Entidade que produz medicamentos à base de maconha defende eficácia de tratamento

Por: Paraibaonline

Em entrevista concedida à Rádio Correio FM, o gerente da Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), Luciano Lima, contou que a Abrace é a única entidade que pode cultivar e fabricar medicamentos à base de maconha em território nacional.

Segundo o gerente da Abrace, para ter acesso aos medicamentos produzidos pela instituição, o paciente precisa de um laudo médico e uma receita indicando a necessidade da utilização dos óleos de THC ou CBD.

– O tratamento no início do Canabidiol no Brasil tratava só a epilepsia. Hoje são várias patologias que a cannabis trata, entre elas a fibromialgia, a esclerose múltipla, o Alzheimer, Parkinson e outras doenças como câncer, Aids e artrose – exemplificou.

Luciano explicou como a Abrace conseguiu a autorização judicial para trabalhar com o cultivo da cannabis. De acordo com ele, há 4 anos foi necessário cultivar a planta de forma ilegal em uma residência e, em seguida, se entregar à Justiça.

– No tempo, a Abrace tinha 150 pacientes. Então, a juíza Drª Vanessa, de João Pessoa, viu que não se podia parar o tratamento. Hoje nós funcionamos com uma liminar – completou.

Ainda de acordo com o gerente da Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança, que garante a eficácia e resultado dos medicamentos, atualmente a entidade atende cerca de 1.500 pacientes, porém, ainda há aproximadamente 1.000 pessoas na lista de espera.

– Eu sou pai, tenho um filho com epilepsia refratária, e meu filho chegou a ter de 150 a 200 crises convulsivas por dia, isso tomando cinco tipos de alopáticos. Há 6 anos que não se tem mais uma crise fazendo uso do óleo – ressaltou.

Luciano contou também que a substância é extraída em laboratório, direto da flor da maconha e após a extração é diluída em MCT ou glicerina. Já o restante da planta, segundo ele, é entregue a uma empresa e em seguida incinerada.

Por fim, ele contou que a Abrace é amparada pela Justiça e fiscalizada pelo Ministério Público Federal. A instituição possui sede em João Pessoa, e um dos anexos é localizado em Campina Grande.

Para mais informações de como iniciar o tratamento www.abraceesperanca.org.br

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Mudança de conceitos reforça a importância dos suplementos nutricionais

Comunidade científica passa a ver os suplementos como recursos fundamentais não somente para melhora de desempenho esportivo, como também para promoção de saúde e qualidade de vida

Por: Euatleta

Os suplementos nutricionais têm sido assunto de muitas discussões científicas, como também se constituem em uma fértil área de pesquisa dentro das ciências do esporte. Importantes centros e grupos de pesquisa em todo o mundo têm abordado este assunto em seus projetos nas últimas décadas. Como se trata de uma área que podemos considerar nova, muitas entidades manifestam cautela em preconizar e mesmo estimular sua indicação.

Uma dessas entidades que sempre procurou ser comedida na indicação do uso dos suplementos foi o Comitê Olímpico Internacional (COI). Os pareceres e consensos publicados pelo COI a respeito dos suplementos, até então, foram bastante cautelosos. Cabe lembrar que sempre houve um grande receio do problema da contaminação dos suplementos com substâncias proibidas, o que sem dúvida representava um grande risco para os atletas em decorrência do controle antidopagem, como também um receio de prejuízo para a saúde dos próprios atletas amadores.

Até o Comitê Olímpico passou a reconhecer a importância de suplementar a alimentação — Foto: iStock Getty Images

Até o Comitê Olímpico passou a reconhecer a importância de suplementar a alimentação — Foto: iStock Getty Images

Com o maior e mais rígido controle que passou a existir nas fábricas, e também com o grande número de evidências científicas demonstrando os benefícios dos suplementos, o próprio COI reviu recentemente sua posição. Para este propósito, reuniu em um evento cerca de 25 cientistas pesquisadores da área do mundo todo em Lausanne na Suíça em 2017. Desse evento originou-se um artigo científico publicado em março de 2018 no British Journal of Sports Medicine estabelecendo um consenso sobre os suplementos nutricionais, com a confirmação e mesmo indicação de uso dos principais.

