Rife, gênio esquecido da Medicina

Por: eurooscar.com

 

 

O dispositivo inovador de Rife contra o câncer

Mais de 20 anos da vida de Royal Raymond Rife foram dedicados à pesquisa e aperfeiçoamento de uma invenção dele, eletrônica e bastante simples, mas de um alcance extraordinário, pois daria à humanidade a solução definitiva contra qualquer afecção virótica ou bacteriológica.

Royal R. Rife nasceu em 1888, em Elkhorn, Nebraska, e faleceu em 1971, também nos EUA. Estudou na escola John Hopkins. Em 1913, aos 25 anos de idade, chegou a San Diego. Durante 7 anos ele viajou à Europa para investigar laboratórios estrangeiros, a mando do governo do seu país. Uma delas era a Zeiss, uma das principais companhias ópticas alemãs, e lá Rife aprendeu a arte de construir microscópios, tendo sido treinado pessoalmente por Carl Zeiss.

 

Manchete: “Terríveis micróbios de doenças destruídos por raios, alegação de cientista de Dakota do Sul.” Abaixo, à direita: “O flagelo do câncer compreendido por Rife após 18 anos de trabalho árduo.”
(Do site http://www.rifenovice.com)
Durante esse período ele aprendeu as necessárias habilidades mecânicas para confeccionar instrumentos. A bacteriologia e os microscópios o fascinaram. De fato ele nunca se envolveu com engenharia eletrônica. Os microscópios de Rife são bem conhecidos e se popularizaram graças às suas características de ampliação. Todavia pouco se sabe a respeito de suas máquinas de rádio-frequência.

Em 1920 ele construiu o seu primeiro microscópio e cuidou de concluir também a sua primeira máquina de frequência, a qual era em verdade um dispositivo eletroterapêutico “Thompson-Plaster”, do tipo D’Arsonval, equipado com tubos de vidro Oudin, à vácuo. Essa informação foi confidenciada pelo seu assistente J. Crane e mais tarde confirmada por outro assistente de Rife, J. Flores. Os resultados listados por Rife foram cura de câncer extinção de micro-organismos e de vírus.

Em 1912 o grande inventor Lee De Forest descobriu o celebrado triodo em tubo de vácuo, com a capacidade de amplificar e produzir oscilações de ondas contínuas (CW). Contudo, ondas amortecedoras não são apropriadas para transmitir a voz humana, músicas, sons ou informações; agora sabemos que isso é possível com ondas contínuas (CW). Ondas amortecedoras, pela sua própria natureza, carregam os ruídos do som, os quais interferem nocivamente com qualquer outro som ou informação que se possam tentar transmitir mediante as mesmas ondas amortecedoras.

 

Gerador Rife reconstruído pelo Dr. Bare
(Do site http://www.rifenovice.com/Page_3.html)
Em 1920, oito anos mais tarde, houve a primeira transmissão radiofônica com ondas hertzianas, ou seja, ondas contínuas (CW), iniciando uma nova tecnologia para as telecomunicações e o rádio. Sons, músicas e imagens foram finalmente radiodifundidos pelas ondas contínuas (hertzianas). No entanto as ondas contínuas foram desastrosas quando utilizadas em dispositivos eletroterapêuticos. Infelizmente, a nova tecnologia radiofônica e televisiva substituiu também os dispositivos eletroterapêuticos pioneiros e parecia que ninguém se interessava mais pelas oscilações e ondas amortecidas (DW), consideradas como já ultrapassadas. Porém Rife atentou para a importância biológica daquelas ondas “obsoletas”.

Na década de 1930 os colegas de Rife não compreendiam o seu trabalho, que era por demais inovador e avançado para eles. Contudo, a Universidade de Heidelberg lhe concedeu um doutorado honorário pelos seus trabalhos e Rife também angariou 14 dos mais prestigiosos prêmios e condecorações, em razão das contribuições à ciência.

As telecomunicações atuais são baseadas exclusivamente em ondas portadoras contínuas (CW), aparentemente muito bem compreendidas pela maioria dos engenheiros eletrônicos. Rife pareceu seguir a nova tendência e se simpatizar rapidamente com a nova tecnologia radiofônica de tubos. Ele diligenciou para inventar um gerador de ondas contínuas com aquela nova tecnologia de tubos de rádio. Ele também construiu um novo tubo de vácuo de Oudin, que batizou como Tubo Rey de Rife. Entretanto a nova tecnologia, com ondas ininterruptas, produzia excessivo calor nos dispositivos eletroterapêuticos e os resultados médicos não foram animadores. Um novo nome, “diatermia”, foi criado para descrever a característica do novo efeito na forma de “aquecimento profundo” e essa nova modalidade foi substituindo a anterior, não mais aceita como “válida”.

Rife tinha rapidamente percebido que os então recentes geradores de ondas contínuas não surtiam os resultados eficazes que ele obtivera tanto com os dispositivos anteriores (baseados nas ondas amortecedoras) quanto com o seu avançado e inovador microscópio. E ele percebeu que as ondas contínuas eletroterapeuticamente não serviam.

 

Dr. Royal Raymond Rife, uma das mentes
mais versáteis e brilhantes da história da ciência
(Do site http://www.rifenovice.com/Page_3.html)>
A medicina bio-elétrica foi em termos práticos criada e desenvolvida por Rife. A tecnologia que ele criou e aperfeiçoou foi e continua sendo empregada nos âmbitos da óptica, eletrônica, bioquímica, radioquímica, aviação e balística. Ele foi o pioneiro na aplicação médica e biológica dos aparatos eletroterapêuticos fundamentados nas ondas amortecedoras (DW). Todavia, os seus geradores de ondas posteriores eram com ondas contínuas, utilizando moderna tecnologia de tubo, mas com as ondas moduladas (cortadas) por um outro amplificador, em uma frequência de áudio, simulando ondas amortecedoras (DW).

E Rife investigou essas frequências de áudio e proclamou que a elas se deviam os resultados felizes que ele vinha observando, e nunca às ondas contínuas, por si mesmas. Os geradores modulados RF de Rife foram os primeiros dispositivos modernos a simular a função dos velhos aparatos eletroterapêuticos de ondas amortecedoras. A respeito, leia-se o livro “The Cancer Cure That Worked”, de Barry Lines, Marcus Books, Ontario, 1989.

Rife passou 66 anos da sua vida projetando, desenhando e construindo instrumentos médicos, tendo também trabalhado para o governo dos EUA e para diversos benfeitores, entre os quais se ressalta o riquíssimo Henry Timkin, da Timkin Rolamentos.

Rife foi um autodidata, criativo, hábil, intuitivo, com uma percepção interdisciplinar muito abrangente. Compreendeu os fundamentos científicos e tecnológicos das principais áreas do conhecimento e graças a isso pôde trabalhar proveitosamente com equipes de cientistas e de técnicos dos mais diversos setores. Quando uma nova empreitada era impedida por falta de instrumentos ou não havia tecnologia disponível, Rife desbravava o terreno, construía o instrumental necessário e forjava uma nova tecnologia. P. ex., são de sua lavra um microscópio heteródino ultravioleta, com poder de ampliação muito superior aos mais avançados já existentes, um micro-manipulador e um micro-dissecador.

Foi um dos mais talentosos e versáteis servidores da ciência que já passaram por este mundo.

