Conheça a Medicina Ortomolecular

Por: http://www.fredericopretti.com.br

O Dr. Linus Pauling, um bioquímico de grande renome e por duas vezes ganhador do prêmio nobel, foi o criador e grande incentivador da Medicina Ortomolecular.

Após ser acometido pela doença de Bright, em 1941, considerada incurável pela medicina da época, Pauling fez um tratamento alternativo com o Dr. Thomas Addis. A partir de então, passou a buscar novas respostas para a prevenção e cura das doenças.

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Dr. Pauling, um dos fundadores da Biologia Molecular, publicou na revista Science em 1968, o artigo Psiquiatria ortomolecular: como o uso de substâncias normalmente presentes no corpo humano pode controlar doenças mentais, cravando o termo ortomolecular pela primeira vez.

Em 1973, ele fundou o Instituto de Medicina Ortomolecular, que mais tarde viria a se chamar Instituto Linus Pauling de Ciência e Medicina, onde o Dr. Linus continuou suas pesquisas sobre o efeito dos radicais livres na saúde humana.

O que é Medicina Ortomolecular

A Medicina Ortomolecular estuda a participação dos radicais livres na fisiopatologia das doenças  e a ação dos antioxidantes no controle do estresse oxidativo provocado por essas moléculas. Os antioxidantes são, em sua grande maioria, nutrientes que estão presentes nos alimentos, como vitaminas, minerais, aminoácidos, ômegas-3, entre outros. Pesquisa o efeito de estresse, poluentes ambientais e outras substâncias tóxicas na formação de radicais livres e suas consequências sobre a saúde humana. Por exemplo, vários metais tóxicos e excesso de cortisol provocado pelo estresse intoxicam o cérebro,  contribuindo para o desenvolvimento de doenças degenerativas cerebrais.

Este ramo da medicina estuda o uso de nutrientes na prevenção e otimização da saúde e da performance do organismo como um todo e no tratamento das doenças. A saúde que buscamos é mais que a simples ausência de doença. É um estado de equilíbrio, fruto de uma relação harmônica entre genética, ambiente e estilo de vida. É o equilíbrio que abre caminho para a saúde, o bem-estar, a beleza e a longevidade.

Como é uma Consulta Ortomolecular na Clínica Dr. Frederico Pretti

1.    Avaliamos a pessoa como um todo, por meio de uma ampla investigação clínica, nutricional, hormonal, metabólica e emocional, realizada por de meio de exames laboratoriais e uma análise global feita na clínica através de dois software: Sistema EIS e Nerve Express.

2.    Avaliamos o nível de estresse oxidativo, causado pelos radicais livres.

3.    Avaliamos a possibilidade de intoxicação por metais tóxicos.

4.    Avaliamos a possibilidade de intolerâncias alimentares.

5.    Avaliamos predisposições genéticas através de testes genéticos.

Radicais livres – o que eles podem causar à sua saúde:

Qualquer molécula pode se tornar um radical livre e o oxigênio é o principal formador de radicais livres no corpo humano. Os radicais livres são essenciais à vida, mas quando em excesso, eles podem causar sérios danos à sua saúde, como: câncer, doenças cardiovasculares, doenças degenerativas cerebrais, doenças inflamatórias, envelhecimento precoce, etc.

Os radicais livres podem lesar o organismo como um todo, do cérebro ao intestino. Eles lesam a membrana de proteção das células; a mitocôndria, que é a central energética das células e o DNA responsável pela transmissão genética e pelos moldes de produção de diversas moléculas, levando a morte das células.

E porque os radicais livres são essenciais à vida? Porque deles depende o perfeito funcionamento do sistema imunológico, o combate a vírus e bactérias, e sistema de desintoxicação de poluentes ambientais, agrotóxicos, fumo, álcool e outras drogas.

O que provoca o excesso de Radicais Livres?

Alimentação inadequada com excesso de alimentos industrializados, deficiência de nutrientes antioxidantes, inflamação, infecção, estresse, poluentes ambientais, agrotóxicos, fumo, álcool, outras drogas e exposição aos raios solares UV.

O estresse pode ser um grande vilão. Isto porque cada molécula de adrenalina que você produz em um pico de estresse, produz 4 moléculas de radicais livres.

Como combater o excesso de Radicais Livres?

Através de uma alimentação mais saudável, redução do nível de estresse, a prática regular de atividade física e uma boa noite de sono, você pode reduzir a formação de radicais livres e consequentemente proteger a sua saúde.

A Medicina Ortomolecular utiliza vários nutrientes e outras substâncias químicas com propriedades antioxidante, na prevenção e tratamento de várias doenças.

Principais Antioxidantes:

·      Vitaminas – A, C, D, E, K2 e o Complexo B.

·      Minerais – Magnésio, manganês, selênio, zinco, ferro e cobre.

·      Aminoácidos – Carnitina, carnosina, taurina, n-acetilcisteína, etc.

·      Flavonoides – Betacaroteno, licopeno, luteolina, luteína, zeaxantina e quercetina.

·      Ômegas – Ômega-3, 6 e 9, e gorduras monoinsaturadas, como o azeite extravirgem.

·      Enzimas Mitocondriais – Ácido lipóico, ubiquinol, coenzima Q.10, PQQ, etc.

