Uma consulta só não basta

Publicado no Facebook por: Rosane Cincinatus – Nutricionista

🍏Este é um dos grandes desafios que enfrentamos em atendimentos: o imediatismo. As pessoas querem resolver todos os problemas de saúde de uma vez esquecendo que levaram meses ou anos doentes. 
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🍉É preciso trabalhar a ansiedade de cada paciente para que ele entenda que resultados a longo prazo trazem benefícios duradouros!
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🤔 Antes de qualquer mudança alimentar é preciso ter uma mudança comportamental e passar pela etapa de refletir as atitudes que estão interferindo em seus problemas de saúde.
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Crédito texto e imagem: @maniasdenutricionistas

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O CÂNCER SE TORNARÁ CURÁVEL NOS PRÓXIMOS 10 ANOS GRAÇAS AOS TRATAMENTOS DARWINIANOS

Por: https://www.greenme.com.br/

Notícias encorajadoras sobre a luta contra o câncer acabam de chegar de Londres, dos cientistas do ICR (Instituto Inglês de Pesquisa do Câncer) que acreditam seriamente que o câncer será “administrável” e “mais curável” até a próxima década, graças aos medicamentos que podem impedir que as células cancerosas se tornem resistentes aos tratamentos.

Trata-se de medicamentos “darwinianos” que seriam capazes de impedir que a doença se adaptasse e evoluísse, melhorando assim a expectativa e a qualidade de vida dos pacientes com câncer. Isso porque, no momento, o maior desafio enfrentado por quem trabalha para vencer tumores é a resistência ao tratamento. A mesma quimioterapia muitas vezes falha porque as células cancerígenas letais seriam capazes de se adaptar e sofrer mutações.

Daí a nova abordagem “evolucionária” do ICR, que lançou o primeiro programa de descoberta de medicamentos “darwinianos” do mundo. Os medicamentos foram projetados especificamente para lidar com a capacidade letal dos tumores de desenvolver resistência, bem como “entender, antecipar e superar” a evolução do câncer.

Para isso, foram investidos 75 milhões de libras em um novo centro de pesquisa em Londres, o qual abrigará mais de 300 cientistas de todo o mundo e de uma variedade de campos para trabalhar juntos e combinar sinergias para desenvolver novas terapias anti-câncer.

Os cientistas estão convencidos de que essa nova abordagem pode fornecer controle a longo prazo e tratamentos eficazes com uma mudança de paradigma e combinações de múltiplas drogas usadas com sucesso mesmo com doenças como HIV e tuberculose. E que dentro de 10 anos fará do câncer uma doença controlável e mais curável:

“Criaremos novos caminhos para enfrentar o desafio da evolução do câncer, bloqueando todo o processo de diversidade evolutiva, usando a inteligência artificial e a matemática para transformar o câncer em formas mais tratáveis ​​e combatendo o câncer com combinações de múltiplas drogas, como aquelas usadas com sucesso contra o HIV e a tuberculose”, disse Paul Workman, diretor administrativo do ICR.

Ele acrescentou:

“Acreditamos firmemente que, com mais pesquisas, podemos encontrar maneiras de tornar o câncer mais fácil e mais tratável, para que os pacientes possam viver mais e com uma melhor qualidade de vida. Mas essa pesquisa precisará de apoio e nosso novo Centro acelerará dramaticamente o progresso que já estamos fazendo”.

No entanto, para terminar o centro e abrir o novo edifício, são necessários 15 milhões de libras adicionais. Já começou uma campanha de arrecadação de fundos e crowdfunding para chegarem ao objetivo.

Este é um grande passo à frente na luta contra o mal mais difundido do século.

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Os NUTRIENTES NÃO AGEM ISOLADAMENTE, mas sim em SINERGIA ou até em ANTAGONISMO.

Por Rosane Cincinatus Nutricionista

Os NUTRIENTES NÃO AGEM ISOLADAMENTE, mas sim em SINERGIA ou até em ANTAGONISMO. Vejamos alguns exemplos:

✅ O Magnésio e Ferro parecem ser necessários para a conversão da Vitamina D em moléculas com maior atividade biológica (25-hidroxi-vitamina D e 1α,25-dihidroxi-vitamina D).
✅ A Vitamina D parece influenciar a hepcidina, que por sua vez afecta negativamente a absorção e status de ferro.
✅ Existe alguma evidência (ainda que limitada) que suplementar com Vitamina D e cálcio alguém que não ingere quantidades adequadas de Vitamina K, em especial Vitamina K2, poderá causar calcificação arterial.
✅ O aumento da ingestão de iodo (através de alimentos ou suplementos) por alguém genéticamente predisposto (no que à autoimunidade se refere) e que tem baixa ingestão de cisteína e/ou deficiência de selénio, magnésio e de vitaminas B1, B2, B3 e B6 (nutrientes essenciais para uma adequada síntese e redução de glutationa e para uma correta atividade da enzima antioxidante Glutationa Peroxidase) poderá resultar em Tiroidite.
✅ O Folato interage com vários nutrientes, como, por exemplo, a Vitamina B12, pelo que a suplementação isolada de folato poderá mascarar ou agravar a deficiência de B12.
✅ A Anemia ferropénica nem sempre envolve apenas a deficiência de Ferro.
✅ Uma excessiva ingestão de Zinco poderá causar deficiência de Cobre.
✅ O aumento da ingestão de ácidos gordos Ómega-3 poderá ser pouco eficaz se o paciente tiver um elevado consumo de ácido linoleico.
✅ A Vitamina B12 influencia o “status” de DHA (um ácido gordo da família Ómega-3 abundante no sistema nervoso central)