O que ocorreu quando a nova tecnologia terapêutica de aparelhagens de ondas contínuas ou de diatermia começou a substituir a tecnologia primitiva de ondas amortecedoras? Obviamente os novos resultados não foram bons. Nessa época o professor Eberhard estava ensinando no Departamento de Eletroterapia do Colégio de Medicina de Chicago. Os hospitais não mais empregaram os modernos dispositivos de ondas contínuas (CW) nas aplicações em que os antecessores de ondas amortecidas (DW) haviam sido utilizados eficazmente. Essa tecnologia de Rife ressurgiu na segunda metade da década de 1980.

As fundações e outros órgãos de pesquisa afeitos aos grandes hospitais, laboratórios e universidades recebem doações de verbas milionárias, destinadas às pesquisas. E surge alguém, subitamente dizendo: “pronto, está resolvido! Eis o que procuravam! Rife, em vez de ser homenageado, honrado, condecorado, premiado por esse fantástico e utilíssimo equipamento, foi boicotado e perseguido pelo corporativismo dos organismos da medicina oficial instituída. Se alguém descobre alguma droga que pode ser sintetizada e comercializada pelos grandes laboratórios, aufere todas as láureas imagináveis, inclusive recompnsas financeiras. Por isso, a maioria dos organismos de pesquisa, a começar pelos próprios laboratórios, embrenha-se por essa vereda, das drágeas, pílulas. E os vínculos da medicina oficial ortodoxa com esses poderosos laboratórios é notório.

E o que dizer dos tratamentos oficiais do câncer? A radioterapia e a quimioterapia controlam tudo, domina totalmente esse panorama. Tratamentos caros, dolorosos, que provocam queimaduras, quedas de cabelo, náuseas, internações atrozes. Voltas, retornos, tudo de novo. E a visão dos médicos de que isso é absolutamente necessário, de que não há outros meios, foi ensinada a eles em universidades e consolidada em congressos, simpósios, cursos de pós-graduação, etc. O interesse monetário desses grandes conglomerados das drogas farmacêuticas, da radioterapia e da quimioterapia tem estado estreitamente ligado a setores dominantes do corporativismo médico e hospitalar. As denúncias nos anos recentes têm saído na imprensa. Mas o que se tem transformado? Muito pouco. Basta você depender de um médico, de um tratamento, uma internação, e você vê que perdura tudo como dantes, no purgatório dos tranquilizantes.

Do mesmo modo que fizeram ao seu engenheiro chefe e sucessor, John Crane, ou, em outros anos e lugares, com a grande pesquisadora de radiônica Ruth Drown e com o genial inventor Wilhelm Reich, todos eles forjadamente condenados e presos, não podendo assim prosseguir suas pesquisas, descobertas e invenções, em prejuízo de toda a humanidade. Alguns dentre outros grandes nomes não referidos aqui, que contribuíram para a evolução da medicina, dos meios de diagnósticos e dos tratamentos, e que como paga foram arruinados, boicotados ou, no mínimo, ridicularizados e ignorados durante anos ou décadas, pelo staff da medicina ortodoxa, foram: o descobridor dos raios-x, Harvey, que formulou a teoria circulatória do sangue; Morton, que difundiu a novidade da anestesia, Antônio Priore, Gaston Naessens, etc.

Nikola Tesla, autor, desde a virada do século 19 para o século 20 de mais de de 600 inventos, alguns tão incríveis que hoje, um século depois estão ainda adiante do nosso tempoinventor da corrente alternada e, que possibilitou a primeira hidrelétrica do mundo, nas quedas do Niágara. Tesla mostrou os caminhos para se conseguir energia gratuita para o mundo todo, do ar, do vácuo. Demonstrou isso. E inventou meios de comunicação instantânea talvez superiores aos atuais. Foi boicotado pelo corporativismo da então nascente indústria petrolífera, que anteviu riscos de perder trilhões de seus futuros lucros, para uma energia limpa, barata, acessível a todos. Tesla inventou o rádio antes do grande cientista Guglielmo Marconi, e a Suprema Corte reconheceu essa verdade, com um “ligeiro” atraso de quase 40 anos, em 1944. As escolas continuam ensinando que o inventor do rádio é Marconi, do mesmo modo que Graham Bell, que se apropriou espertamente do telefone, inventado por outro, antes dele.

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O que é a Homeopatia?

 

Por: Farmácia Virtual

A Homeopatia é uma especialidade farmacêutica, médica, odontológica e veterinária que foi fundada no início do século 19 pelo alemão Samuel Hahnemann. Ela ganhou popularidade no final do século. Entretanto, com o advento da medicina moderna, a homeopatia foi vista como velha pelos praticantes da medicina convencional e a sua popularidade caiu. Essa tendência foi revertida recentemente e desde 1980, a homeopatia voltou a crescer em vários países.

A Homeopatia baseia-se no princípio Semelhante cura semelhante. Isso significa que uma pessoa doente pode ser curada por um medicamento que é capaz de produzir sintomas parecidos em uma pessoa sadia. Em um tratamento homeopático, o clínico deve observar cuidadosamente e considerar cada paciente como único.

Para a homeopatia as doenças são geradas pelo desequilíbrio das forças do organismo. Portanto, o clínico homeopata não investiga somente sintomas isolados, mas considera o paciente como um todo, corpo e mente. Assim, a homeopatia trata o doente e não a doença.

Todo medicamento manipulado é homeopático?

Não. A manipulação de medicamentos, realizada nas farmácias de manipulação com autorização da Anvisa, não é restrita aos medicamentos homeopáticos. Medicamentos alopáticos (medicamentos comuns) e fitoterápicos, minerais e vitaminas, também podem ser manipulados. Da mesma forma, os medicamentos homeopáticos também estão disponíveis em farmácias e drogarias como especialidades farmacêuticas industrializadas e sujeitas a registro na Anvisa.

Os medicamentos homeopáticos possuem efeitos indesejáveis?

Algumas vezes, durante o tratamento pode ocorrer a piora dos sintomas. Essa agravação inicial é geralmente um bom sinal e significa que o seu corpo está respondendo ao medicamento.

Embora os sintomas físicos possam piorar por um período curto, a pessoas como um todo irá começar a se sentir melhor quase imediatamente. A piora será substituída rapidamente pela melhora.

Quanto tempo demora para um medicamento homeopático fazer efeito?

Isso depende da natureza da doença, se ela é aguda(recente) ou crônica(persistente) e do medicamento prescrito. Nos casos agudos, o alívio pode ser sentido poucos minutos após utilizar o medicamento e a primeira dose pode curar a doença completamente. Nos casos crônicos, pode demorar mais para a resposta.

A partir de que idade é possível usar os medicamentos homeopáticos?

O medicamento homeopático pode ser utilizado com segurança em qualquer idade, até mesmo em recém-nascidos ou pessoas com idade avançada. Desde que acompanhada pelo clínico homeopata.

Posso usar outros medicamentos junto com medicamentos homeopáticos?

Não são conhecidas quaisquer restrições ao uso de medicamentos homeopáticos como auxiliares nos tratamentos convencionais, e vice-versa.

Observe sempre a recomendação do prescritor quanto aos horários e duração do tratamento, suspendendo o uso sempre que notar reações não esperadas.

Quais as diferenças entre o tratamento homeopático e alopático (comum ou tradicional)?

O tratamento alopático busca, por meio de medicamentos de ação química, eliminar os sintomas e manifestações da doença através do chamado Princípio dos Contrários. Por exemplo: uso de laxantes na prisão de ventre. Essa anulação dos sintomas normalmente não combate a origem e as causas da doença. Na maioria dos casos, há grande alívio, mas apenas durante o tratamento.