Além disso, o Doutor Ronald Maughan, que pode ser considerado a maior autoridade mundial em nutrição esportiva escreveu um editorial nessa mesma revista, introduzindo a publicação com o título: “IOC Medical and Scientific Commission reviews its position on the use of dietary supplements by elite athletes” (A comissão médica e científica do COI revê sua posição sobre o uso dos suplementos nutricionais para os atletas de elite).

Sem dúvida, estes pareceres reforçam a importância dos suplementos nutricionais, que cada vez mais se mostram recursos fundamentais não somente para melhora de desempenho esportivo, como também para promoção de saúde e qualidade de vida.

*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.

Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM. Membro do conselho científico da Midway Labs, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do E.C. Pinheiros. Membro do American College of Sports Medicine. www.drturibio.com. — Foto: EuAtleta

Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM. Membro do conselho científico da Midway Labs, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do E.C. Pinheiros. Membro do American College of Sports Medicine. www.drturibio.com. — Foto: EuAtleta

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Consuma azeite e tenha menos chance de ter Alzheimer

Por: Proteste

Por possuir poucas gorduras saturadas e ser fonte de ômega-3, o azeite é um dos óleos vegetais mais recomendados para o consumo. No entanto, estudos recentes indicam que os benefícios do alimento vão além. De acordo com pesquisa realizada pela Universidade Temple, nos Estados Unidos, o azeite também é capaz de prevenir o Alzheimer e favorecer a memória.

Idoso

O estudo foi publicado no periódico acadêmico Annals of Clinical and Translational Neurology. Para a avaliação, os pesquisadores utilizaram camundoungos, que tiveram a dieta suplementada por azeite de oliva extra virgem. Dessa forma, puderam constatar que as habilidades relacionadas à memória melhoraram durante o período testado. O comparativo foi em relação aos outros que não consumiam a gordura diariamente.

Azeite remove toxinas que prejudicam a memória

A ligação do azeite com a memória se deve à presença de um ingrediente responsável pela ativação do processo de autofagia, que remove toxinas e outras substâncias degenerativas, que podem levar ao Alzheimer.

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“Brasileiros desenvolvem aparelho que promete aliviar as dores da fibromialgia”

Por: viverbem

“Os pacientes que sofrem com as dores causadas pelas fibromialgia terão à disposição, a partir de agosto, um novo tratamento para aliviar os sintomas da doença. Em vez de apelar para analgésicos, anti-inflamatórios e antidepressivos, os pacientes poderão ser submetidos a sessões em um aparelho de terapia fotodinâmica. Ele emite simultaneamente laser de baixa intensidade e ultrassom terapêutico.”

“As aplicações de luz são feitas diretamente nas palmas das mãos e duram menos de três minutos. Em dez sessões, o aparelho também promete tratar outras doenças como artrite e artrose, usado em outros membros do corpo.

O aparelho foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da Universidade de São Paulo (USP). O foco do grupo foi “atacar” a fibromialgia a partir da palma da mão, em vez dos pontos de dor espalhados pelo corpo.

A ideia surgiu após a revisão de artigos da área, que sugeriam que pacientes diagnosticados com a doença possuíam quantidade maior de neuroreceptores próximos aos vasos sanguíneos das mãos.”

“Após três anos de desenvolvimento, os pesquisadores conseguiram atender, em parceria com clínicas de São Carlos e a Santa Casa de Misericórdia da cidade, mais de 800 pessoas para comprovar a eficácia do produto. Outras mil pessoas aguardam na fila para serem atendidas e participarem do estudo como voluntárias.

“Essas pessoas já sofrem muito com os efeitos colaterais dos medicamentos usados para tratar dessas doenças. Então nossa intenção sempre foi fazer uma intervenção não medicamentosa, para não comprometer a qualidade de vida do paciente. Ainda mais pelo fato de que cada vez mais, pessoas em idades ativas, estão sendo diagnosticadas com esses males reumatológicos”, comentou o orientador do estudo, professor Vanderlei Salvador Bagnato.

Além da redução significativa da dor, os voluntários que se submeteram as sessões também relataram outras melhoras na qualidade de vida, como redução da sensação de cansaço, motivação para realização de atividades rotineiras e sono equilibrado.
“Para o tratamento de artrite e artrose o aparelho é três vezes mais eficaz do que os tratamentos disponíveis atualmente no mercado, inclusive medicamentosos. Já a fibromialgia é uma doença com diagnóstico mais complicado e outras variáveis entram nessa conta, como a questão psicológica”, pontuou o professor orientador.”