A Nutrição é uma disciplina científica complexa, pelo que, na minha opinião, só quando a virmos dessa forma e abandonarmos as visões simplistas (que incluem receitas iguais para todos) é que poderemos de fato fazer a diferença.
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Tenha seu Nutricionista!!
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Voluntárias de projeto criam bonecos “carequinhas” para crianças com câncer

Luiza Fletcher

Por: Luiza Fletcher

O câncer é uma das condições de saúde que mais desestabilizam uma pessoa, e quando afeta crianças, a situação se torna ainda mais delicada.

São muitas as lutas diárias enfrentadas, tanto pelas crianças quanto pelos seus familiares, mas é preciso que exista sempre a força e a dedicação em fazer com que elas nunca percam a magia da infância e a esperança de um amanhã melhor.

Para trazer mais alegria para as vidas das crianças que convivem com o câncer surgiu o projeto “Carequinhas” na cidade de Jaraguá do Sul, Santa Catarina.

Voluntárias que fazem parte do grupo Mãos Solidárias, que tem o objetivo de ajudar no tratamento de câncer de crianças da região, criaram bonecos “carequinhas” para as meninas e meninos internados nos hospitais da cidade.

Cada um dos bonecos é criado com muito amor e carinho e acompanha um lacinho de mesma cor, no caso das meninas; ou uma máscara, no caso dos meninos.

São muitas as cores utilizadas pelas voluntárias, para que as crianças se sintam bem representadas em todas as suas características.

A última leva de bonecos foi entregue no Natal de 2018, e de acordo com a presidente do Mãos Solidárias, Grasiela Cristofolini, 250 bonecos, sendo 125 bonecas e 125 super-heróis fizeram o final de ano das crianças mais felizes.

“Nós vemos muita coisa difícil de ser vista, mas o sorriso deles quando recebem um presente como esse minimiza tudo por um instante”, disse Andreia Karina da Silva, voluntária do Mãos Solidárias.

“Seria muito mais barato comprar algo pronto? Até seria, sem dúvida. Mas é muito diferente você confeccionar algo pensando naquela criança, algo personalizado, algo que ela olhe e se reconheça importante”, contou Eliana Matheus Baumgardt, outra voluntária do grupo.

Os materiais para as confecções dos bonecos são divididos entres as voluntárias, mas elas também contam com doações. Na remessa do Natal, cada uma delas investiu cerca de mil reais, mas apesar de ser uma quantia considerável, para elas vale a pena.

“O que a gente tem de retorno compensa tudo. Compensa tempo, compensa cansaço, compensa investimento”, comenta Andreia.

Com um pouco mais de dois anos de atividade, as voluntárias já trouxeram alegria para muitas crianças e vivenciaram momentos emocionantes, no Natal passado, em um evento que aconteceu no Hospital Infantil de Joinville.

João, uma das crianças presenteadas, era igualzinho ao boneco que ganhou, e assim que o viu, identificou-se e não o soltou mais.

O outro momento marcante foi com Daniela, uma menina de 9 anos, que nunca tinha visto um Papai Noel.

“Ela nunca tinha visto e pulou da maca. A reação foi impactante e quando perguntamos qual seria o pedido e ela respondeu: um x-salada, aquilo nos marcou profundamente”, relembra Andreia, que chorou no momento.

As duas crianças já partiram, mas as voluntárias permanecem firmes em sua missão de proporcionar sorrisos e momentos para esses grandes guerreiros.

Uma ação realmente especial, o exemplo que precisamos ler e também praticar. Todos podemos fazer algo de bom para o próximo, basta apenas querermos!

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Estudos recomendam tratar a depressão com magnésio em vez de antidepressivos.

Por: www.atividadesei.com

Tratar a depressão com magnésio em vez de antidepressivos.


Uma nova opção foi lançada recentemente no mundo da medicina. Um remédio natural que pode ajudar a tratar a depressão também, talvez até melhor do que os medicamentos anteriores para a depressão. É sobre magnésio. O magnésio é um mineral que o corpo anseia naturalmente e estudos recentes mostraram que o tratamento da depressão com 248 mg de magnésio por dia pode levar a uma surpreendente reversão dos sintomas dessa doença.