Ao contrário, o tratamento homeopático não busca eliminar apenas os sintomas e sim estimular o organismo a se fortalecer. Logo, o tratamento homeopático é eficaz para curar o doente e não apenas aliviá-lo.

Qual é a diferença entre fitoterapia e homeopatia?

A fitoterapia utiliza exclusivamente princípios ativos de plantas medicinais. Já a homeopatia, além dos princípios ativos de origem vegetal, utiliza outros de origem mineral e animal, sendo todos submetidos a uma técnica de preparo própria, a “dinamização”.

Qual o papel da Anvisa com relação aos medicamentos homeopáticos?

A Anvisa cria regras para a manipulação em farmácias, industrialização e venda desses medicamentos, de modo a garantir sua qualidade.

Como saber se o medicamento que estou comprando tem sua venda autorizada pela Anvisa?

O medicamento homeopático industrializado pode encontrado em farmácias e drogarias. Deve apresentar na embalagem a sigla MS seguida de oito a treze números (inicia sempre com o número um). Quando o medicamento é preparado em farmácia homeopática não possui esse número na embalagem.

Também é possível entrar em contato com a Anvisa pelo e-mail: gmefh@anvisa.gov.br ou pelo telefone: 08006440644.

Fonte: http://www.anvisa.gov.br/faqdinamica/index.asp?Secao=Usuario&usersecoes=36&userassunto=137

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Melhor a Verdade que Choca do que a Mentira que MATA!

Momento INDIGNAÇÃO passando na sua TL!! NÃO PERMITA que ninguém te dê uma sentença de Morte!!! stopcancerbr.com