“Nos próximos meses, o professor diz que empresas patrocinadoras do projeto estarão trabalhando para que o aparelho seja distribuído em todo território nacional. “Inclusive, com profissionais treinando médicos e fisioterapeutas para o uso”, declarou Bagnato.

“Claro que no mercado o aparelho terá os custos de produção, distribuição, impostos. Mas não será um equipamento tão custoso que sua aquisição seja proibitiva para os profissionais da área. A intenção é que o aparelho chegue nas clínicas, barato o suficiente, para poder atender a população”, declarou.

Hoje, nas clínicas parceiras da universidade, os pacientes pagam o valor simbólico de R$ 40 por sessão. “Essa é uma combinação inédita do ultrassom, cujas ondas mecânicas chacoalham o tecido da região onde é aplicado, e do laser, que acelera o metabolismo. É a primeira vez que essas duas técnicas são usadas juntas.  Todo novo produto passa por uma série de testes para ser lançado no mercado, mas o mais importante é a segurança do estudo, que comprova sua eficácia. Isso nós já temos”, finaliza o professor.

Aparelho ainda em estudos
(Este conteúdo foi atualizado no dia 09 de setembro de 2019)

O aparelho que promete reduzir os sintomas da fibromialgia ainda não foi disponibilizado ao público geral porque está passando por ensaios finais, no aguardo da aprovação da Anvisa, conforme explicou o professor Vanderlei Salvador Bagnato, do Instituto de Física da USP, ao Viver Bem, por telefone.

Clínicas interessadas podem entrar em contato com o professor (por meio do e-mail vander@ifsc.usp.br) e participar do estudo. Desta forma, além de permitir o acesso da população ao equipamento, os resultados vão compor os dados do estudo como técnica experimental.”


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Lipossoma

Lipossomas, o mais comum dos vetores de transporte não-viral de genes, são pequenas vesículas esféricas formadas por bicamadas concêntricas de fosfolipídios que se organizam espontaneamente ou por ultra-sons em meio aquoso em que o componente da solução usada (íons, moléculas) pode preencher a cavidade do interior do lipossoma. Tais partículas são consideradas uma excelente forma de sistema de liberação controlada de medicamentos ou substâncias biologicamente ativas devido a sua flexibilidade estrutural seja no tamanho, composição e fluidez da bicamada lipídica, como na sua capacidade de incorporar uma variedade de compostos tanto hidrofílicos como hidrofóbicos.

Os lipossomas foram descobertos no início da década de 60, através de estudos da hidratação de filmes lipídicos depositados nas paredes de um frasco de vidro. Tal experimento foi realizado pelo Dr. Alec Bangham, mas quem primeiro utilizou o termo lipossoma (corpo gorduroso), para designar as estruturas vesiculares formadas por bicamadas fosfolipídicas com um compartimento aquoso em seu interior, foi Weissman em 1965.

Os lipossomas podem ser classificados tanto com relação ao seu tamanho e número de lamelas quanto a sua interação com o meio biológico. De acordo com os diametros médios em três categorias:

  • Vesículas Multilamelares (MLV – Multilamelar Vesicles): formas lipossomais formadas por bicamadas fosfolipídicas concêntricas intercaladas por compartimentos aquosos, cujo diâmetro varia de 400 a 3500 nm.
  • Vesículas unilamelares grandes (LUV – Large Unilamelar vesicles): formas lipossomais constituídas por apenas uma bicamada fosfolipídica, mas com uma grande cavidade aquosa. Diâmetro varia de 200 a 1000 nm.
  • Vesículas unilamelares pequenas (SUV – Small Unilamelar Vesicles): formas lipossomais constituídas por apenas uma bicamada fosfolipídica e um pequeno compartimento aquoso. Diâmetro varia de 20 a 50 nm (Scarpa et al.,1998).

De acordo com a carga, lipossomas podem ser classificados como catiônicos (carga positiva), aniônicos (carga negativa) e neutros (sem carga). Lipossomas catiônicos são os mais frequentemente utilizados na terapia gênica humana, pois o DNA possui uma carga efetiva negativa.

Quando comparado a vetores virais, os lipossomas apresentam muitas vantagens como a não patogenicidade, a não indução a resposta imune e a fácil produção. No entanto, a rápida duração da expressão genética e o baixo nível de expressão transgênica são as suas principais desvantagens.