No vídeo abaixo, o Dr. Frederico Pretti fala sobre a origem e como funciona a Medicina Ortomolecular

 

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Aprenda aqui como eliminar os agrotóxicos dos alimentos em sua própria casa

Por: http://www.telomero.com.br

Todos sabemos dos perigos que é consumir alimentos contaminados com agrotóxicos, cada vez mais são utilizados pesticidas e defensivos agrícolas nas lavouras com a finalidade de eliminar pragas.

Portanto, para aqueles não tem acesso a feiras orgânicas na cidade, através de uma dica simples e muito barata será possível eliminar os agrotóxicos dos legumes, verduras e frutas não orgânicos.

Para fazermos isso, utilizaremos tintura de iodo a 2%, facilmente encontrado em qualquer farmácia, seu valor é muito barato. Como se sabe, o iodo tem a propriedade de quelar, eliminar toxinas. O método funciona da seguinte forma:

Em algum recipiente, seja um balde, bacia ou outro, iremos colocar a tintura de iodo na água na seguinte proporção, 5 ml de tintura de iodo a 2% para cada litro de água, ou seja se utilizarmos 1 litro de água, colocaremos 5 ml de tintura de iodo, 2 litros de água, colocaremos 10 ml de tintura de iodo, e assim por diante. Em seguida colocaremos todos os alimentos que desejamos eliminar os agrotóxicos nessa água e tamparemos o recipiente, é muito importante tampar e deixá-los no escuro, pode utilizar uma coberta, uma caixa de papelão, etc, o importante é manter protegido da luz, pois a luz e o ar oxida o iodo e este não terá efeito algum na eliminação dos agrotóxicos.

Após imergir os alimentos na solução, e tampá-los, deixe-os por 1 hora. Após 1 hora, retire os alimentos, lave-los e descarte a água. Todo o agrotóxico agora está na água, e isso foi constatado através de análises químicas da água.

Um procedimento simples e barato, que ajudará você a eliminar os agrotóxicos dos alimentos não orgânicos.

Observação: O iodo presente na tintura de iodo é iodo inorgânico, portanto inofensivo a saúde. O iodo que é tóxico e causa danos na tireoide é o iodo orgânico, presente por exemplo em radiografias contrastadas, num medicamento chamado amiodarona, que é um antiarrítmico potente e que utiliza iodo orgânico. Abordaremos profundamente o assunto iodo na prevenção e tratamento de doenças como hipotireoidismo, câncer, entre outros.

Iodo Inorgânico é inofensivo.

Muitos comerciantes de produtos orgânicos têm literalmente se aproveitado de toda essa situação, e consequentemente usando de má fé para lucrar abusivamente, não agravando a todos, mas uns querendo lucrar mais que o necessário, cobrar 2, 3, as vezes até 4 vezes mais caro que um produto não orgânico. Fique atento.

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O que é Fitoterapia?

Por: Livraria Florence

A prática é bastante antiga e não se sabe ao certo quando teve início. Vinculada às práticas culturais e locais, a fitoterapia se baseia no uso de plantas na cura de doenças e enfermidades. A produção dos medicamentos é feita através de extratos vegetais, sem isolamento dos princípios ativos. Chamados de fitocomplexos, a extração utiliza todas as substâncias encontradas na planta. Os produtos podem resultar em pomadas, chás, inalantes, comprimidos ou farelos, que auxiliam na aquisição de mais qualidade de vida e bem-estar, associados ou não aos tratamentos alopáticos.

fitoterapia

PARA QUE SERVE A FITOTERAPIA?

Fitoterapia é considerada uma especialidade médica, que é tratada na área da medicina alopática, ao contrário da homeopatia e da acupuntura, que são terapias alternativas. Porém, hoje já é vista não só como alternativa, mas sim uma ferramenta que serve como complemento para a promoção da saúde.

A fitoterapia já faz parte da nossa realidade e cada vez mais fará, pois já é uma técnica comprovada cientificamente e muito indicada entre os médicos como um complemento a alguns tratamentos.

 

PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS NA FITOTERAPIA

As plantas medicinais utilizadas através da fitoterapia constam do uso de suas flores, sementes, cascas, diluições e extrato.

A camomila, por exemplo, é utilizada em forma de chá e serve para acalmar, melhorar as funções intestinais, e aliviar as dores de cabeça.

O Ginseng, por outro lado, favorece e estimula a energia corporal, combate o estresse e é tido como um potente afrodisíaco.

Para cada problema de saúde há um tipo de planta medicinal que pode ser usada como forma de prevenção ou tratamento, mas há benefícios estéticos que também podem ser favorecidos pela fitoterapia como, chá de alfavaca, ou, chá alecrim, para a calvície, e chá verde para perder barriga.

CONTRAINDICAÇÕES DA FITOTERAPIA

Apesar das plantas poderem ser usadas de forma natural e caseira pela fitoterapia, algumas delas possuem elementos que podem fazer mal à saúde de determinadas pessoas como, mulheres grávidas, hipertensos, ou pessoas propensas a desenvolver processos alérgicos. Por isso, convém sempre consultar um médico em caso de dúvidas.

Os chás também podem causar irritação no estômago se tomados regularmente, sem uma indicação adequada, ou, por mais de 3 vezes ao dia.