Publicado por Claudia Cippolli em Sábado, 23 de fevereiro de 2019

Por: Giseli Santos 

Grupo Facebook: FOSFOETANOLAMINA/SUPLEMENTOS-É SEU DIREITO SABER. É SEU DIREITO ESCOLHER

Prezados,
Sei que a frase é chocante e que muitos irão me criticar por causa dela, mas não me importo. A intenção é chocar mesmo porque, talvez, desta forma, as pessoas parem de depositar suas esperanças em uma cápsula e entendam que é preciso muito mais do que isso para uma resposta EFICAZ em seu tratamento.
A “fosfoetanolamina sintética”, composto formado pela síntese de fosfoetanolamina, cálcio, zinco e magnésio é um “sinalizador” de células consideradas defeituosas, ruins, diferenciadas ou seja lá que nomes queiram dar a essas células.
O composto é estudado em vários Países e por vários cientistas mas, até o momento, não foi feito nenhum teste clínico SÉRIO e com uma síntese eficaz e segura para que se saiba a dosagem para cada caso, os tipos de tumores em que ela é eficaz, o que significa “dose de ataque” e quando ela é necessária, quais as consequências do chamado “efeito rebote” e quando ele ocorre, possíveis efeitos colaterais e o principal: se entre esses efeitos, existiria algum que poderia piorar a situação do paciente ao invés de ajudá-lo, etc.
Sabemos que após o Laboratório de Química da USP ter sido fechado, algumas empresas passaram a produzir o composto conhecido como fosfoetanolamina sintética, entretanto, são TODOS diferentes da síntese que era produzida no Laboratório de Química da USP, inclusive o composto produzido pela PDT PHARMA.
O termo “pílula do câncer” foi criado pela Imprensa, em uma tentativa de desmoralizar o composto e os Pesquisadores porque é sabido, desde a década de 60 que Hans Niepper tratava pacientes com ESCLEROSE MÚLTIPLA, com sucesso, utilizando a sua síntese de fosfoetanolamina e cálcio, o famoso calcium AEP. Mesmo não contendo o zinco e o magnésio, Niepper observou melhora com o uso do seu composto em alguns dos seus pacientes com câncer e notou que outros, que tinham pré-disposição para desenvolvê-lo, não foram acometidos por ele.
Já há alguns relatos de que o composto de algumas marcas auxilia no tratamento ou controle de outras doenças, FATO QUE PRECISA SER ESTUDADO, como alzheimer, parkinson, artrite, artrose, diabetes, fibromialgia, asma, depressão, portanto, o termo “pílula do câncer” para este composto, não se adequa, embora seja muito procurado por pacientes oncológicos e seu uso seja pouco conhecido em outras patologias.
Hoje temos no mercado compostos de diversas marcas, alguns em sua forma simples, outros elaborados com a técnica avançada da nanotecnologia que fortalece o sistema imunológico e combate os efeitos colaterais da quimioterapia, outros acrescidos de vitamina D, losna e graviola, entre outras substâncias, entretanto, assim como o composto que era produzido na USP, NENHUMA DELAS SE PROPÕE A CURAR NENHUM PACIENTE DE NENHUMA PATOLOGIA.
Houve remissões apenas com o uso do composto? Segundo alguns relatos que existem, SIM, houve. Mas, as pessoas que obtiveram essa remissão utilizavam apenas o composto? Não sabemos.
Quando a fosfoetanolamina nos foi apresentada, foi como uma ferramenta para dar aos pacientes terminais por quem a medicina convencional não podia fazer mais nada, QUALIDADE DE VIDA.
E isso nós vimos acontecer muito com o composto produzido na USP e com alguns compostos existentes hoje no mercado.
A CURA ou REMISSÃO TOTAL, como preferirem chamar, é tão ou mais complexa que a própria doença porque depende muito, não do tipo do tumor, como acreditamos ao lermos a frase “a fosfo cura TODOS os tipos de câncer”, muito divulgada em vários vídeos e textos. NÃO!!! Ela “sinaliza” TODOS os tipos de células tumorais, o que é bem diferente. Sinalizar é uma coisa, curar é outra completamente diferente.
Para que haja CURA ou REMISSÃO é preciso observar alguns fatores. Dentre eles estão:
  • O sistema imunológico do paciente está apto a atacar as células tumorais?
  • O paciente tem alguma infecção?
  • O paciente apresenta algum grau de desnutrição?
  • Tem algum tipo de anemia?
  • O fígado desse paciente está saudável?
  • Como estão os rins desse paciente?
  • Ele se alimenta por sonda?
  • Faz algum tratamento convencional?
  • Como está a absorção de vitaminas e minerais, tão necessários ao bom funcionamento do organismo, por esses pacientes?
  • Há algum tipo de intoxicação no sangue desse paciente?
  • Os intestinos desse paciente, órgão importantíssimo para a saúde do corpo humano, está funcionando regularmente? Esse órgão está perfeitamente saudável, livre de parasitas e bactérias ruins e estranhas ao nosso organismo?
  • O paciente passa por algum quadro grave de depressão, síndrome do pânico, ansiedade, etc?
  • Toma algum medicamento que pode inibir o efeito do composto?
  • Qual o grau do tumor desse paciente? Em que órgão ele se localiza? Tem metástases? Em que órgãos?
  • E muitas outras questões.
Pois é… o grande problema em se pregar a CURA pelo composto é nos esquecermos que o composto não resolve a maioria dos problemas acima e, dependendo do quadro, a maioria deles pode ser FATAL. Muitos se esquecem de cuidar desses problemas, focam toda a sua atenção apenas no câncer e depositam todas as suas esperanças de cura em uma cápsula. E aí, perdemos amigos, parentes, conhecidos e saímos dizendo que a “fosfo” não funcionou, que ela não CUROU a pessoa que amamos.
Bom, primeiramente, ela não foi criada para CURAR o câncer e nenhuma outra patologia. Ela foi criada para dar QUALIDADE DE VIDA e isso, muitos dos compostos hoje existentes têm feito.
Para quem está sentindo dores alucinantes, não consegue dormir, se alimentar, não reconhece as pessoas que ama por depender de morfina, na minha opinião, é de enorme ajuda ter um composto que retire a dor, que permita que o paciente possa ter uma boa noite de sono, se alimentar e sentir o sabor dos alimentos, reconheça seus familiares e possa ter vida social, de acordo com o que suas condições físicas e psicológicas permitam.
Com essa ajuda, estando o paciente lúcido e sem dor, aí sim, busca-se a CURA ou REMISSÃO. Como?
Bem, a primeira coisa a se fazer, além do regular acompanhamento do médico oncologista, é buscar um médico nutrólogo, um nutricionista funcional (muitos oncologistas trabalham junto a esse profissional da saúde) ou um Terapeuta Ortomolecular.
Mas o que esse profissional irá fazer para te ajudar que o oncologista não faz?
Esse profissional irá cuidar das questões levantadas acima, entre outras, DE FORMA NATURAL, sem química tóxica, até porque, na maioria das vezes o organismo já está recebendo alto grau de toxicidade pelos tratamentos convencionais e medicamentos alopáticos, além de auxiliar o paciente na promoção da desintoxicação do organismo e, eventualmente, de órgãos que tenham sido afetados por essa toxicidade.
Então, ENTENDAM, por favor: o composto, cujas várias marcas hoje existem no mercado, E NENHUM É FALSO como muitos ainda pregam, assim como o composto que ERA produzido na USP, é UM GRANDE ALIADO NO TRATAMENTO DO CÂNCER E OUTRAS PATOLOGIAS.
ALIADO, NÃO TRATAMENTO ÚNICO.
Eu entendo quem está em estado de negação e quer colocar todas as suas esperanças neste composto. Quem insiste em dizer “não, não é verdade, a “fosfo cura”, não precisa de mais nada… infelizmente, perdemos muitos amigos devido a essa negação e falsa crença. Perdemos por anemia, desnutrição, infecção, falência de órgãos importantes onde o câncer não estava, mas foram debilitados pelo estado do paciente e não foram devidamente tratados, perdemos porque o “foco” estava apenas no câncer. E, claro, a causa vai ser sempre o câncer, raramente será o que de fato levou o paciente a óbito.
Não escrevo essa nota para que se convençam de nada e nem para que concordem comigo. Escrevo porque acredito ser minha obrigação como administradora de vários grupos e ativista pelos TESTES CLÍNICOS SÉRIOS E COM UMA SÍNTESE EFICAZ.
Há casos em que pacientes ingeriram TRÊS CÁPSULAS, QUATRO, SEIS e até NOVE cápsulas diárias.
Então: qual é a dosagem correta para cada caso? Não sabemos. Quem poderá fazer o controle de eficácia durante o uso, adequando as dosagens a cada indivíduo e cuidando de todas as necessidades do organismo? Creio que não será o oncologista. E é aí que um médico nutrólogo, um nutricionista ou um Terapeuta Ortomolecular são indispensáveis para aliar o composto conhecido como fosfoetanolamina sintética a outros tratamentos alternativos e terapias naturais para tentar alcançar a cura ou remissão. Mesmo que seja aliado à quimioterapia e outros tratamentos convencionais.
UM ÚNICO TRATAMENTO SOZINHO pode trazer a remissão ou a cura? Claro que pode. Qualquer um deles pode: quimioterapia, radioterapia, cirurgia, auto-hemoterapia, Terapia Gérson, Dieta Cetogênica, graviola, aranto, avelós, FÉ, etc., entretanto, além de serem poucos os casos em que isso acontece, deve-se observar o que foi feito além do uso de uma única substância, se houve a ação do efeito placebo, não se pode desprezar o poder da fé em muitos casos e, por fim, os pontos elencados acima sobre o estado geral de cada paciente, o estágio do câncer, se tem metástases, em que órgãos, enfim, estamos falando de CÂNCER e não de uma gripe. E mesmo a gripe, se não tratada corretamente pode ser fatal, imaginem um câncer.
Então, queridos, perdoem o título da nota, mas foi proposital, para que entendam que existem várias alternativas, entre elas a fosfo, mas que NENHUMA delas sozinha é capaz de trazer a remissão ou curar qualquer patologia porque as pessoas são mais do que uma doença e tem muitas necessidades para além da enfermidade que estão passando, necessidades essas que se agravam devido à enfermidade e, por isso, NÃO PODEM SER IGNORADAS E PRECISAM SER TRATADAS COM RESPONSABILIDADE E PELO PROFISSIONAL HABILITADO A FAZÊ-LO.
Sei que haverá comentários nesta nota de pessoas dizendo que se curaram só com químio, só com fosfo, só com avelós e por aí vai e eu acredito que existam mesmo. Mas também sei que muitos se foram por acreditarem que uma alternativa sozinha era a cura, portanto, esta nota não é para quem conseguiu a remissão, mas para quem a procura porque o indivíduo é único, sua patologia não é igual a nenhuma outra e, portanto, o seu tratamento também é individualizado porque deve respeitar as suas necessidades e carências nutricionais, além da assistência psicológica, se for o caso e emocional porque, lembrem-se, a CURA começa na mente e o primeiro passo é a INFORMAÇÃO.
Informe-se, leia, estude e conheça. Não faça julgamentos sobre nada a partir da opinião de terceiros. Busque informação de qualidade para formar a SUA opinião porque ninguém está vivendo a sua dor. E acredite: a remissão é possível, na maioria dos casos, desde que todas as as decisões sejam tomadas de forma racional e os envolvidos estejam bem informados sobre todas as alternativas que existem para o caso.
E, CUIDADO com quem disser que um produto ou um tratamento, sozinho, CURA o câncer. Não é verdade, não sozinho. E, MAIS CUIDADO AINDA com quem afirma que apenas uma marca é verdadeira, original e o restante é falso ou “farinha”. Além de ser uma grande mentira, quem diz isso pode estar tirando de você, no mínimo, a chance de aliviar suas dores, a chance de você ter mais qualidade de vida o que, na minha opinião, é DESUMANO.
À disposição,

FOSFOETANOLAMINA/SUPLEMENTOS-É SEU DIREITO SABER. É SEU DIREITO ESCOLHER!!!

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Porque a Dieta Alcalina é superior à Dieta Cetogênica para combater Câncer?

Por: Patricia Figueiredo – Ex Paciente Oncológica

O assunto é polêmico! Mas nesse Artigo, irei explicar porque a Dieta Alcalina é superior à Dieta Cetogênica  para combater  Câncer.

Aliás, estudos também sugerem que a Dieta Alcalina também  é mais eficaz  que as dietas Low CarbPaleo…

Além de muitas  outras dietas da moda, quando falamos de uma alimentação preventiva e curativa.

Isso é algo que muitas pessoas me perguntam muito :

– Paty, Por que  você escolheu a dieta Alcalina? O que você me diz da dieta Cetogênica? E da Low carb? Por que não a Dieta Paleolítica? 

Realmente, são tantas opções que a gente se sente perdido…

Por isso, acho fundamental se você está em tratamento e tem condições,  busque um acompanhamento com um profissional especializado em pacientes oncológicos.

Seja nutricionista ou nutrólogo, eu super recomendo!

Com perdão do trocadilho, mas você já deve estar careca de saber que não sou nutricionista.