De acordo com a interação com o meio biológico, os lipossomas podem ser caracterizados por possuírem interação não-específica com os fluidos biológicos (lipossomas convencionais), lipossomas estericamente estabilizados (longa duração) e com ligantes de direcionamento incorporados à estrutura (sítio-específicos). O primeiro grupo é caracterizado por possuir um fosfolipídios estrutural adicionado de um colesterol e um lipídeo com carga. Já o segundo grupo possui, além dos constituintes presentes no primeiro, uma cobertura por um polímero hidrofílico inerte, como o polietilenoglicol (PEG), à superfície. Os ligantes de direcionamento presentes no terceiro grupo podem ser anticorpos monoclonais ou oligossacarídeos.

O uso de formas lipossomais, como sistemas de liberação lenta de medicamentos, é viável clinicamente por serem tipicamente feitos de moléculas lipídicas de origem natural, biodegradável e não tóxica. Os lipossomas podem proteger o fármaco de degradação enzimática, possibilitam o aumento da concentração da droga no sítio alvo, podem ser utilizados como excipientes não tóxico para a solubilização de fármacos hidrofóbicos, além de prolongar o tempo da vesícula na circulação, permitindo um possível direcionamento para sítios específicos de células ou órgãos. Alguns problemas relacionados aos lipossomas têm sido a rápida liberação no sangue, devido a adsorção de proteínas do plasma (opsoninas) com a membrana fosfolipídica, como também reconhecimento e captação dos lipossomas pelo sistema fagocítico mononuclear (SFM). A habilidade dos lipossomas para penetrar nos tecidos doentes está diretamente correlacionada com o seu tamanho. Lipossomas grandes são rapidamente removidos da circulação por macrófagos (SFM) e não se obtém significantes níveis nos outros tecidos do corpo, enquanto lipossomas pequenos (≤ 100 nm) demoram um pouco mais para serem reconhecidos e fagocitados, aumentando a probabilidade dos mesmos de penetrarem os tecidos.

Alguns lipossomas que encapsulam fármacos e vacinas exibem superior propriedades farmacológicas sobre os medicamentos tradicionais. Isso pode ser evidenciado em áreas como quimioterapia do câncer, terapia antimicrobiana, vacinas, diagnóstico por imagem e tratamento de desordens oftálmicas.

Referências

  • Jacome-Junior, A.T. Desenvolvimento de formas lipossomais contendo levana. Tese de mestrado. Universidade Federal de Pernambuco, Pernambuco, 2006. 67f.
  • Lasic, D. D. Novel application of liposomes. Trends in Biotechnology, 16, 307-321, 1998.
  • Medina, O.P.; Zhu, Y.; Kairemo, K. Target liposomal drug delivery in cancer. Current Pharmaceutical Design, v. 10, n. 24, p. 2981-2989, 2004.
  • Ramesh, R.; Saeki, T.; Templeton, N.S.; Ji, L.; Stephens, L.C.; Ito, I.; Wilson, D.R.; Wu, Z.; Branch, C.D.; Minna, J.D.; Roth, J.A. Successful treatment of primary and disseminated human lung cancers by systemic delivery of tumor suppressor genes using an improved liposome vector. Mol Ther, 3:1–14, 2001.
  • SANTOS, C.N. e CASTANHO, M.A.R.B. Lipossomas: A bala acertou?, Química Nova, v. 25, 6B, p. 1181-1185, 2002.
  • Torchilin VP. (2006) Adv Drug Deliv Rev. 58(14):1532-55, 2006
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Sobre o Dr. Hans Nieper e a Fosfoetanolamina

Por: Giseli Santos

Não é tão fácil falar sobre a substância FOSFOETANOLAMINA, como muitos imaginam.
A molécula foi isolada, pela primeira vez, em 1936, por EDGAR LAURENCE OUTHOUSE, na Universidade de Toronto, Canadá.

Passou a ser estudada, desde então e foi SINTETIZADA PELA PRIMEIRA VEZ pelo médico alemão NA DÉCADA DE 60, Hans Nieper (ou seja, há quase SESSENTA ANOS).

De lá para cá, não são poucos os cientistas que estudam essa substância. São muitos, NO MUNDO INTEIRO, alguns produzindo através de suas próprias rotas de sínteses, como fez o Professor Gilberto Chierice e Dr. Otaviano Mendonça, juntamente à sua Equipe.