Atualmente no mundo existem 350 milhões de pessoas que sofrem de alguma forma de depressão. Isso é 5% da população mundial. Como esta condição se torna um diagnóstico mais popular, deve haver alternativas para a prescrição comum de antidepressivos.

Os antidepressivos podem fazer maravilhas e realizar milagres, mas eles ainda podem filtrar as toxinas do corpo que podem causar dependência, problemas de saúde piores e outras condições de saúde mental.

A depressão é frequentemente causada por um desequilíbrio de substâncias químicas no cérebro. Medicamentos para a depressão podem curar esses desequilíbrios, mas geralmente deixam alguns efeitos colaterais, como náuseas, ganho de peso, insônia, boca seca e visão turva.

Para algumas pessoas, os efeitos colaterais são mínimos e quase inexistentes, mas, para outros, os efeitos colaterais podem ser tão horríveis quanto a depressão. Muitas dessas pessoas estão procurando um novo tipo de tratamento, que pode curá-las sem causar outro tipo de dano.

Magnésio e seu papel nas reações bioquímicas

O magnésio é um nutriente vital que muitas vezes é deficiente nas dietas modernas. Nossos antigos antepassados ​​teriam um suprimento completo desse mineral de carnes orgânicas, frutos do mar, água mineral e até mesmo nadando no oceano, mas os solos modernos podem não ter minerais e o magnésio é removido da água durante o tratamento municipal de rotina.

Importa se formos um pouco deficientes? Bem, o magnésio desempenha um papel importante nas reações bioquímicas em todo o corpo. Ele está envolvido em muitas atividades de transporte celular, além de ajudar as células a gerar energia de maneira aeróbica ou anaeróbica. Seus ossos são um importante reservatório de magnésio, e o magnésio é o contra-íon do cálcio e do potássio nas células musculares, inclusive no coração.

Se o seu magnésio for muito baixo, poderá sentir cãibras musculares, arritmias e até morte súbita. A regulação iônica é toda sobre como os músculos se contraem e os nervos enviam sinais. No cérebro, o potássio e o sódio se equilibram. No coração e outros músculos, o magnésio absorve parte da carga.

O magnésio é importante para o cérebro

Isso não significa que o magnésio não seja importante no cérebro. Ao contrário! O magnésio é um antigo remédio caseiro para tudo o que o incomoda, incluindo ansiedade, apatia, depressão, dores de cabeça, insegurança, irritabilidade, inquietação, discrição e mau humor.

Em 1968, a Wacker e Parisi relatou que a deficiência de magnésio pode causar depressão , distúrbios de comportamento, dores de cabeça, cãibras musculares, convulsões, ataxia, psicoses e irritabilidade, todos repletion magnésio reversível.

O estresse é o mal aqui, além de nossas lamentáveis ​​dietas deficientes em magnésio. Como no caso de outros minerais, como o zinco, o estresse nos faz desperdiçar nosso magnésio.

O aumento do estresse aumenta a perda de magnésio, e o ambiente pode não substituí-lo facilmente. Como o magnésio é um mineral tão importante para o cérebro como parte de quase todas as partes da resposta ao estresse, recuperação e reparo, parece óbvio estudar como o magnésio se relaciona com a função cerebral e doenças comuns relacionadas. com estresse, como depressão clínica.

Foi até descoberto que, em alguns estudos, o magnésio é útil para pessoas com fibromialgia e depressão grave e diabetes tipo II .

O estudo

Em um estudo, os pesquisadores usaram um design cruzado como controle. Nas primeiras semanas do estudo, metade dos pacientes tomaram cloreto de magnésio (12% de magnésio elementar e quase 100% de biodisponibilidade), e, em seguida, na segunda fase do estudo, a primeira metade desconectado de magnésio, enquanto a outra metade se retirou.

Os pacientes tomaram o suplemento. O estudo não foi enorme, mas também não foi pequeno, com 126 participantes deprimidos. A escala utilizada para medir a depressão foi o PHQ9, e a pontuação média foi pouco acima de 10, o que corresponde a uma depressão moderada.


Alguns pacientes tomaram medicação, outros em terapia, outros não tomaram, mas a chave principal é que outros tratamentos para a depressão não mudaram no decorrer do estudo, apenas o cloreto de magnésio foi adicionado.

Os participantes receberam 2000 mg (248 mg de magnésio elementar) diariamente por 6 semanas em um tempo imediato ou tardio (até a semana 7, cruzando). Escores de depressão, em média, durante o julgamento foram reduzidos em 6 pontos, o que trouxe a média de depressão moderada a leve ou depressão mínima, uma mudança clinicamente importante.

Os escores de ansiedade também melhoraram. Os participantes relataram cãibras musculares reduzidas, dor e desconforto, prisão de ventre e dores de cabeça diminuiu durante o teste de magnésio (sabe-se que todos estes melhorar com suplementação de magnésio e são sinais de depleção de magnésio).