 

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Medicina Alternativa

Por: Ekonomista

A medicina alternativa é muitas vezes utilizada quando a medicina tradicional não consegue dar resposta ou em complementaridade com a mesma.

Desde a existência humana que, de uma maneira ou de outra, se luta pela sobrevivência e pelo aumento da esperança de vida. É algo inato, o desejo de sobrevivência e de boa saúde.

Durante séculos foram utilizados diferentes métodos em diferentes partes do mundo, todos rumo ao mesmo fim: curar os problemas de saúde das pessoas. Com a evolução dos tempos surge a medicina do ocidente, a dita medicina “tradicional”.

6 TIPOS DE MEDICINA ALTERNATIVA

MEDICINA TRADICIONAL CHINESA

Surgiu na China e inclui tratamentos como a acupuntura, fitoterapia e a terapia dietética. A medicina tradicional chinesa baseia-se no equilíbrio do corpo entre forças opostas – o ying e o yang, essenciais para a energia vital.

Tendo este conceito em mente, acredita-se que qualquer doença é sempre reflexo de um desiquilíbrio do organismo, sendo necessário repor os seus níveis regulados.

ACUPUNTURA

No entanto, hoje em dia existem mais de cem tipos diferentes de ciências médicas! Os métodos “não convencionais” são designados de medicina alternativa. Muitas vezes ela até é usada em complementaridade com a medicina tradicional!

A maior parte dos tipos de medicina alternativa surgiram ainda antes da medicina convencional. Muito típicos da cultura oriental, apontamos os seus principais tipos.

Este será o sistema mais popular entre as diversas terapias da medicina tradicional chinesa e baseia-se na estimulação de pontos específicos do corpo com diferentes técnicas através da inserção de agulhas. A acupuntura pode ser uma alternativa de tratamento para dores de cabeça, cólicas menstruais, dor nas costas, entre outras.

AYURVEDA

Mais do que um tratamento, trata-se de um estilo de vida e é utilizada para a prevenção de doenças. Ioga, dieta e fitoterapia são alguns dos exemplos da ayurveda que promete tratar pessoas com problemas digestivos, stress e distúrbios de fadiga e articulações.

NATUROPATIA

Este tipo de medicina tradicional baseia-se, tal como indica o nome, em formas naturais para a cura de problemas de saúde. Hidroterapia e tratamentos à base de água é uma das formas de abordagem da naturopatia, que acredita nos elementos naturais para o tratamento de problemas.

HOMEOPATIA

A Homeopatia baseia-se no poder de cura do próprio corpo, ou seja, procura a “auto-cura” do organismo. Todos os medicamentos ingeridos são à base de ingredientes naturais e o bem estar psicológico é um elemento muito importante a ter em conta.

HIPNOTERAPIA

A hipnoterapia é um tipo de medicina alternativa que consiste em colocar o paciente num estado de relaxamento profundo que chega a alterar a consciência. Enquanto se encontra neste estado, a hipnoterapeuta vai induzindo imagens ao paciente. A hipnoterapia é muito utilizada para tratar problemas de ansiedade, paralisia, dor nas articulações, vícios, entre outros.

 

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Depressão e Câncer

Por: Daniela Camargo – Psicóloga

As pessoas que recebem um diagnóstico de câncer, passam por vários níveis de estresse e angústia emocional. O medo da morte, a interrupção de planos futuros, as mudanças físicas e psíquicos, as mudanças do papel social e do estilo de vida, bem como as preocupações financeiras e legais são assuntos importantes para qualquer pessoa com câncer. Entretanto, nem todas as pessoas com diagnóstico de câncer sofrem uma depressão grave.

Existem muitas idéias preconcebidas e falsas sobre o câncer e sobre como vivem os pacientes com câncer. Por exemplo, a ideia de que todas as pessoas com câncer sofrem, obrigatoriamente, de depressão. Ou ainda, a idéia de que a depressão é normal nas pessoas com câncer, que no existe tratamento para ajudar com a depressão da pessoa com câncer, ou que todos os pacientes com câncer sofrem muitíssimo e têm uma morte muito dolorosa.

A tristeza e o pesar são reações normais às crises que se enfrenta ao se saber com câncer, e todos pacientes as sofrem num momento ou outro. Não obstante, sendo a tristeza comum nesses pacientes, será muito importante distinguir entre os níveis “normais” de tristeza e a depressão.

Uma das partes mais importantes no cuidado de pacientes com câncer é, exatamente, saber reconhecer quando necessitam de tratamento para a depressão. Algumas pessoas têm mais dificuldades que outras para aceitar o diagnóstico de câncer e a desadaptação à essa condição existencial pode precipitar uma Depressão Grave, a qual acaba acometendo 25% desses casos. Nesse caso, já não se trata simplesmente de estar triste ou desanimado.

Assim sendo, basicamente todos os pacientes com câncer sentem tristeza e pesar de forma periódica durante alguma fase de sua doença, seja no diagnóstico, durante o tratamento e/ou depois dele. Inicialmente, quando é comunicado o diagnóstico de câncer ao o paciente, a primeira reação emocional é de descrença, rejeição (negação) ou desespero.