Por isso e mais um pouco de leitura, pesquisa e estudos que não cabem neste POST, mas estão em toda a rede, é que afirmamos que não existe UMA síntese VERDADEIRA, UMA síntese que cura todos os tipos de câncer e apenas UMA síntese que funciona.

Existem VÁRIAS SÍNTESES à disposição, algumas muito boas que, inclusive auxiliam quem faz tratamentos convencionais, outras não tão boas assim e, algumas, BEM RUINS e até mesmo TÓXICAS.
Portanto, cuidado.

Se tem interesse em conhecer as sínteses disponíveis, as mais confiáveis e as que são TÓXICAS, acesse o grupo de apoio a pacientes oncológicos no Facebook, “E Seu Direito Saber, É Seu Direito Escolher” em https://www.facebook.com/groups/seudireitosaber/ e veja os RELATOS, EXAMES e OPINIÕES dos pacientes do grupo sobre cada uma delas.

Já há ESTUDOS E EVIDÊNCIAS INDICANDO que a fosfoetanolamina auxilia a tratar DIVERSAS PATOLOGIAS CRÔNICAS e não “apenas o câncer”

O câncer e outras patologias crônicas não são uma brincadeira e, menos ainda, “negócio” ou “fonte de renda” para àqueles que disseminam mentiras para atender interesses pessoais.

O câncer é UM CONJUNTO DE DOENÇAS e, por esse motivo, o tratamento deve ser realizado de FORMA MULTIDISCIPLINAR (vários profissionais e vários tratamentos agindo em harmonia buscando o mesmo objetivo).
O nome disso é RESPONSABILIDADE COM O PACIENTE, ainda que essa verdade doa (favor ler o artigo “Melhor a verdade que choca do que a mentira que mata, matéria do nosso blog em http://www.eseudireitosaber.com.br/…)

Vamos ler, estudar e pesquisar antes de sair reproduzindo a fala da ignorância?
Vamos AMPLIAR a visão e mostrar ao mundo que a substância FOSFOETANOLAMINA, presente em VÁRIAS SÍNTESES, funciona e muito bem, ao invés de continuar com essa retórica sem fundamento científico de que só há uma fosfo verdadeira em uma época de evolução científica em que CIENTISTAS DO MUNDO INTEIRO ESTUDAM E SINTETIZAM ESSA SUBSTÂNCIA há quase SESSENTA anos e várias estão sendo comercializadas com autorização das agências regulatórias dos Países em que são produzidas, laudo toxicológico, relatos e exames de eficácia e evidências comprovadas por exames (documentos) de casos de remissão?

Somos brasileiros, temos orgulho de nossa Equipe de Pesquisadores, mas não podemos ser hipócritas e compactuar com a mentira.

Não podemos nos apoderar do que é da ciência repetindo o mantra de que “só o MEU FUNCIONA”.

Que mentalidade pequena é essa? Que maldade e egoísmo tão prejudiciais aos pacientes são esses? De onde surgiu tão tacanha informação se os criadores da síntese brasileira, Dr. Gilberto Orivaldo Chierice e Dr. Otaviano Mendonça JAMAIS foram levianos em dizer isso?

A MENTIRA, O EGOÍSMO, A GANÂNCIA E O ORGULHO NÃO VÃO VENCER A FOSFOETANOLAMINA E MUITO MENOS O DIREITO DOS PACIENTES EM UTILIZÁ-LA E TEREM QUALIDADE DE VIDA!!!

Não é mentindo e escondendo informações das pessoas que conseguiremos a liberação da síntese brasileira como medicamento pelo SUS. Muito pelo contrário: apoiando sínteses que são EFICAZES e SEGURAS sejam lá de que marcas forem, ampliaremos o arcabouço de relatos e provas de que a substância funciona SIM e vamos, cada vez mais, abrindo caminhos para a síntese brasileira que é, na verdade, APENAS UMA DAS MUITAS QUE EXISTEM.

Por fim, se desejamos que os Pesquisadores brasileiros sejam respeitados, SEJAMOS EXEMPLO e respeitemos as pesquisas de outrem.

Para começar, conheçam o Dr. Hans Nieper, quem foi, sua contribuição para a medicina e, em relação a nossa causa, o tesouro chamado “síntese de fosfoetanolamina” que deixou para que O MUNDO INTEIRO pudesse se basear e desenvover sínteses melhores e cada vez mais puras e eficazes.