Quando perguntados após o julgamento se continuariam com o magnésio, mais de 60% disseram que sim. Aqueles que não se queixaram de que o magnésio não ajudou ou causou diarreia.

O efeito positivo da suplementação de magnésio desapareceu dentro de 2 semanas após a descontinuação do suplemento, indicando uma depuração relativamente rápida.

Notas importantes

1. Embora a associação entre magnésio e depressão esteja bem documentada, o mecanismo é desconhecido. No entanto, o magnésio desempenha um papel em muitas das vias, enzimas, hormônios e neurotransmissores envolvidos na regulação do humor.

2. É um antagonista do cálcio e um bloqueador dependente de voltagem do canal N-metil-D-aspartato que regula o fluxo de cálcio no neurônio. Em baixos estados de magnésio, altos níveis de cálcio e glutamato podem desregular a função sináptica, resultando em depressão.

3. Depressão e magnésio também estão associados à inflamação sistêmica. A descoberta de que os participantes que tomaram um ISRS (inibidor seletivo de recaptação de serotonina) experimentaram um efeito positivo ainda maior aponta para o possível papel do magnésio em aumentar o efeito dos antidepressivos.

4. A suplementação de magnésio é barata e segura. A quantidade de magnésio neste ensaio foi abaixo da quantidade diária recomendada de magnésio elementar, e desde que você tenha rins normais, é difícil pegar muito.

5. Para depressão, constipação, dores de cabeça, pernas inquietas ou fibromialgia, faz sentido pelo menos tentar magnésio por algumas semanas. Aqueles que preferem não suplementar podem ser encorajados a adicionar nozes, sementes e chocolate amargo à sua dieta diária, se não forem consumidos.

6. O magnésio pode interferir com alguns medicamentos e vice-versa; portanto, antes de tomá-lo, verifique se o magnésio acompanha a medicação que você está tomando atualmente. Sempre consulte seu médico.

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A incrível conexão cérebro-intestino

A comunicação estreita entre eles abre perspectivas para entender o papel da flora intestinal no surgimento de males que sabotam o foco e o bom humor

O coração, o fígado e os rins que nos perdoem, mas não há órgão mais fascinante que o intestino. A começar pelo seu tamanho descomunal: se abríssemos e esticássemos seus dois trechos – o delgado e o grosso -, ele ocuparia uma área de 250 metros quadrados, o equivalente a uma quadra de tênis. Tudo está enrolado e compactado dentro do ventre. E olha que isso nem é o aspecto mais interessante da coisa: o intestino tem neurônios e aloja trilhões de bactérias, boa parte delas envolvida em processos cruciais ao organismo. E você pensando que ele era um longo tubo por onde a comida passa, nutrientes são absorvidos e o que não é aproveitado vira cocô.

Espera: neurônios lá no abdômen? Sim, falamos das mesmíssimas células que constituem o cérebro. “O intestino tem cerca de 500 milhões delas”, calcula o gastroenterologista Eduardo Antonio André, do Hospital do Servidor Público Estadual, em São Paulo. É menos que a massa cinzenta, que tem bilhões, mas o suficiente para formar um sistema nervoso próprio, responsável por coordenar tarefas como a liberação de substâncias digestivas e os movimentos que estimulam o bolo fecal a ir embora. “Esses circuitos operam sozinhos, ou seja, independem do comando cerebral”, destaca André. Dá pra entender por que apelidaram o intestino de segundo cérebro?

Os neurônios intestinais chamam a atenção também pela sua farta produção de serotonina, molécula que nos leva ao estado de bem-estar – 90% da serotonina descarregada pelo corpo é fabricada ali. “Esse neurotransmissor é importante porque garante o funcionamento adequado do órgão”, diz o médico Henrique Ballalai, da Academia Brasileira de Neurologia. Mas se sabe que ele ainda pode exercer um efeito sistêmico. O fato é que a serotonina é só um dos mais de 30 mensageiros químicos montados no ventre.

Você não está sozinho

Há um terceiro elemento que interfere nessa conexão: a cada vez mais estudada flora intestinal. Microbiota, para sermos corretos. O intestino carrega cerca de 100 trilhões de bactérias, quantidade dez vezes superior ao número de células do corpo. Esse contingente representa de 2 a 3 quilos do peso total de um indivíduo. “A microbiota tem papel decisivo na manutenção da saúde. Ela auxilia a digerir alimentos e a nos proteger de infecções”, explica a microbiologista Regina Domingues, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A princípio, nossa relação com essas bactérias é pacífica e proveitosa para os dois lados: elas conseguem obter nutrientes necessários para sobreviver e, em troca, regulam nosso organismo.