Já falei, inclusive, sobre esse assunto no  Post: A importância do Nutricionista para Pacientes de Câncer.

Mas independente de você ter nutricionista pra chamar de seu ou não, quero que você saiba que  sou a prova viva de que a alimentação fez total diferença para que eu passasse pelo tratamento com mais qualidade de vida!

Senti pouquíssimos efeitos colaterais durante os 16 ciclos de  quimioterapia que fiz.

Por tudo isso, eu realmente acredito que os alimentos têm o poder de prevenir e curar!

E como maior interessada em adotar uma dieta que me mantenha saudável, além de fazer acompanhamento nutricional, tenho pesquisado muito sobre alimentação, desde o meu diagnóstico em 2014.

Então, vamos à pergunta que não quer calar:

Por que a Dieta Alcalina é superior à Dieta Cetogênica para combater o Câncer?

Porque a Dieta Alcalina é superior à Dieta Cetogênica para combater Câncer

Explicando de forma bem simples, existem  dois tipos de dietas cetogênicas:

Uma consiste em alimentos com alto teor de gordura e baixo teor de carboidratos.

O outro tipo de dieta cetogênica é de alta proteína com baixo teor de carboidrato.

A dieta rica em gordura e baixa em carboidratos tem sido usada há décadas para tratar epilepsia resistente a drogas em crianças.

Atualmente, está sendo promovida como um potencial tratamento do câncer,  ainda sem evidências significativas de sua eficácia.

Independentemente disso,  acredito que esses tipos de dietas não são apropriados para promover a saúde a longo prazo na população em geral e têm muitas desvantagens significativas.

Calma!  Que vou te explicar porquê…

Em circunstâncias normais, o cérebro usa glicose exclusivamente para produzir energia.

No entanto, quando os carboidratos, o fornecedor de glicose é insuficiente, o corpo entra em um estado de emergência, conhecido como cetose.

Então,  o cérebro usa cetonas (derivadas de gordura) como fonte de combustível alternativa ou de emergência. Essas dietas visam manter o corpo na cetose crônica.

Dieta cetogênica para condições médicas específicas

Embora uma dieta cetogênica pareça útil para o tratamento de epilepsia resistente aos medicamentos em crianças, a via anticonvulsivante dessa dieta com alto teor de gordura e baixo teor de carboidratos não é clara.

Considera-se que as cetonas afetam os níveis de neurotransmissores e os canais de íons no cérebro, o que pode levar a uma menor probabilidade de convulsões.

A redução do metabolismo da glicose pelos neurônios também pode ter um efeito anticonvulsivo.

Estudos mais recentes estão testando uma dieta cetogênica em pacientes com câncer, em tumores cerebrais em particular. Estou louca para saber o resultado desses estudos!

Este método aproveita a diferença metabólica entre células cancerosas e células saudáveis.

A maioria das células cancerosas usa exclusivamente a glicose para produzir energia e não tem a flexibilidade metabólica para usar cetonas quando a glicose não está disponível.

A estratégia é alimentar o paciente, mas matar o câncer de fome.

Além disso, manter a glicemia reduzida ajudaria a limitar a indicação de insulina e IGF-1 , fatores que impulsionam a proliferação de células cancerígenas.

Uma dieta cetogênica impediu o crescimento do tumor em alguns estudos em animais, mas estudos humanos ainda são preliminares .

Em teoria, a Dieta Cetogênica pode sim ser eficaz no combate  e prevenção do Câncer.

-Mas então Paty, por que você diz que a Dieta Alcalina é melhor?

Só mais um pouquinho, que você já vai entender…

Benefícios propostos de uma dieta cetogênica para a saúde geral:

    1. Níveis reduzidos de glicose e insulina
    2. Um efeito de diminuição do apetite, que pode ajudar com a perda de peso
    3. Produção reduzida de espécies oxidativas reativas
    4. Efeitos anti-inflamatórios

Acontece que estes benefícios não são específicos para um estado de cetose.

Eles também estão associados ao consumo de verduras e vegetais que é a base da Dieta Alcalina.

E agora vou te explicar porque a Dieta Alcalina é superior à Dieta Cetogênica para combater Câncer :

Dieta Alcalina é superior à Dieta Cetogênica para combater câncer

Sim! A Dieta Alcalina oferece mais benefícios:

Uma dieta com alto teor de nutrientes e baixa glicemia, como a Dieta Alcalina, cuja base é vegetais em vez de gordura, produz estes mesmos benefícios que citei:

Alimentar o nosso organismo e matar o câncer de fome!

Porém, também  fornece mais fibras, micronutrientes e carga fitoquímica. Além de maior variedade nutricional.

    1. Quando adotamos as frutas, verduras e vegetais como principais fontes de calorias, mantemos a carga glicêmica geral da dietas low carb e cetogênica, por exemplo, enquanto mantemos também uma alta ingestão de fibra.
    2. O consumo de saladas, feijões e nozes tem sido associado com saciedade e redução do apetite, levando a menor consumo de calorias.
    3. A proteção contra danos oxidativos foi observada após o consumo de verduras e vegetais.
    4. Os carotenoides de legumes  da cor verdes e laranja além de tomates atuam principalmente como destruidores de radicais livres no organismo, evitando danos ao DNA. (que aumenta o risco de câncer)
    5. Flavonóides encontrados nas uvas e outros vegetais são um tipo de muitos fitoquímicos diferentes com efeitos anti-inflamatórios.

Dieta cetogênica restringe alimentos e variedades nutricionais favoráveis ​​à saúde

Dieta Alcalina é superior à Dieta Cetogênica para combater câncer

De maneira bem simplista a dieta cetogênica obriga o organismo a consumir baixo teor de carboidratos; não define quais alimentos são usados ​​para alcançar esse resultado.

Claro, uma dieta cetogênica que inclua vegetais, nozes e abacate seria mais saudável do que aquela que inclua mais manteiga, queijo e óleo.

No entanto, me desculpe a sinceridade, mas uma dieta à base de óleo de coco, manteiga Ghee, abacate, gemas de ovos e verduras não chega aos pés da Dieta Alcalina para promoção e longevidade da saúde.

O consumo muito baixo de carboidratos  de uma dieta cetogênica restringe alimentos ricos em fibras e alimentos anticâncer, como feijão, uvas e diversos legumes e vegetais .

Portanto, dietas como a Low carb, Cetogênica ou Paleolítica, reduzem  desnecessariamente a variedade nutricional e a riqueza fitoquímica dos alimentos.

Que nada mais são que as propriedades de verduras e vegetais que possuem efeitos anti-infecção, anticancerígenos e cardio-protetores e também fortalecem  nossas defesas imunológicas.

Os fitoquímicos protetores e os antioxidantes das frutas, verduras ou vegetais têm efeitos de promoção da longevidade mais poderosos do que simplesmente estar em cetose.

A exclusão de desses Alimentos Anticâncer  a favor de óleos pobres em nutrientes e gorduras lácteas não me parece ser a escolha mais inteligente para quem tem ou teve câncer.

Ao contrário, o consumo exagerado de gorduras,carnes e lácteos pode ser estressante para o corpo, aumentando a produção de ácido,  que pode danificar os rins e até mesmo promover cânceres específicos.

Já vimos que um organismo ácido é sinônimo de doenças!

Dietas cetogênicas de maior proteína – os mesmos riscos que outras dietas ricas em proteínas

A dieta cetogênica tradicional com alto teor de gordura tem a vantagem de limitar a proteína animal, mas é quase impossível viver com óleos, nozes, sementes e gordura animal, sem consumir proteína animal junto com ela.