E que venham MAIS!!!

Ganham os PACIENTES devido às inovações que surgem, ganha a CIÊNCIA, ganha a FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA e ganha o bolso de quem precisa ter acesso rápido porque a CONCORRÊNCIA entre os fabricantes causa um EFEITO INEVITÁVEL: A QUEDA DE PREÇOS!!!

Quanto menos marcas, mais há abusos.
Quanto mais marcas, melhor para nós que teremos opções de escolha e condições de acesso.
E que bom que não existe apenas um José no mundo, não é mesmo?

Conheçam Hans Nieper, o médico alemão que iniciou tudo isso e deixou para o mundo a possibilidade de os cientistas fazerem, de sua obra, uma opção cada vez mais pura, segura e eficaz.
Afinal A CIÊNCIA EXISTE PARA MELHORAR O QUE JÁ É BOM E PARA PROMOVER AS EVOLUÇÕES E AJUSTES NECESSÁRIOS.

Colaboremos com a Ciência!
Colaboremos com a VIDA!

E, PRINCIPALMENTE, colaboremos com o sonho do Professor Gilberto e Equipe para que a síntese brasileira se torne medicamento mas, por favor, PELO CAMINHO DA VERDADE PORQUE SOMENTE ESSE SE PERPETUA.

Boa leitura e aproveitem porque o que salva não é nenhum tratamento mágico, mas sim, TODO O CONHECIMENTO que pudermos adquirir.

Até o próximo texto!!!

Dr. Hans Nieper

Dr. Hans Nieper nasceu em 23 de maio de 1928, em Hannover, Alemanha. Ambos os pais eram médicos. Seu bisavô foi o fundador do hospital mental em Ilten, perto de Hannover. Seu avô era um cirurgião bem conhecido em Goslar.

Dr. Nieper foi um ativo médico internista em Hannover e diretor de medicina do aclamado hospital Silbersee Paracelso. Os pacientes que procuram a sua ajuda vêm de todos os continentes, predominantemente América do Norte, Europa, África do Sul e Austrália. Internacionalmente, ele tornou-se um dos médicos mais conhecidos nas áreas de doenças cardíacas, esclerose múltipla, metabolismo mineral e eletrolítico, envelhecimento e na prevenção de doenças cardíacas.

Dr. Nieper estudou em Mainz, Friburgo e Neuchâtel entre 1946 e 1952. Ele completou os exames de doutoramento “Summa Cum Laude”, em Hamburgo, com a explicação da chamada sarcoidose de Boeck como uma doença auto-imune. Na época, em princípio tal doença ainda era considerada uma utopia fabricada – hoje uma é uma realidade reconhecida.

Nas décadas seguintes, o Dr. Nieper trabalhou em vários institutos médicos e laboratórios de pesquisa do câncer, na Alemanha, incutindo nele a certeza de que a terapia do câncer praticada até então (tratamento do câncer com substâncias venenosas citostáticas) estava predominantemente no caminho errado. Como um internista, ele se envolveu na investigação científica de questões importantes no campo da imunologia e, juntamente com um químico alemão muito conhecido, Dr. Franz Choler, ele descobriu e desenvolveu vários curativos novos na área de saúde, que mais tarde criou as bases para a sua fama mundial.

Os desenvolvimentos do Dr. Nieper incluem os “transportadores minerais”, Aspartatos, Orotatos, Arginatos e 2-AEP.

Dr. Nieper tornou-se o descobridor do único produto oficialmente declarado na Alemanha como medicamento contra a esclerose múltipla.

Por volta do fim de 1960, Dr. Nieper foi para Aschaffenburg, para o laboratório do cardiologista de renome, Professor Kj. Blumberger, onde ele começou a introduzir aspartatos de potássio e magnésio na terapia cardíaca.

Por causa de seu extenso estudo de métodos não-tóxicos para o tratamento a longo prazo do câncer, ele se tornou uma testemunha chave de poderosas organizações americanas de direitos civis, opostas à medicina “ortodoxa” tóxica e da terapia regulada pelo governo. Por esta razão, os seguidores do Dr. Nieper nos países de língua Inglesa, é contado na casa dos milhões, e sua influência em todos os campos é bastante acentuada. Ele tem uma estreita amizade com um grande número de cientistas e artistas de renome, incluindo o pesquisador americano Dr. Dean Burk, discípulo do conhecido ganhador do duplo prêmio nobel de Berlim, Otto Warburg.