De uns cinco anos pra cá, o interesse por essa metrópole microscópica só aumenta. Nos Estados Unidos, especialistas de 80 centros de pesquisa lançaram o Projeto Microbioma Humano, que mapeou todos os bichinhos que chamam nosso organismo de lar. A partir dessa iniciativa, hoje se começa a entender como a flora interfere na predisposição a várias doenças e é capaz de influenciar até o comportamento e as emoções das pessoas. “Nesse sentido, a microbiota é uma espécie de terceiro cérebro”, brinca o gastroenterologista Pierre Déchelotte, da Universidade de Rouen, na França. Brincadeira com um belo fundo de verdade.

Jonatan SarmentoJonatan Sarmento

As bactérias intestinais produzem diversas moléculas que se intrometem na comunicação entre o sistema nervoso do abdômen e o lá de cima. De todos os micro-organismos que habitam o aparelho digestivo e passeiam por ele, a maior parcela é amiga. Há, porém, as frutas (ou melhor, bactérias) podres. E ai se elas encontram condição para se multiplicar… “Precisamos que os exemplares benéficos estejam sempre em maior número, porque, assim, controlam os nocivos”, resume a farmacêutica Yasumi Ozawa, da Yakult, pioneira nessas pesquisas.

Os cientistas ainda estão apurando todos os detalhes envolvidos, mas já conhecem alguns fatores que desequilibram a microbiota. “Uma alimentação muito rica em gordura, por exemplo, está associada ao desenvolvimento de bactérias ruins e à morte de espécimes bons. As manifestações disso são mais gases e distensão abdominal”, exemplifica o coloproctologista Sidney Klajner, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A desordem ainda é deflagrada por estresse fora de controle e uso de antibióticos, que, para matar os vilões, acabam exterminando também os mocinhos.

Se os germes maléficos dominam o pedaço, é encrenca na certa. “Isso prejudica as paredes e os movimentos do intestino e dispara inflamações”, acusa o gastroenterologista Ricardo Barbuti, do Hospital das Clínicas de São Paulo. No dia a dia, o indivíduo tem dores, diarreia ou constipação. Só que o desarranjo local repercute na cabeça. Estímulos de confusão na barriga viajam até o cérebro e contribuem para o humor e a concentração irem por água abaixo. Sim, ficamos enfezados.

O impacto desses distúrbios na cachola motivou a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) a realizar o primeiro estudo sobre a saúde intestinal da mulher brasileira – por razões hormonais, elas estão mais sujeitas a enroscos no abdômen do que os homens. Dois terços das 3 029 entrevistadas declararam ter inchaço no ventre, flatulências e prisão de ventre. Quando questionadas de que maneira os incômodos influenciavam na qualidade de vida, 89% diziam ter variações de humor e 88% reclamavam de menos concentração nas tarefas cotidianas. “Esses números nos mostram, na prática, como os sintomas abdominais chegam a modificar comportamentos”, resume a imunologista Violeta Niborski, gerente da Danone, empresa que participou do levantamento.

Cabeça em apuros

Os médicos já sabem que condições como a síndrome do intestino irritável, marcada por diarreia ou dificuldade de ir ao banheiro sem razão aparente, propiciam nervosismo e depressão – assim como a ansiedade e o baixo-astral desequilibram a flora e patrocinam as crises. Acontece que as interações perigosas não param por aí: a microbiota parece fazer diferença na probabilidade de desenvolvermos problemas neurológicos. Ao comparar ratinhos de laboratório criados para não ter bactérias no intestino com animais dotados de flora, cientistas irlandeses observaram que os primeiros desenvolviam características típicas do autismo, como gastar tempo demais interagindo com um objeto.

Há indícios de que até o Parkinson, doença que provoca tremores, começaria lá no abdômen. Especialistas da Universidade College London, na Inglaterra, constataram, após analisar milhares de pessoas, que a constipação é uma das primeiras manifestações do distúrbio. “Uma hipótese sugere que a microbiota alterada leve à destruição de neurônios intestinais e isso progrida até o cérebro”, conta Ballalai. O mesmo princípio explicaria o Alzheimer, que consome as memórias. Apesar de curiosos, esses achados são recentes e carecem de mais provas. “Por ora, a maioria dos estudos está restrita a animais e não pode ser extrapolada para nossa realidade”, contextualiza a médica Maria do Carmo Friche, presidente da FBG.

Mas é possível prevenir, ou até reverter, desequilíbrios na microbiota intestinal? A resposta é sim. A flora pode ser modulada para que as bactérias do bem vivam em paz ou voltem a reinar. E isso é obtido, em parte, via alimentação, quando se investe nos probióticos, lácteos enriquecidos com micro-organismos benéficos à saúde. Mas fique atento ao rótulo: nem todo iogurte, por exemplo, é probiótico. Repare se a embalagem informa isso e qual sua concentração de bactérias, medida em UFC (unidade formadora de colônia). “O produto precisa ter de 2 a 10 bilhões de UFC por dose”, avisa Pedrinola. Ah, probióticos também estão disponíveis hoje em cápsulas e sachês.