Lembre-se de que as proteínas dos vegetais não geram IGF-1 , como as proteínas animais.

Esta combinação de proteína animal, gordura saturada e maior IGF-1 está fortemente ligada ao risco de câncer.

Dietas  ricas em carboidratos e  proteínas animais foram associadas ao aumento do risco de morte por câncer e  doenças cardiovasculares.

Além disso, esta acidose leve crônica, juntamente com a deficiência de potássio induzida por esta dieta baixa em verduras e vegetais, pode afetar negativamente a sensibilidade à insulina, a massa muscular e a densidade óssea.

Houve muitos grandes estudos prospectivos que chegaram à mesma conclusão de que a alta ingestão de carne está ligada a um maior risco de mortalidade.

Estudos têm demonstrado efeitos pró-inflamatórios da carnitina, da colina e do ácido araquidônico, efeitos pro-oxidantes do ferro, juntamente com os outros perigos dos efeitos de elevação de IGF da proteína animal.

Como outras dietas que dependem do grande consumo de produtos de origem animal, uma dieta cetogênica está ligada a níveis elevados de LDL e triglicerídeos.

As dietas cetogênicas simplesmente não demonstraram ser seguras  a longo prazo.

Porque está pecando na quantidade e variedade de fitoquímicos anti-câncer importantes.

Contém muitas calorias vazias de óleos.

E quanto mais produtos  de origem animal  a dieta contém, mais inseguro se torna a longo prazo.

E sua acidez e a falta de diversidade fitoquímica dos vegetais definitivamente não visam à saúde a longo prazo.

Em contraste, uma dieta Alcalina que  está associada a melhorias dramáticas nos fatores de risco cardiovasculares.

E contém uma variedade de frutas, verduras e vegetais, com benefícios anticâncer abrangentes e documentados.

Esse fato também pesou muito pra eu escolher adotar a Dieta Alcalina.

Eu pensei em uma dieta que fosse sustentável a longo prazo…

E a dieta alcalina é muito mais uma reeducação alimentar que uma dieta cheia de restrições. Ela não é tão restritiva e é mais balanceada.

E ao contrário, do que muitas pessoas pensam, apesar de restringir o consumo de carne, ela não é uma dieta vegetariana.

Nesse vídeo, que fala do autor do Livro ANTICÂNCER, você poderá ter uma ideia melhor dos conceitos da Dieta Alcalina.

Aliás, esse livro foi um grande influenciador para que eu escolhesse essa dieta.

Segundo o INCA ( Instituto Nacional do Câncer), um em cada três casos dos tipos de câncer mais comuns poderia ser evitado se a população adotasse uma alimentação saudável e a prática regular de atividade física.

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Secretaria de Saúde utiliza cada vez mais fitoterápicos em tratamentos médicos

Por: Agência Brasília

A experiência popular alinhada ao conhecimento cientifico dos farmacêuticos da Secretária de Saúde é uma fórmula que deu certo. Prova disso é o Núcleo de Farmácia Viva, que há 29 anos trabalha na produção de medicamentos cuja matéria-prima ativa são os vegetais, os chamados fitoterápicos. A Secretaria distribuiu, de forma gratuita, à população do Distrito Federal, no ano passado, cerca de 27 mil medicamentos em 21 Unidades Básicas de Saúde. A intenção é aumentar a estrutura para ampliar a produção.

“Há 30 anos falar em fitoterápico e atenção primária era um tabu. Hoje, não. Prova de que deu certo é que a Farmácia Viva está há tanto tempo funcionando bem e atendendo cada vez mais gente”, comemora Nilton Neto, chefe do Núcleo.

Localizada no Riacho Fundo 1, a Farmácia Viva atualmente ocupa o espaço da antiga residência do ex-presidente da República Ernesto Geisel. No local, trabalha uma equipe de 13 funcionários. Entre eles, farmacêuticos e técnicos responsáveis por produzir, em média, 2.300 fitoterápicos ao mês.

O secretário de Saúde Osney Okumoto estuda a possibilidade de reformar e ampliar a estrutura da Farmácia Viva, iniciativa pioneira no Brasil em relação ao fornecimento de medicamentos fitoterápicos para a rede pública de saúde. “Esta é uma experiência exitosa”, elogia Okumoto. “Mas já está no limite da sua produção, em decorrência do tamanho da área do laboratório disponível. Como secretário e farmacêutico, quero participar desse projeto de ampliação e oferecer condições melhores”, afirmou, ressaltando que o local é uma construção antiga e tem a necessidade de expansão.­­­­

Plantas

As plantas usadas na confecção das fórmulas são cultivadas de forma orgânica na área da própria Farmácia Viva e, também, nos terrenos do Complexo Penitenciário da Papuda e do Centro Nacional de Recursos Genéticos, parceiros do projeto.

Após a colheita, as ervas são selecionadas, secadas em estufa e trituradas até se transformarem em pó. Com o material, é feita a extração da tintura ou extrato com álcool. A exceção é para a babosa, que é utilizada na versão fresca para a produção do gel cicatrizante. Todos os medicamentos produzidos são certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Resultados

O resultado é percebido no dia a dia, com a farmácia sempre cheia de pessoas à procura dos fitoterápicos. “Esses medicamentos têm uma credibilidade muito grande junto à população porque agregam cultura com pesquisa científica. É a junção da tradição com a ciência. Por serem mais naturais, eles têm uma maior aceitação do paciente”, explica Josias Junior, enfermeiro que há 30 anos trabalha na secretária de Saúde.

É importante ressaltar que mesmo sendo medicamentos de origem vegetal, os fitoterápicos não podem ser usados sem a prescrição de um médico, farmacêutico, enfermeiro ou de um nutricionista. “O ideal é que eles sempre passem antes por um especialista da saúde, pois há outros problemas como hipertensão, diabetes ou uso de outras medicações. Não é porque é natural que não faz mal”, afirma Fernanda Melchior, médica de Família e Comunidade.

A paciente Lindalva Alves da Paixão, moradora de Taguatinga, utiliza o gel de baleeira, carro-chefe da Farmácia Viva, há um ano e meio. “Ele faz muito bem para mim, eu prefiro remédios fitoterápicos. Os efeitos são mais lentos, porém significativos. A minha irmã usou a tintura de boldo e tintura de funcho e gostou muito, também”, conta Lindalva.

Produtos

A Farmácia Viva produz nove medicamentos, de sete plantas diferentes. As principais plantas medicinais cultivadas no local são:

Guaco: auxilia no tratamento de gripe, resfriado e infecções respiratórias que apresentam muco;

Babosa: ajuda na cicatrização de machucados;

Boldo: auxilia na digestão;

Erva baleeira: antiinflamatório em dores associadas a músculos e tendões;

Alecrim pimenta: antisséptico e antimicótico escabicida.

Confrei: cicatrizante, equimoses hematomas e contusões.

Tintura de funcho: antiflatulento, antidispéptico e antiespasmódico.

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94% das pessoas podem ter Herpes-Zóster e a maioria não sabe! Conheça os sinais!

Por: Saúde Curiosa

herpes-zóster, também conhecida como cobreiro, é uma doença infecciosa que aparece quando o vírus varicela-zoster, o mesmo causador da catapora, é reativado no organismo. A condição é caracterizada por bolhas cheias de líquido na pele que podem surgir em diversas partes do corpo, unilateralmente, ou seja, em apenas uma faixa de um dos lados do corpo.