Nessa fase de negação a pessoa pode ter problemas de insônia, perder o apetite, sentir-se angustiada e estar preocupada com o futuro. Esses sintomas podem diminuir conforme ela vai se acostumando com o diagnóstico.

Um dos sinais de que a pessoa está tendo melhor aceitação de sua doença, é a manutenção da capacidade para continuar participando das atividades diárias e sua habilidade para continuar cumprindo seu papel social, de cônjuge, pai (mãe), funcionário(a), etc, incorporando as sessões de tratamento em seu esquema de vida cotidiano.

Por outro lado e, inversamente, aquelas pessoas que demoram muito em aceitar o diagnóstico e perdem o interesse em suas atividades diárias pode ser um forte indício de Depressão.

Uma preocupação muitíssima importante é em relação aos pacientes que no demonstram sintomas óbvios e típicos de depressão. Esses terão uma série de manifestações emocionais patológicas não só extremamente molestas, como também, capazes de interferir negativamente na evolução do tratamento. Esses pacientes com depressão atípica também podem beneficiar-se muito do tratamento.

Tanto os indivíduos como as famílias que se enfrentam a um diagnóstico de câncer experimentaram diversos níveis de estresse e de perturbação emocional. A Depressão aparece como uma doença comórbida, aproximadamente 25% de todos pacientes com câncer (Henriksson – 1995). O medo da morte, alteração dos planos de vida, mudanças na imagem corporal, abalo na autoestima, mudanças na situação social e no estilo de vida, assim como preocupações econômicas e ocupacionais são assuntos importantes na vida de qualquer pessoa com câncer e, ainda assim, nem todos os que estão diagnosticados com câncer experimentam Depressão Grave, como se poderia pensar.

Existem muitos mitos sobre o câncer e da maneira como as pessoas o enfrentam. Alguns desses mitos seria, por exemplo: todas as pessoas com câncer estão deprimidas, a Depressão numa pessoa com câncer é normal, os tratamentos antidepressivos não ajudam a Depressão no câncer.

Mitos sobre o Câncer

Todas as pessoas com câncer estão deprimidas
Depressão numa pessoa com câncer é normal
Tratamentos não ajudam a Depressão no câncer
Todos com Câncer sofreram uma morte dolorosa

Sendo a tristeza uma reação comum à qual todas as pessoas com câncer têm que enfrentar e, sendo também a Depressão bastante comum nesses pacientes, é importante distinguirmos entre os graus normais dessa tristeza e os Transtornos Depressivos francos.

Dependendo da personalidade e do perfil afetivo de cada paciente, alguns podem ter severas dificuldades em se ajustar emocionalmente ao diagnóstico de câncer. O quadro a que estão sujeitas essas pessoas mais sensíveis não diz respeito, simplesmente, à tristeza, aos pensamentos negativos ou à falta de ânimo. Elas podem desenvolver a Depressão Grave (ou Maior). Como vimos, esses 15 a 20% de pacientes têm Depressão Maior e devem ser tratados, para que melhore a qualidade de vida e, principalmente, as perspectivas de sucesso no tratamento oncológico (Massie, 1987; Lynch, 1995).

A Reação Vivencial ao Câncer

Inicialmente, a resposta emocional diante do diagnóstico de câncer pode ser relativamente breve, durando alguns dias ou semanas, e pode incluir sentimentos de incredulidade e rejeição da doença ou, de desespero. Esta resposta emocional é considerada fisiologicamente normal e se situa dentro de um espectro de sintomas depressivos que vai, progressivamente, desde a tristeza normal, até um Transtorno de Adaptação do tipo depressivo ou, mais grave, até uma Depressão Maior. Em seguida vem um período de disforia, marcado por uma confusão emocional crescente. Durante este tempo a pessoa experimentará transtornos do sono e do apetite, ansiedade, ironias e críticas amargas e medo do futuro.

Além de algumas pesquisas apontarem entre 15 e 25% a porcentagem de pacientes com câncer que desenvolvem um quadro de Depressão emocional comórbida, outros estudos epidemiológicos indicam que, no mínimo, metade de todos as pessoas diagnosticadas com câncer se adaptou satisfatoriamente. Spencer (1998) sugeriu alguns indicadores sugestivos de adaptação satisfatória. Seriam:

  1. manter-se ativo nos afazeres cotidianos;
  2. reduzir ao mínimo o impacto da doença nos papeis cotidianos (de pai, cônjuge, empregado, etc.), e;
  3. controlar as emoções normais à doença.

Por outro lado, existem também indicadores sugestivos da necessidade de se efetuar uma intervenção o mais precoce possível:

Indícios da necessidade de tratamento para Depressão

  1. Antecedentes pessoais de Depressão;
  2. Sistema precário de respaldo social, tais como: ser solteiro, ter poucos amigos, ambiente de trabalho solitário;
  3. Crenças persistentes e irracionais ou negação à respeito do diagnóstico (alguns aidéticos se recusam a acreditar em sua doença);
  4. Prognóstico mais grave do tipo e estadiamento do câncer;
  5. Maior disfunção orgânica consequente ao câncer.

Alguns níveis de Depressão se consideram leves e subclínicos, normalmente quando inclui apenas alguns, mas não todos, dos critérios para o diagnóstico de Depressão Grave (Veja os critérios de diagnóstico em DSM.IV). Ainda se tratando de Depressão Leve, poderia ser também angustiante e necessitar de certa intervenção, como por exemplo, a terapia de grupo ou individual, tanto através de um profissional de saúde mental como dos vários grupos de apoio ou auto-ajuda (Meyer, 1995).