Só que não dá pra engolir um monte de bichinhos e se esquecer de alimentar a flora local. Essa é a função dos prebióticos. “Eles são ricos em fibras solúveis, que o sistema digestivo não aproveita sem a cooperação da microbiota”, define o microbiologista Arthur Ouwehand, da Divisão de Nutrição & Saúde da DuPont, na Finlândia. Tais componentes, encontrados em vegetais como a cebola e a aveia, nutrem as bactérias. E elas, por sua vez, agradecem devolvendo vantagens ao nosso corpo.

Pílulas de bactérias?!

O campo de estudos de intervenções na flora intestinal avançou nos últimos anos e já se veem boas tentativas de atenuar doenças mexendo com o nosso padrão de micróbios. Recorrer a bactérias das classes dos lactobacilos e bifidobactérias já é uma receita para abrandar a síndrome do intestino irritável, por exemplo. “Talvez, no futuro, tenhamos cepas de micro-organismos específicas para prescrever a cada problema de saúde”, especula Barbuti.

O fato é que hoje se discute se isso seria viável e efetivo para ajudar até a domar transtornos neurológicos ou psiquiátricos. “Em tese, seria possível introduzir bactérias pensando em ganhos cerebrais e comportamentais”, informa Regina Domingues. E olha que estudos iniciais já trazem resultados surpreendentes. Na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, 36 mulheres foram divididas em dois grupos: o primeiro consumiu lácteos com probióticos durante um mês. O segundo tomou uma bebida sem aditivos. Após esse período, todas as voluntárias passaram por um teste em que olhavam para fotografias de indivíduos com feições de raiva ou medo. Enquanto elas participavam da tarefa, seu cérebro era analisado por um aparelho de ressonância magnética. O resultado: nas mulheres que ingeriram os probióticos, as áreas da massa cinzenta responsáveis por processar as emoções ficavam muito menos ativas, sinal de que estavam mais calmas e relaxadas. Na vida real, isso implica estar preparado para lidar melhor com os reveses do cotidiano.

E se lembra dos cientistas que apuravam o elo entre flora e autismo em ratinhos? Pois essa equipe, baseada na Universidade College Cork, na Irlanda, fez outra experiência impressionante. Eles administraram probióticos a camundongos com traços depressivos por algumas semanas. Depois, botaram os roedores para nadar numa bacia funda, situação em que corriam o risco de se afogar – esse é um modelo clássico de laboratório para estudar a apatia em animais. Em comparação com os bichos que não receberam a dose de probióticos, os ratos com intestino equilibrado lutavam mais tempo e com mais força para se salvar. Sinal claro de que não queriam desistir da vida. Se pudéssemos transpor os resultados para nós, seres humanos, daria pra dizer que foi observado um autêntico efeito antidepressivo.

Como se vê, a investigação do eixo intestino-microbiota-cérebro é fresquinha, mas um tanto promissora. Alguns especialistas já chegaram a comparar o potencial de intervir ali ao das prestigiadas células-tronco. E tomara que ele se concretize. Quem sabe a resposta a vários problemas não esteja realmente bem debaixo do nosso umbigo?

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Alimentos que aumentam a serotonina e garantem o Bom Humor

Por: TUASAÚDE – Tatiana Zanin – Nutricionista

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Biópsia líquida, aplicações e perspectivas de expansão

Por: Onconews

Estudo de pesquisadores brasileiros publicado na Precision Medicine, com participação do oncogeneticista José Claudio Casali da Rocha (foto), discute desafios e perspectivas da biópsia líquida, com recomendações para expandir sua adoção no Brasil. “Em um país com limitada capacidade de recursos e profundas desigualdades na assistência à saúde, queremos mostrar a importância de aumentar a utilização da biópsia líquida no diagnóstico, tratamento e seguimento do câncer, melhorando o acesso a essa nova ferramenta molecular”, diz Casali.

Entre os argumentos descritos no artigo da Precision Medicine (vol 4, nº 1), o estudo brasileiro explica que a biópsia líquida é custo- efetiva para o manejo do câncer no Brasil e mostra que diante da heterogeneidade da doença é uma ferramenta complementar ao gerenciamento atual, permitindo acompanhar a evolução do paciente e a resposta ao tratamento.

Ao comparar vantagens e desvantagens da biópsia líquida frente à biópsia de tecido, os autores concluem que a nova abordagem deve ser vista de forma complementar, com a vantagem de capturar a informação genômica do tumor a partir do DNA, tendência que marca a moderna oncologia personalizada. “As diretrizes clínicas aprovadas atualmente incluem biópsia líquida apenas em câncer de pulmão, mas o potencial também é enorme em outros tumores, seja para rastreamento e diagnóstico, até para avaliar risco de recaída e controle da doença”, explica o oncogeneticista.