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Em uma entrevista para a reportagem da rede BBCMaisa Kairalla, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, afirma que a população brasileira é muito exposta ao varicela-zóster e que 94% está infectada com o vírus, mesmo sem saber.

Geralmente adquirido na infância – momento em que a maioria dos brasileiros manifesta as feridas clássicas e a coceira da catapora -, ele pode ficar anos dormente no organismo e “acordar” a qualquer fase da vida. Quando desperta, o vírus faz surgir dolorosas bolhas pelo corpo.

“O vírus fica alojado em gânglios nas regiões do tórax ou do abdômen e um dia, por causa da queda da imunidade ou porque a pessoa está mais velha, ele aparece como herpes-zoster”, explica a médica.

Mesmo aqueles que não tiveram catapora na infância podem desenvolver a doença na vida adulta. “Não precisa ter tido a doença, basta contato com o vírus”.

Pessoas com diabetes, HIV, câncer ou que fazem uso de medicamentos que reduzem a imunidade têm, portanto, mais chances de desenvolver a doença, que também pode ser ativada por excesso de estresse, já que a condição também compromete o sistema imunológico.

Sintomas de herpes-zóster

Os principais sintomas da doença são: dor, que pode ser bastante intensa, sensação de formigamento, coceira e vermelhidão da pele. O diagnóstico da herpes-zóster é obtido através de exame clínico, que avalia os sintomas do paciente, assim como suas lesões na cútis.

Herpes-zóster é uma doença grave?

A doença em si não é fatal, mas suas complicações incluem risco de morte. Entre as principais, está a neuralgia pós-herpética, que é especialmente perigosa para idosos. A condição é dolorosa, provoca perda de peso, depressão, pode durar vários anos e, em alguns casos, ser tão intensa a ponto de afetar movimentos do paciente.

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Além disso, a herpes-zóster pode deixar sequelas, que vão desde simples cicatrizes até outras mais graves, como cegueira e surdez, se não for tratada corretamente.

Como é o tratamento da herpes-zóster

De modo geral, a lesão cutânea gerada pela doença regride sozinha, mesmo sem tratamento, entre 7 e 10 dias, mas o tratamento completo é importante para evitar complicações.

Quem sofre de baixa imunidade grave pode precisar fazer uso de antivirais aplicados diretamente nos vasos, mas na maioria dos casos o tratamento é feito com associação de medicamentos tópicos e orais.

A única maneira possível de se prevenir contra a herpes-zóster é tomando a vacina contra o varicela-zóster na vida adulta. A aplicação, no entanto, não é feita na rede pública de saúde e é indicada somente para pessoas com mais de 50 anos.

Vale ressaltar ainda que a vacina tem eficácia média de apenas 70%, ou seja, estima-se que 3 em cada 10 pessoas que fazem a prevenção com a injeção ainda podem desenvolver a doença mesmo assim.

Fonte: Vix

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Macarrão instantâneo, o que a indústria esconde?

Por: jornaldaciencia.com

Um prato de macarrão instantâneo fica pronto em poucos minutos e ajuda àqueles que não possuem muito tempo ou dinheiro na hora de fazer uma refeição – mas, seria ele uma opção minimamente saudável?

Apesar de ser um prato muito popular, um experimento realizado pelo renomado Dr. Braden Kuo, médico gastroenterologista do Hospital Geral de Massachusetts, EUA, mostrou o que acontece dentro do estômago de uma pessoa que consome macarrão instantâneo. Assustador é o menor dos adjetivos a ser usado na descoberta!

Os resultados impressionaram o médico. Nas imagens, é possível ver como o macarrão reage quando entra em contato com o suco gástrico do estômago, formado pelo ácido clorídrico – altamente corrosivo e de baixíssimo pH – que é responsável por “dissolver” em um curto prazo todo o alimento que ingerimos.

Dr. Braden Kuo, médico gastroenterologista, mostrando sua pesquisa com macarrão instantâneo. Foto: Divulgação

Mesmo depois de duas horas dentro do estômago, a maior parte do macarrão se mantém intacta, com a mesma forma de quando entrou pela boca. Algo absolutamente impensável.

Para fazer uma comparação, o vídeo mostra ao mesmo tempo, como um macarrão normal é digerido. A questão é alarmante devido ao esforço que a digestão do alimento requer. Isso pode aumentar a atividade do estômago e desencadear uma tensão desnecessária no órgão.

Mesmo após 2 horas no estômago, o macarrão estava intacto.

Esse processo também afeta a absorção de nutrientes no corpo, mas, no caso do macarrão instantâneo, não existem nutrientes saudáveis para serem absorvidos. Na verdade, ele possui uma lista de aditivos artificiais que podem ser nocivos ao corpo, como o terc-butil-hidroquinona, também chamado abreviadamente de TBHQ. Por mais que o TBHQ seja eliminado naturalmente pelo corpo, o consumo excessivo de macarrão instantâneo pode causar exposição prolongada a esse composto. Veja o vídeo abaixo:

Segundo o Environmental Working Group (EWG), especializado em estudos do efeito do TBHQ, os problemas deste composto afetam o fígado e o sistema reprodutor. Consumir macarrão instantâneo algumas vezes não é fatal, mas se você fizer isso constantemente, os riscos podem aparecer com o tempo – especialmente adolescentes que costumam consumir o produto várias vezes por semana.
Qual o problema em demorar tanto para digerir?
Isso provoca uma pressão sobre o seu sistema digestivo que é forçado a trabalhar muito mais para quebrar o “alimento” processado – e o estômago, por consequência, produz muito mais ácido para tentar quebrar o “composto alimentar”.
O mais irônico é que, a maioria dos alimentos processados é assim chamado porque passam por processos industriais inúmeros, ficando praticamente desprovidos de fibras, sendo quebrados mais rapidamente, elevando abruptamente os níveis de açúcar no sangue e liberação de insulina.
O que é o terc-butil-hidroquinona?
Molécula da substância terc-butil-hidroquinona.
Segundo o portal MERCOLA – Take Controlo of Your Health, o tec-butil-hidroquinona (TBHQ) é um composto tóxico derivado da hidroquinona.
Para quem não está reconhecendo, a hidroquinona é uma substância muito usada na indústria de cosméticos e dermatologia para clarear a pele, mas vem sendo menos usada porque possui risco de provocar câncer quando absorvida pelo corpo, além disso, anteriormente, a hidroquinona era usada como revelador de fotos.
 O TBHQ é um subproduto da indústria do petróleo, sendo frequentemente listado como antioxidante. É importante lembrar que um antioxidante de origem sintética não é o mesmo que dizer que é um antioxidante natural, que você encontra em sucos, no chá verde e em dezenas de fontes saudáveis. Esta substância química impede que as gorduras e óleos do macarrão instantâneo sofram oxidação – estendendo assim sua vida útil no supermercado e na prateleira da sua casa.
Este ingrediente é usado em diversos alimentos industriais – a lista é tão grande que não vamos descrevê-la aqui, mas vai dos empanados de frango da sua rede de fast food preferida até biscoitos recheados e pizzas congeladas. Além disso, pode ser encontrado também em cosméticos, perfumes, vernizes, produtos pesticidas para reduzir a evaporação e melhorar a estabilidade, entre centenas de outros.

O que órgãos internacionais dizem sobre este composto?