Mesmo na ausência de sintomas expressivos de Depressão muitos pacientes manifestam interesse na terapia de apoio, embora nem sempre esses pacientes são encaminhados a um profissional de saúde mental qualificado. Quando não tratados esses casos de Depressão (ainda que leves), depois de terem aparentemente desaparecido, podem recorrerem, se intensificarem e se tornarem duradouros (Massie, 1989; Massie, 1993; Weisman, 1976).

O diagnóstico psiquiátrico nas crianças com câncer

As informações sobre a incidência de depressão em crianças fisicamente saudáveis ainda são limitadas e, muitas vezes, contraditórias. Estudos, não tão recentes, em ambulatórios de pediatria mostram que 38% das crianças apresentam problemas suficientes para justificar uma intervenção psicológica-psiquiátrica.

Algumas pesquisas falam que, entre as idades de 7 a 12 anos, há uma incidência de depressão de 1,9%. Se esses números são verdadeiros, pode-se estimar entre 10 a 15% de alunos deprimidos nas escolas. Em 1982, uma comissão conjunta sobre Saúde Mental Pediátrica nos Estados Unidos indicava que 1,4 milhões de crianças abaixo dos 18 anos de idade, necessitavam de ajuda imediata para transtornos depressivos. (Deuber, 1982).

Em relação ao câncer, tudo leva a crer que a maioria das crianças é capaz de lidar com o caos emocional ocasionado pela doença, e não só dar mostras de boa adaptação mas, muitas vezes, fazendo isso melhor que os adultos com câncer e, frequentemente, muito melhor que seus pais.

Nos momentos imediatos e mediatos ao diagnóstico do câncer infantil os resultados podem ser diferentes. Crianças e pais entrevistadas imediatamente depois do diagnóstico do câncer tiveram significativamente mais problemas psicológicos do que as crianças e pais da população geral. Entretanto, em avaliações subsequentes, não havia nenhuma diferença na incidência de problemas psicológicos experimentados por crianças e pais nos dois grupos.

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Viver em grupo é protetor contra a recidiva do câncer

Por: http://www.hospitalmoinhos.org.br

Ter uma vida social ativa é uma das formas de manter o corpo saudável e protegê-lo contra a recidiva do câncer de mama. É o que  afirma um estudo realizado pela revista Câncer em dezembro de 2016.

Desenvolvido pela Divisão de Pesquisas da Kaiser Permanente, em Oakland, na Califórnia, a análise verificou os dados de 10 mil pacientes e constatou que mulheres solitárias que haviam passado por um tratamento oncológico mamário tinham risco 40% maior de ter uma recidiva da doença e 60% maior de falecer em decorrência do câncer de mama.

Mas o que caracteriza essa solidão?

 

O oncologista Alexander Daudt, do Centro de Oncologia do Lydia Wong Ling do Hospital Moinhos de Vento, explica que esse comportamento é chamado de isolamento social, ou seja, quando o indivíduo deixa de participar, de modo voluntário ou não, de atividades sociais seja para trabalho ou lazer.

“São pessoas que, mesmo vivendo em uma casa com familiares, vivem isoladas, sem ter um espaço ou momento para compartilhar suas opiniões e ser ouvida”. Em geral, os pacientes chegam ao consultório já dizendo que não querem dar trabalho ou incomodar os familiares, por exemplo”, detalha o médico.Por não contar com esse momento de partilha, muitas vezes, essas pessoas são isoladas ou se isolam de familiares, amigos e colegas. E esse pode ser primeiro sintoma de uma depressão.

“Já sabemos que o estresse é um dos fatores de risco para o desenvolvimento do câncer é uma das formas de aliviá-lo é o desabafo. Mas pessoas em isolamento social tem dificuldade de falar sobre seus angústias e problemas com outros”, explica o Dr. Daudt.

Além disso, pessoas solitárias tendem a praticar menos atividades físicas, a fumar e beber, fatores que elevam o risco de desenvolvimento da doença. São frequentes também os casos de queixas de insônia.

“O sono é reparador e fundamental para o fortalecimento do sistema imune”, alerta o especialista.

Como virar o jogo?

 

Participar de atividades, como grupos de apoio, é uma das alternativas para encorajar esse paciente a voltar ao convívio social. Mas outras atitudes cotidianas também são decisivas, como ter um familiar ou amigo que acompanhe o paciente às consultas e tratamentos. Ter alguém que o ouça e que o auxilie a refazer esses laços de amizade e convívio também é fundamental.

“Laços afetivos são sempre positivos e ter pessoas que te fazem bem por perto é indispensável para a saúde física e mental de qualquer um dia nós. E se estamos passando por um tratamento oncológico, essa rede só fortalece o paciente”, avalia o Dr. Daudt.

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O que é a tão polêmica FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA?

‎Por: Giseli Santos – Grupo Facebook “Fosfoetanolamina/Suplementos-É seu Direito Saber, É seu Direito Escolher”.