A revisão brasileira recorre à base de evidências para ilustrar a variabilidade de aplicações e cita estudo de Bettegowda et al, que usaram a reação baseada em cadeia da polimerase digital para medir os níveis de DNA tumoral circulante (ctDNA) em amostras de plasma de 640 pacientes com vários tipos de câncer. “Entre os participantes com doença metastática avançada, o ctDNA foi detectado em 82% dos pacientes com tumores sólidos fora do cérebro, incluindo mais de 75% de pacientes com câncer de bexiga, colorretal e ovário avançado, além de tumores gastroesofágicos, de pâncreas, mama, hepatocelular e melanomas”, descrevem os autores.

Para aplicações de screening, a evidência vem de Cohen et al, em estudo que examinou 1.005 pacientes com tumores não metastáticos de ovário, fígado, estômago, pâncreas, esôfago, colorretal, pulmão e mama. “Os testes de triagem foram positivos em uma mediana de 70%, mesmo para tumores que atualmente não possuem estratégias efetivas de rastreamento populacional”, registra o artigo da Precision Medicine.

Entre as principais recomendações, o estudo brasileiros propõe a definição de diretrizes gerais sobre os usos e aplicações da biópsia líquida, sublinhando a importância de estabelecer as melhores práticas, incluindo protocolos padronizados para coleta da amostra, processamento e detecção de ctDNA. “Melhores práticas devem ser desenvolvidas para diminuir complexidades metodológicas e garantir um processo padronizado altamente confiável”, recomendam os autores.

Em outra frente, o estudo destaca a avaliação de doença residual mínima através da biópsia líquida, uma aplicação que começa a ganhar importância, com evidências de que a ferramenta molecular “é capaz de prever a recidiva clínica com alto nível de precisão”.

Referência: Neder et al., Precision Medicine, vol 4, nº1, 2019,1-10

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Aspargo é um alimento altamente alcalino para limpar os rins, bexiga e proteger a saúde do fígado

O Aspargo (ou espargo) é um membro da família do lírio, que inclui alho-poró, alho e cebola. Tem um ponto de lança com uma cabeça em forma de botão, compacta e pontiaguda.

Pode surpreendê-lo que existem algumas centenas de variedades de aspargos, mas apenas uma pequena quantidade é comestível.

Embora disponível durante todo o ano, o aspargo é geralmente encontrado mais e melhor na primavera e é colhido quando medido 6 a 8 centímetros de altura.

A variedade que comemos é geralmente de cor púrpura verde ou esverdeada. Há também uma variedade branca que é cultivada no subsolo para preservar seu sabor delicado. Mas esses caules desprovidos de luz solar também carecem da bondade da clorofila.

Os aspargos são caros em comparação com outros vegetais mais comuns, simplesmente porque são colhidos à mão e produzidos em pequenos volumes.

Benefícios nutricionais do aspargo

O aspargos é um alimento alcalino que é rico em proteínas, mas pobre em calorias e carboidratos. É uma excelente fonte de potássio, ácido fólico, vitaminas A, C e K e traços do complexo de vitamina B.

Uma boa fonte de fibra dietética, o aspargo também é rico em niacina, fósforo e sódio muito baixo. E o mais importante é que é um daqueles poucos legumes que realmente tem o cálcio e o magnésio na proporção ideal de 2: 1.

Benefícios à saúde do aspargo

O aspargo tem em abundância um aminoácido chamado asparagina, que ajuda a limpar o corpo de resíduos. Como resultado, a urina de algumas pessoas pode ter um odor desagradável depois de comer aspargos. Não se preocupe se isso acontecer com você. Apenas fique feliz que seus rins estejam recebendo uma boa limpeza.

O aspargo é um dos poucos vegetais que é denso em nutrientes saudáveis que ajudam muitas doenças.

Acidez, sangue: a alta alcalinidade deste suco maravilhoso é eficaz para reduzir a acidez do sangue e ajuda a limpar os tecidos e músculos do lixo.

Artrite e reumatismo: um fitoquímico único nos espargos que produz um efeito anti-inflamatório ajuda a aliviar a artrite e o reumatismo.

Movimento intestinal: Consumir aspargos regularmente pelo seu efeito laxante suave e fibra alimentar que proporciona um movimento intestinal regular.

Câncer: Os Aspargos são uma excelente fonte de anti-oxidante e glutationa que pode ajudar a prevenir o câncer.

Catarata: O anti-oxidante e a glutationa no aspargo previne a progressão da catarata e outros problemas oculares.

Diabetes / Hipoglicemia: Os minerais saudáveis no suco de aspargos fazem dele uma dieta importante para pessoas que estão controlando seus níveis de açúcar no sangue. No entanto, não deve ser tomado por pessoas com doenças renais avançadas.

Diurético: O aspargo é um vegetal maravilhosamente diurético e sua eficácia é mais pronunciada quando é tomada em forma de suco.