Entre a 19ª e 21ª reunião do Join FAO/WHO Expert Committee on Food Additives, foi dito que TBHQ é seguro para consumo humano em níveis que vão de 0-0,5mg / kg corporal (isso significaria que uma pessoa com peso médico de 70 kg, não deveria consumir mais do que 35 miligramas). No entanto, a comissão CODEX estipulou como limites máximos permitidos entre 100 e 400 mg por Kg corporal – um valor absolutamente maior que a comissão anterior.

A título de comparação, nos EUA, existem chicletes que ultrapassam esse limite e a Food and Drug Administration (órgão norte-americano com o mesmo poder que a ANVISA aqui no Brasil), afirmou que o TBHQ não ultrapasse 0,02% nos teores de óleos e gorduras de produtos industriais.

 

O que acontece se eu ultrapassar os limites de TBHQ?
Como visto acima, parece não haver uma concordância clara dos limites de consumo deste químico. O melhor, é não consumir nenhum miligrama deste composto. Fontes relatam que o consumo de 5 gramas pode ser letal e de acordo com o Dicionário de Aditivos Alimentadores de um Consumidor (A Consumer’s Dictionary of Food Additives), consumir 1 grama de TBHQ pode gerar sintomas como: náuseas e vômitos, zumbido nos ouvidos, delírio, sensação de sufocamento, entre outros.
Emboranão há evidências que provem que o TBHQ seja um tóxico que permaneça em seu corpo (bioacumulação), sendo o organismo capaz de eliminá-lo – seu corpo pode estar sofrendo com danos com exposições prolongadas e em altas doses.
A Environmental Working Group, com base em estudos em animais, citou os riscos à saúde associados à TBHQ: efeitos no fígado em baixas doses, mutação em células em teste in vitro, alterações bioquímicas mesmo em doses muito baixas e efeitos danosos reprodutivos em doses elevadas.
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Filtro de barro usado no Brasil foi eleito o mais eficiente do mundo: por quê?

Por: vix.com

O filtro de barro que está na cozinha de muitos brasileiros, quem diria, foi eleito como o mais eficiente do mundo pela publicação The Drinking Water Book (traduzindo, O Livro da Água Potável).

Se você já tinha ouvido falar nesta teoria, pode acreditar: a Química e a Física têm uma explicação muito clara para isso.

Filtro de barro para água

 

Eficiência

De acordo com o professor de Química do Instituto Federal da Bahia (IFBA) Christian Ricardo, o segredo está no sistema de filtragem do equipamento, que a faz por gravidade. Isto porque a água é colocada em um reservatório superior, passa lentamente pelo filtro e, então, chega à torneirinha.

Para isto, o filtro conta com uma vela de cerâmica microporosa que retém partículas sólidas em suspensão que podem estar “boiando” na água. Neste mecanismo, não há adição de produtos químicos.

O filtro, então, consegue barrar cloro, alumínio, chumbo, pesticidas, ferro, entre outros elementos químicos.

Em outros tipos de filtro para água, o sistema é diferente. Nas formas em que a água vem da torneira e da tubulação, a pressão pode fazer com que microrganismos e elementos químicos cheguem ao copo (e ao corpo) do ser humano.

Água fresquinha

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Se você já bebeu água do filtro de barro, sabe que o líquido sai mais fresquinho em alguns dias.

Isto acontece, segundo o professor de Química, pelo fato de o barro ser um material permeável e cheio de poros. A água que está dentro do filtro pode, então, entrar nestes poros e, ao chegar à camada mais exterior do equipamento, evaporar.

Esta evaporação tira o calor de dentro do reservatório e produz o que se chama de “frio por evaporação”. Por isso, a água está sempre fresca.

Esta é a mesma lógica que acontece quando o corpo de uma pessoa começa a suar, já que “A função da evaporação do suor é diminuir a temperatura da pele”, explica o químico.

Christian ainda esclarece que o fato de o filtro ser de barro não traz riscos de contaminação à água. “O próprio processo de produção da cerâmica ou do barro cozido faz a compactação necessária para evitar a contaminação da água pelo material”.

Filtro de barro: detalhes

Limpeza

Quem tem um filtro deste em casa deve prestar atenção à limpeza: o indicado é passar uma escova macia com água de três em três meses nas áreas externa e interna, sem o uso de produtos químicos.

Quanto custa

Um filtro de barro pode custar a partir de R$ 100. Já a vela, que deve ser trocada para manutenção anualmente, custa R$ 15, em média.

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Beber chá em excesso faz mal?

Por: Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson – Clínica médica e Neurologia

Beber chá em excesso pode fazer mal. Apesar de “naturais”, algumas ervas utilizadas na preparação de chás podem prejudicar a saúde se consumidas em grandes quantidades, podendo causar desde insônia e náuseas a problemas no fígado.

Há inclusive várias situações nas quais beber chá, mesmo que moderadamente, é contraindicado. Regra geral, o consumo de chá não deve ultrapassar 4 ou 5 xícaras por dia.

Algumas dicas em relação aos chás mais utilizados, sobre quando devemos tomar cuidado ou até evitar fazer uso:

  • Chá de Carqueja: Não deve ser utilizado por mulheres grávidas, pois pode provocar contrações uterinas. Também deve-se evitar o seu consumo no caso do paciente fazer uso de medicamentos para hipertensão e diabetes;
  • Chá de Alcachofra: É contraindicado para indivíduos com doenças da vesícula e deve ser consumido com cautela por quem sofre de doença hepática;
  • Chá de Camomila: O seu consumo em excesso pode levar ao aparecimento de náuseas, vômitos e sonolência;
  • Chá de Canela: Contraindicado para grávidas;
  • Chá de Cavalinha: Não deve ser consumido por pacientes com insuficiência renal e cardíaca. Pacientes sensíveis à nicotina podem sofrer de uma alergia rara se tomar o chá. Em excesso pode provocar irritação gástrica, queda da pressão, redução dos níveis de vitamina B1 e desidratação;
  • Chá de Quebra-pedra: Não deve ser consumido durante a gravidez e nem durante a amamentação. Altas doses podem causar diarreia, desidratação e pressão baixa;
  • Chá de Alecrim: Está contraindicado na gravidez e durante a amamentação. Pacientes com doença prostática, gastroenterites e histórico de convulsão não devem utilizá-lo. Também deve ser evitado por alérgicos a aspirina, pois possui substância semelhante que pode causar reação alérgica. Quando consumido por período prolongado ou em doses excessivas, pode provocar irritação renal e gastrointestinal;
  • Chá de Sálvia: É contraindicado durante a gravidez e lactação, em casos de insuficiência renal e tumores de mama. Em excesso pode causar convulsões e problemas no fígado;
  • Chá de Dente-de-leão: Não deve ser consumido por pessoas que possuem história de cálculo biliar, ou obstrução nos dutos biliares, problemas de acidez no estômago, azia ou úlceras no trato intestinal;
  • Chá de Gengibre: Pacientes que estejam tomando anticoagulantes, que sofram de irritação gástrica e hipertensão devem evitar o seu uso; ainda é contraindicado para grávidas e durante a amamentação;
  • Chá de Alho: É contraindicado para crianças com menos de 3 anos e pessoas com gastrite e úlcera. Deve ser evitado por pessoas que tenham pressão baixa e sofram de casos de hipoglicemia. Também está contraindicado em casos de hemorragia e durante tratamento com anticoagulantes; e ainda, estudos apontam para a interação com redução do efeito de anticoncepcionais e antibióticos;
  • Chá verde, vermelho e branco: Devem ser usados moderadamente por pessoas com gastrite e evitados à noite, porque serem estimulantes.

 

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