda não são regulamentados e as pessoas podem estar expostas a esses materiais indiscriminadamente.

Estima-se que os prejuízos financeiros com os habitantes europeus gerados pelos danos causados pelos disruptores endócrinos geram um custo de 157 a 210 bilhões de euros por ano à União Europeia (dados de 2015).

Prevenção

A melhor maneira de prevenir a exposição aos diferentes tipos de bisfenol é evitar ao máximo consumir produtos industrializados que venham em embalagens de plástico e enlatados.

Quando possível, dê preferência a embalagens e utensílios de vidro e cerâmica.

Jamais aqueça ou resfrie recipientes de plástico e descarte aqueles rachados ou quebrados, pois alterações na temperatura e na forma física do recipiente podem liberar bisfenol.

Não imprima recibos e comprovantes de papel, dê preferência às versões digitalizadas.

Prefira os alimentos mais ao natural possível, que fiquem pouco tempo em contato com embalagens.

Descarte

O descarte dos produtos contendo bisfenol é um grande problema. Primeiramente porque se forem descartados incorretamente, além de causar poluição visual, estes materiais começam a liberar bisfenol no ambiente contaminando lençóis freáticos, solos e a atmosfera, podendo vir parar em alimentos, recursos hídricos e prejudicar pessoas e animais das formas mais graves possíveis.

Por outro lado, se o material contendo bisfenol for destinado para a reciclagem, dependendo do tipo de material que ele vir a se transformar pode ter um impacto maior sobre a saúde humana, um exemplo nesse sentido são os papéis higiênicos reciclados a partir de papéis contendo bisfenol. O papel higiênico reciclado contendo bisfenol é uma exposição mais grave, pois entra em contato direto com mucosas mais sensíveis indo parar diretamente na corrente sanguínea.

Além do mais, incentivar a reciclagem de produtos contendo bisfenol é incentivar a permanência desse tipo de substância no cotidiano das pessoas e no meio ambiente.

Sendo assim, a melhor opção, obviamente, é a redução mais radical possível desse tipo de produto, e quando não for possível zerar o consumo, a melhor forma de descartar é a seguinte:

Unir recibos e jornais (ou outro material) que contenham qualquer tipo de bisfenol, embalá-los firmemente em sacolas plásticas não biodegradáveis (para que não vazem) e destiná-los a aterros seguros, pois lá eles não correrão o risco de vazarem para lençóis freáticos ou solos.

O problema é que serão um volume a mais em aterros. Então aliado a essa atitude é preciso pressionar órgãos fiscalizadores e empresas para que deixem de usar substâncias tão nocivas como o bisfenol A e seus substitutos, principalmente, ou pelo menos, em embalagens de alimentos e outros recipientes que são fontes de exposição mais significativa.

Potes de plástico podem trazer danos à saúde

Por: minha saúde Proteste

Uso de recipientes de má qualidade ou reutilizados para fins diferentes dos que foram criados para aquecer ou cozinhar pode causar até infertilidade

Preparo de alimentos em potes de plástico de má qualidade ou a reutilização de uma garrafa pode ser arriscados para a saúde. Seu uso pode permitir que substâncias nocivas passem para o alimento. Isso ocorre porque uma das substâncias presentes no plástico é o Bisfenol A, também chamado de BPA, conhecido por sua capacidade de migração para os alimentos.

De acordo com relatório técnico da PROTESTE, é necessário olhar para os símbolos estampados nas embalagens de origem e nos utensílios e recipientes que usamos em casa.

BPA é uma das substâncias presentes no plástico

O BPA é uma substância química utilizada na produção de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos. Ele é bastante utilizado em garrafas retornáveis ou recipientes reutilizáveis, como potes plásticos, copos e mamadeiras. São resistentes a temperatura e a impactos, além de serem transparentes. Por isso, há um grande interesse da indústria no uso dessa substância.

O BPA pode causar diversos problemas à saúde. Diversos estudos, por exemplo, têm mostrado que o BPA pode se comportar como hormônio sexual quando é migrado para os alimentos. Dessa forma, pode influenciar na ação de algumas glândulas e de alguns hormônios.

As consequências disso podem traduzir-se em baixa qualidade do esperma, endometriose, síndrome do ovário policístico, infertilidade, alteração dos hormônios da tireoide, incidência de câncer de próstata e de mama, entre outros.

No Brasil, o uso de BPA é proibido para fabricação e importação de mamadeiras para a alimentação de crianças menores de um ano (lactentes). Já para a fabricação dos outros produtos, como potes, copos e garrafas, existe um limite de migração de BPA permitido pela Anvisa.

Embora o consumo dessa substância seja considerado seguro à saúde em doses baixas, alguns fabricantes têm se conscientizado dos efeitos do BPA à saúde e não têm utilizado esse composto em seus produtos. Portanto, se você é daqueles que adora um potinho plástico ou quer comprar aquele copo do desenho preferido do seu filho, verifique se o produto não possui BPA em sua composição.

Para isso, procure a expressão “BPA free” (Livre de BPA) estampada na embalagem. Caso a informação não esteja presente, basta consultar o site do fabricante ou verificar o código de reciclagem que deve estar obrigatoriamente na embalagem.


Dicas para uso de alimentos em recipientes com BPA

  1. Alimentos ricos em gordura, muito açucarados ou com molhos podem potencializar a migração ao serem cozidos ou aquecidos em recipientes inadequados.
  2. Cuidado ao combinar alguns alimentos ácidos e o material dos utensílios usados na preparação. Por exemplo, ao cozinhar na panela de alumínio com sinais de corrosão, alguns fragmentos do metal podem ser transferidos para os alimentos, afetando a sua cor e o seu sabor.
  3. Se for aquecer ou cozinhar no micro-ondas, assegure-se de que está usando um recipiente apto para este fim. Em qualquer das situações, mexa algumas vezes os alimentos enquanto os prepara ou aquece. Esse procedimento uniformiza a temperatura e evita que algumas zonas fiquem superaquecidas, o que poderia levar à migração de substâncias nocivas. Se tiver dúvidas sobre o uso de seus potes plásticos, use um recipiente de vidro.
  4. As embalagens para conservar e congelar devem ser específicas para esse fim e impermeáveis ao ar e à água e resistentes a baixas temperaturas. As mais apropriadas são as de plástico ou de vidro. Por isso, lembre-se de conferir sempre a presença dos símbolos e tenha cuidado em usar as específicas para cada finalidade.