Doença cardíaca: Beba uma pequena quantidade de suco de aspargos misturado com mel cru três vezes ao dia, diariamente, para fortalecer um coração fraco ou dilatado.

Rins: As propriedades diuréticas e alcalinas dos espargos ajudam a prevenir ou dissolver cálculos renais. Ajuda a quebrar os ácidos oxálico e úrico formados no rim.

Fígado: A clorofila e os outros fitonutrientes nos aspargos são excelentes alimentos para desintoxicar o fígado e fornecer suporte para a saúde dos órgãos.

Sintomas da TPM: O efeito diurético do suco de aspargos ajuda a aliviar o inchaço pré-menstrual. O magnésio neste suco maravilhoso também ajuda a aliviar irritabilidade, fadiga, depressão, etc.

Gestantes: O alto conteúdo de folato, cálcio e outros minerais no aspargo é importante na redução do risco de defeitos congênitos e baixo peso ao nascer. O efeito diurético do suco também é uma grande ajuda na redução da retenção de água em mulheres grávidas.

Aspargo e saúde renal

O aspargo é mais conhecido por impulsionar a saúde dos rins e da bexiga. Os ricos fitonutrientes penetram profundamente nos órgãos para eliminar as toxinas. Algumas das ações específicas dos aspargos para o sistema renal são:

• Suporta funções dos rins e da bexiga

•Aumenta a produção de urina devido às suas propriedades diuréticas

• Garante o fluxo de micção suave

• Limpa os rins e bexiga

• Quebra ácido úrico e expelindo-os

• Remove toxinas / bactérias devido à sua natureza anti-parasitária

Estas ações de suporte mantêm o sistema renal em condição de ponta, reduzindo o ácido úrico e outras toxinas / patógenos no sistema, garantindo o fluxo regular de urina e reduzindo a inflamação dos órgãos.

Conselhos de consumo

Ao comprar aspargos, escolha hastes retas e firmes com pontas apertadas. Sempre coma fresco, mas se tiver que guardar, mantenha-os secos e embrulhados em um saco plástico por até três dias na geladeira.

Coma aspargos por sua fibra dietética. Mas também aproveite o suco, especialmente usando as extremidades difíceis da haste.

Aqui está uma sugestão para preparar um bom copo de suco de espargos com os melhores ingredientes para a saúde renal.

Fonte: Juicing for health

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Brócolis tem molécula que bloqueia tumores cancerígenos: estudo

Se você ainda não tem motivos para comer vegetais, olha este: um novo estudo publicado na revista Science mostra que o brócolis contém um ingrediente surpreendente que poderia ser o “calcanhar de Aquiles” do câncer.

É uma molécula pequena, mas poderosa, que desativa o gene responsável pelo crescimento de tumores cancerosos, conhecido como WWP1.

O brócolis faz parte da família de vegetais crucíferos, que inclui couve-flor, couve e couve de Bruxelas. Todas essas verduras contêm a tal molécula poderosa.

Pier Paolo Pandolfi, autor do estudo e diretor do Centro de Câncer e Instituto de Pesquisa do Câncer do Beth Israel Deaconess Medical Center, disse que a descoberta pode abrir caminho para um novo tratamento para o câncer.

“O estudo é realmente emocionante. Esqueça o que você pensa sobre a ciência, o fato de que [encontramos] algo que sua avó diria [é] bom para você, é atraente”, disse Pandolfi à Harvard Gazette.

Mas para se beneficiar da proteção anti-cancerígena, o paciente precisaria comer todo dia 6 libras – quase 2,7 quilos – de couve de Bruxelas não cozida, crua, para se beneficiar de uma proteção anti-cancerígena.

A equipe quer descobrir agora uma maneira mais prática de fornecer essa molécula a pacientes com câncer e ativar as propriedades supressoras de tumor no PTEN.

A molécula

Pandolfi e sua equipe suspeitavam que um gene chamado PTEN poderia causar irregularidades e defeitos no WWP1.

Após testar sua teoria em ratos e células humanas propensos ao câncer, eles descobriram que o WWP1 produz uma enzima que supera a atividade supressora de tumor.

Os cientistas também descobriram que existe uma molécula encontrada em vegetais crucíferos chamada indol-3-carbinol. (I3C) que pode despertar as propriedades de combate ao câncer.

O Dr. Yu-Ru Lee , disse que a descoberta pode ser a chave para revelar “um dos mais importantes supressores de tumor na história da genética do câncer”.

“Este caminho surge não apenas como um regulador para o controle do crescimento do tumor, mas também como um calcanhar de Aquiles que podemos direcionar com opções terapêuticas”, disse Pandolfi.

“Essas descobertas abrem caminho para uma abordagem de reativação supressora de tumores há muito procurada para o tratamento do câncer”, concluiu.

Com informações do GNN

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