Pessoal, segue uma explicação didática, de forma bem simplificada, para que TODOS entendam. Não adianta usar termos técnicos utilizados em química, biologia, biomedicina ou mesmo, medicina, tendo em vista que pessoas de todas as classes sociais e níveis de instrução procuram ter acesso a esse composto e ninguém é obrigado a entender esses termos, principalmente em uma hora em que precisam de informação rápida e apoio.

ENTENDA O QUE É O COMPOSTO:

Trata-se de um composto elaborado através da sintetização de fosfoetanolamina, cálcio, magnésio e zinco. SIM!!! Mesmo a “fosfo da USP” não era feita só de fosfo (essa informação está no laudo das cápsulas da USP, feita pelo antigo MCTI, foi confirmada pelo Professro Gilberto Chierice no Senado Federal e pode ser confirmada, também, nos pedidos de patente do grupom no site no INPI).

Fosfoetanolamina sozinha tem apenas UM efeito: sinalizar células anormais. Os efeitos que se observam na melhora do quadro são resultantes dos minerais CÁLCIO, ZINCO e MAGNÉSIO em conjunto com ela e é por esse motivo que os AEP´s comuns não têm a mesma eficácia: faltam minerais e esses precisam entrar na suplementação junto aos AEP´s comuns para terem algum efeito.

•FOSFOETANOLAMINA – substância sintética que imita a fosfoetanolamina presente no leite materno, nos músculos longos do corpo e no fígado, responsável por ativar as primeiras reações das defesas naturais do organismo humano. Sinaliza células anormais e transporta os minerais presentes na síntese para o interior das células fazendo com que ocorra a NUTRIÇÃO CELULAR dos quatro elementos presentes. Os outros três elementos são:

•CÁLCIO – Importante mineral cujas principais propriedades são: ajudar no desenvolvimento ósseo, atuar no fortalecimento de nervos e músculos, eliminar pedra nos rins, ajudar a controlar a pressão arterial, auxiliar no tratamento de combate ao câncer de reto, ovário e mama, proteger os músculos do coração e ajudar a tratar doenças cardiovasculares, equilibrar o PH do sangue, prevenir doenças crônicas, ajudar a regular o metabolismo, regular a coagulação, participar de funções neurocelulares, participar da síntese de insulina, ter ação cicatrizante, ativar várias enzimas responsáveis pela digestão de gorduras e metabolismo de proteínas, atuar na regulação e transmissão de impulsos nervosos;

•ZINCO: aumentar a imunidade, atuar na regeneração de tecidos celulares, auxiliar no funcionamento correto dos órgãos do aparelho digestivo, regulação do metabolismo, atuar na função renal, poderoso anti-inflamatório e antioxidante, reduzir o risco de câncer, atuar no equilíbrio hormonal (estrogênio e progesterona), ajustar os níveis de açúcar no sangue ajudando a controlar o diabetes, ajudar a manter a integridade dos vasos sanguíneos, renovar as células do intestino, ajudar a fortalecer os ossos e a proteger o fígado;

•MAGNÉSIO: eliminar calcificações, eliminar o cálcio depositado nos lugares indevidos e transportá-lo para os locais corretos, controlar mais de trezentos tipos de reações químicas do corpo, auxiliar em casos de artrite, artrose, arritmias, ajudar a fortalecer os ossos, regular o metabolismo da glicose no sangue, reduzir o risco de arteriosclerose, diminuir a insônia, prevenir enxaquecas, aliviar os sintomas da fibromialgia, auxiliando nos processos de dor e sensibilidade, ajudar a tratar doenças vasculares, reduzir o risco de AVC, melhorar os sintomas do autismo, melhorar a audição, auxiliar a memória, auxiliar a controlar os sintomas da asma, reduzir espasmos, movimentos involuntários e cãibras.

VOCÊ PRECISA SABER:

OS SUPLEMENTOS SÃO A FOSFOETANOLAMINA ORIGINAL?

• Não. Nenhuma síntese é a “fosfoetanolamina original”. A fosfoetanolamina original é produzida pelo corpo humano, não por Indústrias.

•TODAS AS SÍNTESES que contém fosfoetanolamina, cálcio, zinco e magnésio, SÃO VERDADEIRAS. NENHUMA DELAS É IGUAL À DA USP.

•Os compostos das empresas PDT PHARMA, QUALITY, NEW LIFE, REHABILITE e NUTRIHEALTH NÃO SÃO AEP´s COMUNS e têm, cada uma a sua síntese. Algumas são tão eficazes quanto à da USP, outras são mais eficazes e poucas, muito menos eficazes.

•Se quiser saber quais são as mais eficazes e as menos eficazes, peça RELATOS e EXAMES a quem fornece antes de tomar a sua decisão. Procure os grupos de fosfoetanolamina e veja o que as pessoas que fizeram uso das marcas citadas dizem. Chamem os usuários no privado caso queiram assegurar-se de que não se tratam de “perfis fakes”.

•MUITO CUIDADO com quem tenta te convencer de que só existe UMA síntese verdadeira, que só existe UMA síntese original e que o “resto” é “farinha”. Infelizmente, muitos que acreditaram nesse discurso gastaram o que não tinham para pagarem advogados, sem pedir relatos e exames que comprovassem essa afirmação e, infelizmente, não estão mais entre nós.