A introdução de rotina da terapia de selénio para a proteção do coração, a introdução do chamado “deshielding” ou terapia de desbloqueamento do câncer com enzimas do abacaxi e beta-caroteno, e os modernos “des-sodificação” de tumores cancerosos representam apenas uma fase das suas novas atividades clínicas práticas. Também a limpeza, à base de enzimas, das artérias coronárias e das artérias das pernas é bastante notável. No ano de 1971, o Dr. Nieper, como resultado de suas próprias investigações, introduziu rotineiramente o beta-caroteno para o tratamento e proteção contra o câncer. Na época, ele foi frequentemente ridicularizado, hoje este método é totalmente aceito na literatura científica do mundo como um dos métodos mais eficazes disponíveis.

Por volta de 1980, o Dr. Nieper chegou à conclusão científica de que uma defesa muito eficaz contra o câncer, pelo próprio organismo, deveria ser explicada em termos de “reparação do gene”, e não como uma defesa imunológica apenas. Logo depois, substâncias de reparação dos genes anti-câncer foram encontrados no homem, bem como em outras espécies, tais como em plantas e insectos. Isto tem provado ser uma virada decisiva na luta contra o câncer.

Já em 1946, o Dr. Nieper tornou-se crítico de certos aspectos das teorias predominantes na física. Em 1953, ele desenvolveu a chamada teoria de blindagem de efeitos gravitacionais, e reintroduziu o éter, “abolido” por Einstein. Em 1970, com a ajuda de amigos americanos, como a Fundação McNaughton de San Francisco, o fundador da AMPEX, A.M. Pontiatoff, e do Centro do Cérebro Telluron, em Santa Monica, ele ainda desenvolveu suas idéias sobre a gravidade. Por causa de seus resultados, em 1973, ele foi apresentado ao Senado dos EUA. Não havia mais progressos em 1977, depois de uma sessão na NASA-AMES em Moffett Field, na Califórnia, entre cientistas de renome, incluindo o Dr. Arthur D. Alexander. Lá o Dr. Nieper concebeu a chamada teoria almofada perisolar do campo Tachyon. (Explicação completa na Revolução do Dr. Nieper em Medicina, Tecnologia e Sociedade, um livro de 384 páginas que está disponível em inglês, alemão e francês, onde trata os avanços no conhecimento de hoje em vários campos, tais como a conversão da Energia do Campo Gravitacional e explica a relação indissolúvel entre a energia celular do corpo e a nossa própria saúde pessoal.)

No geral, Dr. Nieper publicou cerca de 360 artigos e ensaios e detém 131 patentes internacionais.

Dr. Nieper é agora o Presidente Honorário da Associação Alemã de Energia do Campo Vácuo e Física, depois de fundar e presidir a Associação há 17 anos. Mais tarde, ele também co-fundou a Associação Americana de Energia dos Campos Gravitacionais. Estas são as primeiras associações do mundo dedicada à tecnologia de energia do espaço.

Na Alemanha, ele é o fundador e foi o primeiro presidente por 5 anos, da Sociedade Alemã de Oncologia. Esta sociedade do câncer biológicamente orientada, cresce tremendamente e é agora a maior sociedade de câncer em toda a Europa. Ele também é membro vitalício da Sociedade Alemã de Cientistas Naturais e médicos.

Nos EUA, o Dr. Nieper é um membro ativo da New York Academy of Sciences, da Associação Americana para o Avanço da Ciência, o American College of Nutrition e outras sociedades. Ele foi presidente honorário da Academia Internacional de Medicina Preventiva por dois anos e é também Diretor Honorário desta academia, juntamente com o duplo premiado com o Nobel, Linus Pauling e com o químico Roger Williams. Ele é, além disso, um membro honorário do Centro de Ciências da Fronteiras, da Universidade de Temple, Filadélfia.

No Canadá, ele é um membro da Associação Planetária para Energia Limpa.

Na França, ele é um membro da Société Agressologie, dirigido por seu amigo, Henri Laborit.

Dr. Nieper morreu durante o sono em 21 de Outubro de 1998. Embora esta seja uma grande perda para a comunidade global da área da saúde, ele deixou para trás uma riqueza de informações que será benéfica para as gerações vindouras.

Traduzido por Marden Carvalho do site Membrane Integrity Factor

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