•LEMBRE-SE: INFORMAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO, PORTANTO, INFORME-SE SOBRE OS SUPLEMENTOS E VEJA, COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS E POR SI MESMO, O QUANTO ELES TÊM AJUDADO A MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS.

•Caso tenha dificuldades em encontrar material para pesquisa, podem nos chamar. Temos no GRUPO todos os álbuns de relatos e informações, tanto sobre a substância química produzida pela PDT PHARMA, que dizem ser igual à síntese dos Pesquisadores da USP, bem como, OS ÁLBUNS DE RELATOS dos suplementos citados acima que contam com a SÍNTESE composta de todos os elementos necessários para alcançar a eficácia desejada.

•INFORME-SE! •PESQUISE! •E NÃO DEIXE QUE NINGUÉM LHE ENGANE COM PALAVRAS E PROMESSAS! •PEÇA PROVAS DO QUE ALEGAM!

Para se manter bem informado, inscreva-se no link abaixo, onde há muito material para você pesquisar, COM PROVAS DOCUMENTAIS, e tomar a sua decisão.

https://www.facebook.com/groups/seudireitosaber/

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Vitaminas e Nutrientes

Por:  Blog Biologia Total

1. O que é um nutriente?

Um nutriente é qualquer substância usada no metabolismo corporal adquirida através da alimentação. As vitaminas e os aminoácidos essenciais são exemplos de nutrientes.

 

2. Qual a diferença entre macro e micronutrientes?

O critério de classificação dos nutrientes em macro e micronutrientes não tem nenhuma relação com o tamanho das moléculas. Macronutrientes são aquelas substâncias que o organismo necessita em grande quantidade, como por exemplo, proteínas e carboidratos. Os micronutrientes são nutrientes no qual o organismo precisa em baixas quantidades, como no caso das vitaminas.

 

3. De acordo com a função que exercem como os nutrientes podem ser classificados?

Uma classificação bastante útil e funcional é aquela que separa os nutrientes em três grupos: energéticos, estruturais e regulatórios.

Os nutrientes energéticos são aqueles usados como fonte de energia pelo metabolismo, na maioria das vezes essa função é exercida pelos carboidratos, porém, lipídios e proteínas também podem ser usados para tal fim.

Os nutrientes estruturais são aqueles utilizados no suporte e na estruturação das células e tecidos. Eles são os aminoácidos que em conjunto, formam proteínas como o colágeno, a hemoglobina, a albumina, etc.

Os nutrientes regulatórios são aqueles que formam as enzimas e coenzimas responsáveis pela homeostase (equilíbrio funcional), metabolismo osmótico e equilíbrio eletrolítico das células. Alguns aminoácidos, vitaminas e sais minerais fazem parte deste grupo.

4. O que são vitaminas? Quais são as principais vitaminas necessárias aos seres humanos?

A maioria das vitaminas atuam como coenzimas (substâncias fundamentais para o funcionamento das enzimas) e não são produzidas pelo organismo, precisando serem obtidas através da alimentação.

As vitaminas mais importantes para os seres humanos são as vitaminas A, C, D, E, K, além das vitaminas do complexo B (incluindo o ácido fólico, a biotina e o ácido pantotênico).

 

5. Qual a diferença entre as vitaminas hidrossolúveis e as lipossolúveis? Por que as lipossolúveis podem causar problemas se consumidas em excesso?

As vitaminas hidrossolúveis são aquelas solúveis em água. Já as vitaminas lipossolúveis são aquelas solúveis em óleos e gorduras (lipídios). A vitamina C e as vitaminas do complexo B são exemplos de vitaminas hidrossolúveis. As vitaminas A, D, E e K são exemplos de vitaminas lipossolúveis.

O fato das vitaminas lipossolúveis não serem solúveis em água, faz com que o organismo tenha dificuldade em excretá-las.  Exatamente por isto, a tendência dessas vitaminas é acumular-se nos tecidos, produzindo efeitos tóxicos quando são ingeridas em quantidades superiores as necessárias.

 

6. Quais são os maiores problemas ocasionados pela deficiência de vitamina A? Como está vitamina atua nos mecanismos da visão?

A deficiência da vitamina A (retinol) no organismo pode causar cegueira noturna, ressecamento da córnea e predisposições ao aparecimento de lesões na pele.

 

7. O que é ácido fólico? Por que a anemia causada pelo sua deficiência é conhecida como anemia megaloblástica?

O ácido fólico (chamado de folato quando na forma ionizada) é uma coenzima que participa da síntese e duplicação do DNA. Por esta razão, ele é fundamental para o processo de divisão celular. Caso não haja quantidade suficiente de ácido fólico dentro das células com alto grau de renovação, como é o caso das células vermelhas do sangue, elas acabam por terem a sua produção reduzida.

Na deficiência de ácido fólico, as células percursoras (reticulócitos), que originam os eritrócitos (glóbulos vermelhos), iniciam o processo de divisão celular de forma muito lenta, enquanto que o crescimento do citoplasma destas células que estão se dividindo, continua normal. Assim, as células acabam se tornando anormalmente grandes, um efeito típico desta anemia chamada de anemia megaloblástica.

A anemia megaloblástica também pode ser causada pela deficiência da vitamina B12 (cianocobalamina), pois esta vitamina também é importante para a divisão celular.

 

8. Quais são as vitaminas que formam o complexo B? E quais são os problemas associados a falta destas vitaminas?

As vitaminas do complexo B são: tiamina (B1), riboflavina (B2), niacina (B3). Estas três vitaminas são importantes na constituição das moléculas aceptoras de hidrogênio (FAD, NAD e NADP) envolvidas no metabolismo energético. Além delas ainda fazem parte do complexo B a piridoxina (B6) e a cianocobalamina (B12).

A deficiência da vitamina B1 causa beribéri, falta de apetite e fadiga. A carência de vitamina B2 causa lesões na mucosa da boca, língua e lábios. A deficiência em niacina causa problemas neurológicos, distúrbios digestivos, perda de energia e pelagra. A falta de vitamina B6 causa lesões na pele, irritação e convulsões. A vitamina B12 age junto com o ácido fólico e sua carência gera problemas no processo de divisão célula causando anemia perniciosa (um tipo de anemia megaloblástica).

A absorção da vitamina B12 depende de uma substância denominada fator intrínseco que é secretada pelo estômago.

 

9. Como a vitamina C age no organismo? Qual problema é causado pela sua carência? Por que a falta de vitamina C era conhecida como a doença do “marinheiro”?

A vitamina C, ou ácido ascórbico, participa do metabolismo do colágeno que é fundamental para a integridade dos capilares sanguíneos.

Escorbuto é o nome da doença causada pela falta de vitamina C. Este problema se caracteriza por lesões na pele, lábios, gengiva, nariz e articulações. O escorbuto era conhecido como a doença do marinheiro porque nas expedições marinhas do passado, não era comum haver comida a bordo que continha vitamina C, como as frutas cítricas, por exemplo. Por este motivo, muitos marinheiros desenvolviam o escorbuto.

10. Por que não se podem aquecer os alimentos que contém vitamina C?

Para a obtenção da vitamina C, como por exemplo, de um doce de laranja, a comida que contém esta vitamina não pode ser aquecida. Isto ocorre porque a vitamina C é termolábil, sendo inativada com o calor.

 

11. Qual é a relação entre a vitamina D e o banho de sol?

A vitamina D, ou calciferol, inicia seu processo de síntese na pele devido à ação dos raios ultravioletas do sol sobre moléculas precursoras. Depois ela é transformada na forma ativa no fígado e nos rins.

 

12. Qual doença é causada pela deficiência de vitamina D? Quais tecidos são afetados?

A falta de vitamina D causa uma doença conhecida como raquitismo. Este problema se caracteriza pela descalcificação dos ossos e deformação dos mesmos. Esta vitamina é fundamental para a absorção de cálcio contribuindo para a manutenção da saúde do tecido ósseo.

 

13. Qual a função da vitamina E? Em quais alimentos ela pode ser encontrada?

A vitamina E, ou tocoferol, é uma vitamina lipossolúvel que participa como coenzima na cadeia respiratória (etapa final da respiração celular aeróbica). A sua deficiência pode causar esterilidade, aborto espontâneo e distrofia muscular.

Esta vitamina pode ser encontrada no germe de trigo, leite, ovos e vegetais folhosos.

14. Por que alguns tipos de hemorragia são atribuídos a carência de vitamina K?

A deficiência de vitamina K predispõe ao aparecimento de hemorragias devido ao fato dela ser de fundamental importância para a formação da protrombina no processo de coagulação do sangue.

 

15. Qual a função da biotina e do ácido pantotênico no organismo? Como essas vitaminas são obtidas?

A biotina, também conhecida como vitamina B8, é uma vitamina que age no metabolismo de vários aminoácidos. O ácido pantotênico ou vitamina B5 é importante para a respiração celular aeróbica, pois atua no transporte do radical acetil.

A fabricação da biotina é fabricada por bactérias que vivem no interior do tubo digestório humano (interação harmônica interespecífica) de forma suficiente para garantir as necessidades diárias do organismo. A biotina e o ácido pantotênico são encontrados nos vegetais, cereais, ovos, peixe, leite e carne magra.

16. Quais sais minerais são responsáveis pelo controle da pressão osmótica celular?

Os principais sais minerais que atuam na regulação da pressão osmótica dentro das células e tecidos são o cloro, o sódio e o potássio.

 

17. Qual é a principal função celular do potássio?

Além de ser de importante para o mecanismo de regulação osmótica e equilíbrio ácido-base da célula (PH), o potássio é fundamental para os mecanismos de excitação dos nervos e contração dos músculos.

18. Quais são os sais minerais presentes na dieta que atuam como coenzimas?

São eles: magnésio, zinco e cobre.

19. Qual a doença causada pela deficiência de iodo na dieta?

A falta de iodo no organismo causa o hipotireoidismo, que é uma queda anormal na produção dos hormônios da tireoide que precisam de iodo para serem formados.

20. Qual a importância de uma dieta rica em ferro? Qual doença é causada pela carência deste nutriente?

O ferro é um importante constituinte da molécula de hemoglobina e de enzimas que atuam na digestão e no metabolismo energético. Uma dieta pobre em ferro, causa anemia devido à queda da concentração de hemoglobina no sangue. Vale salientar que durante a gravidez, o feto consome muito ferro, podendo causar anemia na mãe.

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